Vicente Luque explica finalizações e pede luta contra Darren Till

Por Gabriel Carvalho | 30/10/2017 12:43

O tempo voltou a brilhar para Vicente Luque. O meio-médio brasileiro foi um dos destaques do UFC Fight Night 119, onde finalizou o americano Niko Price com um estrangulamento d’arce no segundo round, voltando ao caminho das vitórias e se aproximando novamente do top 15 da divisão dos meios-médios.

Em conversa com jornalistas na sala de imprensa do UFC São Paulo, ele foi perguntado sobre o combate e a bela finalização sobre Price:

“Eu não estava planejando a forma que finalizaria a luta, eu planejo pra luta que faço, sei que ele é um cara experiente, com boa trocação e mãos pesadas, além de bom wrestling e bom chão, então, estava preparado pra tudo que ele trouxesse pra mim, e eu queria especialmente colocar o meu jogo, impor meu jogo e minha pressão, e foi o que fiz. Não sabia se finalizaria a luta, mas sempre tento finalizar as lutas, é natural pra mim, sou um finalizador. Tenho apenas uma vitória por decisão, todas as outras são por interrupção, é o que acontece”.

Com cinco vitórias nas últimas seis lutas, Luque é um dos nomes que ronda o top 15 da divisão dos meios-médios. Já pensando na sua próxima luta, ele tem um nome em mente, o do inglês Darren Till:

“Eu quero os strikers, quero os melhores da divisão. Acho que o Darren Till vem lutando bem, tem um striking bonito, uma luta entre eu e ele seria incrível. Cerrone e Masvidal também são grandes nomes, mas acho que o Till seria uma boa luta”.

A finalização sobre Price também marcou a sexta vez que Luque submeteu o oponente a um estrangulamento d’arce. Vicente foi perguntado se está tentando fazer uma marca registrada sobre isso, assim como a chave de braço de Ronda Rousey:

“Eu não estou tentando uma marca registrada, só é algo que sou muito bom. Treino muita luta livre no Brasil, é uma das coisas boas que tenho. Eu tenho braços longos, é mais fácil de pegar, e quando encaixo, sei que vou finalizar. Não é muito uma marca registrada, tenho seis vitórias assim agora, talvez seja, mas não estou tentando”.

Editor do MMA Brasil. Fã de esportes em geral, apaixonado pela arte de punhos em rostos alheios. Amante de filmes e música.