UFC Fight Night 119: Brunson vs. Machida – Prévia do Card Principal

Último evento realizado no Brasil em 2017, o UFC Fight Night 119 traz um card principal perigoso para os lutadores da casa em quase todos os combates. O destaque principal é o retorno do ex-campeão Lyoto Machida.

O Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, será palco neste sábado do UFC Fight Night 119, terceiro e último evento do UFC em solo brasileiro em 2017.

A principal atração do sexto UFC na capital paulista é o retorno de Lyoto Machida depois de cumprir suspensão de 18 meses por doping. O ex-campeão dos meios-pesados enfrenta o sétimo colocado do ranking dos médios, Derek Brunson.

O combate coprincipal traz outra estrela brasileira em busca de redenção. Último desafiante do peso meio-médio, Demian Maia, número 3 do ranking, inicia nova escalada rumo à última oportunidade de conquistar o cinturão mais importante do MMA mundial. Para impedi-lo, o americano Colby Covington, sétimo colocado, vai atrás da quinta vitória seguida.

Outro duelo entre dois ranqueados acontece pelo peso galo quando Pedro Munhoz (12º) bater de frente com Rob Font (13º). Antes deles, o popular Francisco Massaranduba encara o veterano Jim Miller, pelo peso leve. Já pela divisão dos médios, Thiago Marreta tenta se aprofundar no ranking contra o sueco Jack Hermansson. Abrindo a porção principal do evento, o nocauteador John Lineker defende a quinta posição dos galos contra o equatoriano Marlon Vera.

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O UFC Fight Night 119 terá transmissão ao vivo e na íntegra pelo canal Combate, com a TV Globo entrando em algum momento do card principal. A primeira luta preliminar está marcada para iniciar às 21:00h, enquanto o principal vai ao ar a partir da meia-noite, sempre no horário oficial de verão de Brasília.

Peso Médio: #7 Derek Brunson (EUA) vs. Lyoto Machida (BRA)

Por Alexandre Matos

Derek Brunson

Com cinco vitórias seguidas, quatro delas nocautes no primeiro round, Brunson (17-5 no MMA, 8-3 no UFC) chegou perto de uma disputa de cinturão. Para sorte do MMA, Robert Whittaker o parou com um nocaute em quatro minutos insanos. Em seguida, a juizada impediu que o americano vencesse o maior nome de sua carreira quando Anderson Silva foi agraciado com uma vitória controversa. Em seu último compromisso, Brunson escapou da areia movediça chamada Dan Kelly e nocauteou o australiano na primeira etapa.

O uso da expressão “por sorte” ali em cima é daquelas brincadeiras com fundo de verdade. Brunson é um wrestler com talento para derrubar e sufocar gente contra a grade. Ele tem também punhos muito pesados e, de um tempo para cá, tomou tanto gosto por estirar corpos no chão que esqueceu o wrestling. O problema dessa postura é que o maior defeito de Derek é o QI de luta. Contra Anderson, por exemplo, ele insistiu na troca de golpes em vez de explorar a deficiente defesa de quedas do superastro.

Lyoto Machida

Considerado um dos atletas-modelo do MMA mundial, Machida (22-7 no MMA, 14-7 no UFC) sofreu um duro golpe quando caguetou a si próprio num formulário médico e foi suspenso por uso de substância ilícita. Um ano e meio de suspensão, que terminaria quase aos 40 anos, parecia a pá de cal de uma carreira que já não andava bem. Em suas últimas lutas, Lyoto foi obliterado por Luke Rockhold e violentamente nocauteado por Yoel Romero.

O que mais assustou na fase negativa do “Dragão” é a sua aparente fragilidade física, o que não acontecia no início da empreitada no peso médio – talvez o referencial com os imensos Rockhold e Romero tenha aumentado a percepção. Ainda assim, Lyoto não tem conseguido imprimir a movimentação lateral elusiva que confundia os oponentes e o deixava em posição de contragolpear, o que ele sempre fez com maestria. Machida já foi um dia bom de quedas, especialmente as laterais do sumô, e na arte suave, mas faz tempo que não usa nenhum dos dois aspectos em suas atuações.

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Se essa luta tivesse acontecido em 2013-14, eu apostaria de olhos fechados em Machida, um dos maiores pega-wrestlers de todos os tempos, especialmente aqueles que deixam o cérebro no vestiário. Seria um cenário de Brunson tomar olé até cometer um erro de aproximação esdrúxulo e tombar nocauteado por um diretaço.

No entanto, os tempos são outros. Dois anos parado, contra um lutador fisicamente muito forte, é um cenário que deve representar um perigo enorme para o brasileiro. Brunson é capaz de plantar na frente de Lyoto e acabar na vala, mas o mais provável é que ele use os primeiros minutos na grade para desgastar o rival e abrir caminho para uma interrupção no terceiro assalto.

Peso Meio-Médio: #3 Demian Maia (BRA) vs. #7 Colby Covington (EUA)

Por Matheus Costa

Demian Maia

A vida do brasileiro não será fácil frente ao promissor norte-americano. Não é querer ser pessimista, mas eu tenho uma expectativa de que o fiasco de atuação que Demian teve frente ao campeão dos meios-médios em sua última luta pode se repetir. Na verdade, há uma grande chance disso acontecer.

Vamos aos fatos. Colby é um wrestler de alto calibre, com uma ótima defesa de quedas. Demian possui um jiu-jítsu que quase alcança a perfeição técnica no MMA, mas costuma encontrar dificuldade em colocar no chão os adversários que possuem habilidade no wrestling. Quando enfrentou Tyron Woodley, Maia não conseguiu nem chegar perto de derrubá-lo em mais de 20 tentativas. Bastante frustrante.

A chance de Colby negar todas as tentativas de quedas do brasileiro é alta, ainda mais porque o norte-americano é superior na luta em pé e tem totais condições de controlar a luta na troca de golpes em pé. Demian terá que traçar uma estratégia perfeita para sair com a vitória.

Colby Covington

A melhor chance do paulista é chegar nas costas do adversário e fazer a sua clássica mochila. Isso pode acontecer sem que Colby seja derrubado, obviamente. No entanto, existe um problema que sempre atrapalha a vida do brasileiro.

Um lutador como Demian Maia, que possui um jogo unidimensional, vai encontrar dificuldade em surpreender os oponentes. Com idade avançada, Demian não mostra sinais de evolução no jogo em pé – sequer aparenta ter interesse nisso. Seu jogo é o jiu-jítsu e pronto. Todos sabem disso. A maioria não consegue evitar a estratégia de Demian por simplesmente não ter condições técnicas. O problema é que Colby é capaz de botar água no chope do brasileiro.

Como amante e praticante da arte suave, eu nunca duvidaria da qualidade do atleta e do que Demian é capaz na luta de solo. Entretanto, todo combate começa em pé, lembra? Esse é o problema. Demian tem condição de desbancar o meu pitaco, mas a vitória de Colby Covington por decisão unânime me parece inevitável.

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Peso Galo: #12 Pedro Munhoz (BRA) vs. #13 Rob Font (EUA)

Por Alexandre Matos

Pedro Munhoz

Até o momento, Munhoz (14-2 no MMA, 4-2 no UFC) tem um retrospecto bastante respeitável no UFC. Em sete lutas, foi derrotado apenas por dois integrantes da elite do peso galo, o brasileiro Raphael Assunção e o americano Jimmie Rivera. De resto, venceu alguns oponentes de qualidade, especialmente Justin Scoggins. O paulista tem três vitórias seguidas, duas delas bonificadas. Como ponto negativo, o ano cumprido por suspensão após ser flagrado com excesso de testosterona na vitória sobre Jerrod Sanders.

Faixa-preta de jiu-jítsu, campeão nacional sem pano, ex-campeão da extinta RFA, Pedrinho é um grappler de alta voltagem, que aplica boas quedas e costuma punir oponentes que cometem erros de transição. O tempo que passou treinando com Rafael Cordeiro o ajudou a aprimorar o muay thai. Ele não chegou a se tornar um nocauteador mortal, mas aprendeu a se virar, tornando-se um lutador completo.

Rob Font

Deixemos de lado um pouco a única derrota de Font (14-2 no MMA, 4-1 no UFC) no octógono. Em suas vitórias, o americano apresentou poder de fogo elevado, aplicando três nocautes e uma submissão. Foram resultados e atuações que elevaram seu nome ao rol dos candidatos a penetrar no top 10. Porém, o revés para John Lineker mostrou um oponente com medo de ser golpeado e sem armas para tentar reverter um quadro que foi desfavorável por quase todo o combate.

Apesar da derrota para o bruto paranaense, o ex-campeão do CES MMA é um striker de qualidade, que usa bem os jabs e os chutes baixos. Como os resultados mostram, é um lutador com elevado poder de fogo. Para completar o pacote ofensivo, Font é um wrestler competente, de bom tempo de execução de quedas e talento no clinch. Defensivamente, no entanto, precisa de alguns ajustes em todos os ramos do jogo.

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Talvez este seja o duelo mais equilibrado do card principal. São dois lutadores com arsenais ofensivos vastos, com leve vantagem para o americano, por ser melhor na troca de golpes e ter mais capacidade de defender quedas do que Pedro tem de evitar seus punhos. Espero um confronto com alternâncias de vantagem e Font com o braço levantado ao final de 15 minutos.

Peso Leve: Francisco Trinaldo “Massaranduba” (BRA) vs. Jim Miller (EUA)

Por Diego Tintin

Jim Miller

Miller (28-10 no MMA, 17-9 no octógono) já foi um dos mais dominantes atletas do UFC no início desta década. O peso leve esteve bem próximo de disputar o cinturão por duas vezes. As duras derrotas para Nate Diaz e Ben Henderson dissiparam essas esperanças e marcaram o início de uma visível queda de rendimento. Momentos difíceis, com quatro derrotas em cinco lutas, até que a redenção chegou contra antigos colegas de geração. Ele venceu Takanori Gomi, Joe Lauzon, Thiago Pitbull e ensaiou uma recuperação que se mostrou tão difícil quanto o esperado. Quando o sarrafo subiu, perdeu para Dustin Poirier e Anthony Pettis, embora tenha atuado bem nos dois confrontos e feito lutas equilibradas e animadas.

Bom de luta olímpica, faixa preta de jiu-jítsu de Jamie Cruz, Miller tem qualidade nas transições e tentativas de finalização. Com o tempo, o queixo vem deixando de ser tão confiável, resultado natural dos anos de estrada. Ofensivamente, o americano pode compensar com um boxe de golpes retos bem escolhidos e aproximação com cruzados e ganchos capazes de fazer estrago em uma luta mais longa.

Francisco Massaranduba

Francisco Trinaldo (21-5 no MMA, 10-4 no UFC), sob a alcunha de “Massaranduba”, foi o lutador que mais fez sucesso junto ao público no TUF Brasil, mesmo sem ter passado sequer das quartas de final. É carismático e tem uma mistura de humildade e – por que não dizer? – ingenuidade espontâneas que conquistou os espectadores de todas as idades. Dono de um poder de nocaute indigesto para a divisão dos leves, Massaranduba conseguiu uma inesperada evolução técnica depois de chegar ao UFC já veterano.

A trajetória de Trinaldo no UFC é comovente, palavra que combina também com seus discursos pós-vitórias. O início da caminhada correspondia às expectativas de gangorra de resultados e meio de tabela, porém uma incrível sequência de sete vitórias consecutivas alçaram o ogrão do bem a um novo patamar dentro da organização. Entre os bons oponentes vencidos por ele, estão Paul Felder, Ross Pearson, Chad Laprise e Yancy Medeiros. O conto de fadas do homem-que-nasceu-pra-bater-em-outro-homem teve fim quando foi finalizado pelo habilidoso Kevin Lee, em Fortaleza, no início deste ano.

O brasileiro alinhou o boxe depois de começar a treinar com André Dida e passou a dosar melhor as energias, tendo paciência para explodir em momentos oportunos. Ele consegue, contra concorrência menos polida, derrubar utilizando força bruta e ocasionalmente arranca alguma finalização – o katagatame é sua posição mais perigosa. Como o preparo físico é uma dificuldade recorrente, o ritmo de luta costuma ser muito abaixo da média de seus colegas de divisão.

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Temos aqui uma baita ideia legal de agendar esta luta para um evento no Brasil. Dois lutadores empolgantes, carismáticos e que, apesar de certo declínio físico visível, estão com bom histórico recente de exibições interessantes.

Deixando de lado os lugares-comuns, o que vai acontecer aqui nesta peleja é a boa e velha sopa de tamanco. Um generoso prato bem servido de socos e pontapés, com opcional de luta agarrada insana, tudo banhado àquele líquido de cor avermelhada que corre em nossas veias. Nesta oferenda aos deuses da violência, apostamos em vitória apertada do calejado Massara.

Peso Médio: #15 Thiago “Marreta” Santos (BRA) vs. Jack Hermansson (SUE)

Por Matheus Costa

Thiago Marreta

Que o carioca Thiago Marreta é um nocauteador nato, você já sabe. Que ele soma lindos nocautes brutais desde que chegou ao UFC, você também já sabe. Agora, Marreta terá uma tarefa bastante complicada frente ao sueco Jack Hermansson em seu retorno ao Brasil.

Hermansson é bastante móvel e possui um boxe de bom nível, apesar de ter começado no wrestling e ter praticado a modalidade por dez anos antes de migrar para o MMA. Ele pode oferecer riscos ao jogo do brasileiro, que gosta de jogar na longa distância aplicando variados chutes. Caso o sueco consiga encurtar com certa facilidade, Marreta terá bastante dificuldade com o jogo do adversário, principalmente levando em conta que seu boxe defensivo não é dos melhores.

Jack Hermansson

O brasileiro vem evoluindo significativamente a cada luta e mostrando correções em seus defeitos. Citar a qualidade de seu muay thai é até desnecessário de certa forma, mas também é válido avisar que o jiu-jítsu precisa ser lapidado para evitar situações em que Marreta fique de costas para o chão, posição em que ele já demonstrou que não fica nada confortável.

A expectativa para o combate é a melhor possível – acredito que a luta será uma das melhores da noite. Marreta precisa montar a estratégia certa para não ser surpreendido pelas qualidades de Hermansson, mas creio que consiga manter a distância para aplicar seu muay thai. Thiago Marreta por decisão unânime é a aposta.

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Peso Galo: #5 John Lineker (BRA) vs. Marlon Vera (ECU)

Por Diego Tintin

John Lineker

John Lineker (29-8 no MMA, 10-3 no UFC) entrou na organização como peso mosca, mas seguidas falhas na pesagem o mandaram compulsoriamente à divisão de cima. Entre os galos, vimos a consolidação de um lutador de elite e a certeza que o peso será um adversário implacável por toda sua carreira. Depois de quatro vitórias, duas delas bonificadas, Lineker foi alçado a uma muito dura eliminatória contra o ex-campeão e atual integrante do trio de ouro da categoria, TJ Dillashaw. A exibição corajosa não foi suficiente para vencer, mas foi bastante para trazer esperança de um futuro mais sólido. Com uma natural evolução de seu talento e arsenal, é possível imaginar que o paranaense escale os níveis que faltam para ser um verdadeiro desafiante ao cinturão do UFC.

O jogo de Lineker sempre foi baseado no boxe, especialmente nas trocas dentro do pocket, onde ele se torna um monstro atingindo cabeça e linha de cintura com a mesma facilidade, num misto absurdo de velocidade com potência. Curiosamente, foi a evolução no wrestling que fez com que ele ficasse ainda mais perigoso, visto que hoje tem bem menos medo de ser derrubado, podendo trocar mais confortavelmente. Seus oponentes, com exceção dos super ágeis TJ e John Dodson – costumam cair na areia movediça que o “Mãos de Pedra” constrói, levando os combates para uma trocação alucinante e alucinada.

Marlon Vera

O equatoriano Marlon Vera (10-3-1 no MMA, 4-2 no UFC) foi revelado na primeira temporada do TUF Latino, na qual nocauteou o mexicano Enrique Briones com uma pedalada na rodada inicial. Não pode seguir no programa devido a uma infecção, mas permaneceu no elenco do UFC pela boa impressão deixada. Depois de um início discreto, Vera ficou famoso ao jogar água no chope da despedida de Brad Pickett, com um nocaute sensacional no respeitável britânico. A boa fase se confirmou na luta seguinte, quando finalizou o sólido Brian Kelleher em menos de meio round.

Marlon começou no jiu-jítsu, arte na qual é graduado com a faixa marrom, e adicionou alguns bons chutes no seu repertório, mas ainda mostra dificuldades no boxe, o que pode ser bem explorado pelo insaciável brasileiro. O equatoriano é resistente, costuma manter um ritmo interessante de movimentação e já mostrou poder de definição alto para um peso galo.

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Por mais que Vera esteja se provando muito melhor que o esperado, Lineker é um passo muito à frente em sua curta carreira. Mais forte, experiente, técnico e resistente, o brasileiro é um dos maiores favoritos da noite. A expectativa é uma vitória por nocaute ainda na primeira metade do combate.

  • Binho Vianna

    Vou de Lyoto por TKO, tá bem treinado e com muita fome, tem uma capacidade de evitar golpes na cabeça bem superior ao Brunson que troca de forma irresponsável e deve ser surpreendido pelo contra golpe de Lyoto que além de tudo, tem um dos melhores TDD da categoria.
    Maia o deus do tatame contra um cara que treinou a vida toda para grudar e agora vai ter que repelir o adversário? Não vai conseguir evitar Maia 3 rounds e quando ele encostar no Covington vai ser igual como era Romário com a bola no pé, já era meio gol certo.

  • James sousa

    A maior incógnita e ver como o Lyoto vai volta depois de mais de 28 meses sem luta .acho o Brunson o bom adversário para ele nesse retorno

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Eu acho estranho o Marreta de underdog, a última performance dele contra o Merschaeert foi espetacular ele pareceu muito melhor na parte de defesa de quedas (tá que o americano não é o melhor wrestler pra comparar…), mas acho ele favorito, não por tanto, mas ainda favorito.

    • Matheus V.

      A melhor luta para o Marreta é carimbar o corpo e as pernas do Hermansson com chutes e levar na decisão. O sueco se enrolou todo com o Mutante lutando no bate-e-sai.

  • Renan Oliveira

    E o próximo TOP 10 do futuro sai ainda hoje?

    • Rafael Oreiro

      Então Renan, o nosso encarregado pelo próximo Top 10 do Futuro ta participando da cobertura do UFC em São Paulo, então ficaria pesado para ele produzir essa semana, mas semana que vem já estaremos seguindo com o projeto.

      • Renan Oliveira

        Entendi. Abraços e sucesso!!!

  • Guga Almeida

    Eu acho que os 18 meses foram favoráveis ao Machida. O corpo dele não conseguia mais fazer o jogo dele com perfeição. A velocidade de reação não era a mesma. Eu tenho visto ele falar que usou esse tempo em seu favor pra fortalecer os pontos fracos de seu jogo e melhorar a forma física…eu acho que se confirmar essas boas coisas ele vencerá bem.

  • Vinicius Maia

    Eu acho estranho um cara que perdeu pro Warley numa guilhotinha e fez uma luta horrível contra o Stun Gun seja favorito contra o Demian. Acho que o povo subestima demais o Demian. Sei que a qualquer momento devido a idade ele pode decair muito, mas por favor, não tem metade da trocação do Woodley, 1/3 do poder de nocaute.
    Demian fez uma luta dura contra Masvidal antes que é muito mais lutador que esse maluco ae.

    • Marcio Lennon

      Covington é um Laflare melhorado e nada mais, também não entendo esse oba-oba em cima dele.

      • Vinicius Maia

        Exato. Sei la. Luta é luta, mas vejo Demian quedando e finalizando.