UFC Fight Night 117: Saint Preux vs. Okami – Prévia do Card Principal

UFC definitivamente não vem tendo sorte com suas lutas principais recentes. A vítima da vez foi Maurício Shogun, que machucou o joelho e precisou abandonar sua revanche contra o haitiano Ovince St-Preux, que agora enfrenta o japonês Yushin Okami no UFC Fight Night 117, que acontecerá amanhã, na Saitama Super Arena, em Saitama, Japão e a partir das 20h:30 no horário de Brasília, com transmissão do Canal Combate.

Além disso teremos o duelo brasileiro entre Cláudia Gadelha Jéssica Andrade na luta coprincipal, a estreia do kickboxer Gokhan Saki no UFC contra Henrique Frankenstein, o incansável Takanori Gomi contra o Dong Hyun Kim genérico e mais dois confrontos no peso pena, com Teruto Ishihara vs. Rolando Dy Mizuto Hirota vs. Charles Rosa.

Confira a prévia:

Peso Meio-Pesado: #6 Ovince Saint Preux (HAI) vs. Yushin Okami (JAP)

Por Gabriel Carvalho

364 dias conseguem mudar bastante na vida de um lutador. Se no dia 23 de abril de 2016, Ovince St-Preux (20-10 no MMA, 8-5 no UFC) disputou o cinturão interino dos meios-pesados contra Jon Jones, 364 dias depois ele brigou pela sua permanência no UFC contra Marcos Pezão, finalizando com um estrangulamento von flue e mantendo o seu contrato com a organização. Em uma rasa categoria, St-Preux ainda figura na sexta posição do ranking.

Ex-jogador de futebol americano e praticante do wrestling na Universidade do Tennesee. Ovince é um atleta com boa movimentação e boas trocas de base. O sistema defensivo ainda peca um pouco, mas esse não será um grande problema contra Okami. No chão, St-Preux sabe os momentos para tentar aplicar quedas e é um caminhão de pressão no solo, com um ground and pound muito bom e finalizações variadas.

Já se passaram quatro anos desde que Yushin Okami (34-10 no MMA, 13-5 no UFC) foi demitido pelo UFC, provavelmente pela falta de entretenimento nas lutas e o potencial de barrar alguns prospectos. Fora do octógono, resolveu baixar para o peso meio-médio e alternou a carreira entre WSOF e DEEP, até ser chamado de última hora e em uma luta que acontecerá duas divisões e peso acima da sua.

No auge, Okami era conhecido pelo forte jogo do “abafa”. Faixa-preta de judô, era muito forte no clinch e no chão, com capacidade para amarrar a maioria dos seus oponentes, só esbarrando em desafios maiores, como Anderson Silva, Rich Franklin, Chael Sonnen e Ronaldo Jacaré. Com o passar do tempo, acabou ficando mais fraco fisicamente e mais lento, virando alvo fixo de seus oponentes na troca de golpes, o que definitivamente pode acontecer na sexta.

Ovince St. Preux vs Yushin Okami odds - BestFightOddsEnquanto Shogun vs. Saint Preux poderia ser uma luta animada, Saint Preux vs. Okami corre o risco de não ser. Isso porque o haitiano não pode esperar Okami tomar ação, já que isso pode resultar em um concurso de encaradas. Bem mais leve, Yushin deve ter dificuldades para colocar Ovince pra baixo, mas pode optar por utilizar jabs na média distância e investir no clinch. Ovince é bem oportunista, mas tenho dúvidas se conseguirá finalizar o japonês caso caia por cima. Pensando positivamente, Ovince pode encaixar uma sequência rápida e deitar Okami ainda na primeira parcial. Pensando negativamente, podemos ter uma repetição de St-Preux vs. Oezdemir, com menos equilíbrio e ainda vitória do haitiano.

Peso Palha: #1 Cláudia Gadelha (BRA) vs. #4 Jéssica Andrade (BRA)

Por Anderson Cachapuz

A brasileira Cláudia Gadelha (15-2 no MMA, 4-2 no UFC) definitivamente não sabe o que é perder para alguém que não se chame Joanna Jedrzejczyk. A passada de carro em todas as suas adversárias lhe credenciaram a enfrentar a polonesa por duas vezes: na primeira, valendo um title shot que permitiu à Joanna iniciar seu reinado após bater Carla Esparza. A segunda, valendo o título. Após duas derrotas, a brasileira iniciou sua corrida por mais um combate contra Joanna e a sequência de duas vitórias, após bater Cortney Casey na decisão e finalizar Karolina Kowalkiewicz em sua última aparição, reforçam os ares de title eliminator deste combate.

Cláudia já é o que podemos chamar de lutadora completa. Apesar de estar em um nível de excelência um pouco abaixo da campeã, está claramente bem acima do restante da categoria. Grappler de origem, possui um jiu-jítsu muito bem desenvolvido. Faixa-preta bem rodada tanto no pano quanto sem, Gadelha é ousada, oportunista e muito habilidosa tanto nas transições quanto para chegar ao solo em posição de vantagem. Em pé, melhora a olhos vistos seu striking, a ponto de bater de frente contra alguém do calibre de Joanna e até mesmo aplicar um knockdown na campeã.

Se mudou para os EUA há algum tempo para desenvolver seu jogo e tem colhido frutos, embasada por um jogo de muita movimentação e inteligência. O boxe bem alinhado permite Cláudia angular bem e disparar golpes de todos os lados, ou fintar e entrar com explosivas quedas. Defensivamente, a brasileira ainda deixa buracos na parte em pé e ainda não conseguiu melhorar a dificuldade que possui de lidar com chutes baixos. Quem explora essa tática (Como Jessica Aguilar fez bem), corta a movimentação e torna Gadelha um alvo mais fixo, pronto para atacar.

Jéssica Andrade (16-6 no MMA, 7-4 no UFC) conseguiu uma improvável chance para desafiar o cinturão com muita habilidade e astúcia, seja dentro do octógono ou com as palavras. Após estrear sem muitas expectativas sendo nocauteada por Liz Carmouche ainda na categoria dos galos, a jovem brasileira enfileirou Rosi Sexton, Raquel Pennington e Larissa Pacheco. Foi derrotada por Marion Reneau, venceu Sarah Moras e teve sua vitória contra Pennington vingada pela americana. Então, tomou a melhor decisão de sua vida: com a criação da categoria dos palhas, Jéssica baixou de peso e não precisou mais lidar com a desvantagem física e de envergadura que tinha na categoria dos galos.

O resultado foi uma nova sequência de três vitórias, que dessa vez a levaram à uma chance pelo cinturão, após bater a ex-desafiante Jessica Penne com a autoridade de um nocaute na metade do combate, finalizar Joanne Calderwood ainda no primeiro round e despachar a ex-campeã do Invicta Angela Hill na decisão. Quando todos contestavam a chance e achavam que ela seria dizimada, Andrade entregou luta para a campeã. Resistente, com um coração enorme e muito resiliente, levou o combate até a decisão, onde saiu derrotada. Pela boa exibição, Jessica declarou recentemente à nossa equipe (durante o Gracie Pro) que uma vitória contra Gadelha poderia colocá-la em nova disputa.

Faixa-marrom de mestre Giliarde Paraná na PRVT, a brasileira vem competindo no pano para evoluir seu jogo de solo. O striking conta com mãos pesadas e que batem em uma força até improvável para o seu tamanho. Baixinha, é capaz de derrubar vários Golias com alguns socos. Explora bem as combinações e os golpes retos e não tem medo de levar soco na cara. Encurta com violência e agressividade, trabalha bem no dirty boxing e ao se aproximar, leva os combates ao solo, onde com muita habilidade parte incessantemente em busca de uma finalização. Ou seja, Jessica é o protótipo de lutadora empolgante que o UFC adora e com apenas 25 anos, vai continuar evoluindo e habitando a elite dos palhas por muito tempo.
Claudia Gadelha vs Jessica Andrade odds - BestFightOddsEssa luta tem tudo para ser a melhor do evento. Duas lutadoras técnicas, explosivas, com coração enorme e que, definitivamente, pertencem à elite da categoria. Gadelha está em um nível técnico parecido com o da campeã. Possui uma movimentação melhor e está mais acostumada a lutar cinco rounds e, apesar de ter menos lutas na carreira, já foi mais testada que Jéssica em todos os aspectos, principalmente em confrontos contra a elite.

Jéssica bate forte e encurta bem. Resta saber se conseguirá encontrar Gadelha pelo octógono. Uma boa saída para a paranaense é explorar o maior ponto fraco de Gadelha, encher suas pernas com low kicks e torná-la um alvo mais “acertável”. Quando conseguir, Jéssica pode concluir o serviço no chão ou buscar uma finalização rápida.

É claro que a hipótese acima não pode, de maneira nenhuma, ser descartada. Mas para mim, o cenário mais provável é que Gadelha domine a movimentação, a distância, golpeie entrando e saindo rapidamente do raio de ação de sua adversária, eventualmente tente uma queda e garanta a vitória por decisão. É este o meu palpite.

Peso Leve: Takanori Gomi (JAP) vs. “Maestro” Dong Hyun Kim (COR)

Por Diego Tintin

Takanori Gomi (35-13 1NC no MMA, 4-8 no UFC) já foi uma das maiores estrelas do MMA mundial. Fez fila no finado PRIDE, onde ostentou o cinturão dos leves. Em 15 lutas no lendário evento japonês, o “Fireball Kid” perdeu apenas uma de modo oficial. Com status de maior ídolo do MMA asiático, migrou para o Sengoku, onde sofreu uma das maiores zebras de 2008 contra Sergey Golyaev. Desde então, parece ter perdido o rumo da carreira. Acabou contratado pelo UFC muito tarde.

Kenny Florian, Clay Guida, Nate Diaz, Diego Sanchez, Joe Lauzon, Myles Jury e Jim Miller. Todos tiraram uma casquinha do prestígio de Gomi e se aproveitaram da espiral descendente em que a carreira do japonês entrou. Na última luta, parecia um aposentado que se recusa a ver que não dá mais, finalizado em um minuto por Jon Tuck. Desde que pisou no octógono, o veterano tem vitórias apenas sobre concorrência mediana, e a última já tem mais de quarenta meses. Em quase nada Gomi lembra o nocauteador, ao mesmo tempo explosivo e metódico, que fazia a festa da torcida nas arenas asiáticas. Hoje em dia, escancara uma defesa frágil e pouco ameaça ofensivamente. A impressão que passa é que jamais veremos novamente o Menino da Bola de Fogo acertar aquela velha patada capaz de mandar qualquer peso leve para a vala.

O “Maestro” Dong Hyun Kim (14-8-3 no MMA, 1-2 no UFC) é conhecido por ser xará de nome e sobrenome de um compatriota mais famoso, um veterano porteiro do peso meio-médio. Mais por isso do que por seu rendimento dentro do octógono, inclusive. O coreano foi chamado às pressas para substituir Hyun Gyu Lim (que também luta neste evento) em sua terra natal contra Dominique Steele, pela divisão de cima. Foi nocauteado por um slam violento do americano e ganhou nova chance no seu peso de origem. Sofreu novo nocaute contra Marco Polo Reyes, mas ganhou uma incomum terceira chance por ter entregue uma boa luta.

A primeira vitória no UFC, contra Brendan O’Reilly veio através do seu jogo mais efetivo: grudar o oponente na grade, buscar a queda e trabalhar um ground and pound tímido, buscando abrir espaços para uma tentativa de submissão. Na luta em pé, Kim ainda parece muito verde e tenta não se expor muito, uma vez que sua técnica ainda é pouco desenvolvida.Dong Hyun Kim vs Takanori Gomi odds - BestFightOddsO Maestro é aquele tipo de adversário para um veterano como Gomi que se define como “se perder pra ele, vai empatar com quem?”. O coreano é um dos pesos leves menos perigosos do plantel do UFC, mas o problema do japonês aqui não é o seu adversário, e sim ele mesmo. Nos últimos combates, ele pareceu simplesmente não ter mais a mínima condição de lutar profissionalmente. Não sou romântico a ponto de acreditar no milagre da recuperação de uma hora para a outra. Aposto na vitória de Kim por submissão e mais uma evidência que Gomi precisa pendurar as luvas para seu próprio bem.

Peso Meio-Pesado: Gokhan Saki (TUR) vs. Henrique Frankenstein (BRA)

Por Gabriel Carvalho

O MMA sempre foi um conjunto das artes marciais, certo? Logo, sempre tive o sonho de ver lutadores gigantes de diversas artes marciais migrando para as artes marciais mistas, e foi isso que o holandês naturalizado turco Gokhan Saki (0-1 no MMA) fez. Na próxima sexta-feira, o ex-campeão do GLORY Kickboxing fará a sua estreia no UFC, e com uma promessa de interessante renovação.

É complicado fazer qualquer análise do que Saki pode mostrar no UFC, já que kickboxing e MMA são bem diferentes. Nos ringues, Saki tinha um interessante uso dos chutes baixos e variava o estilo conforme o tempo passava, depois investindo nos socos, com a capacidade de derrubar qualquer um com o seu poder.

A trajetória do paraense Henrique Frankenstein (12-3 no MMA, 2-3 no UFC) começou bem. Com duas vitórias, ele estava confortável na organização, mas decidiu aceitar algumas lutas com pouco tempo de preparação e emplacou três derrotas seguidas, a mais recente delas contra Ion Cutelaba, quando caiu em apenas 22 segundos.

Oriundo do muay thai, Henrique tem um trabalho interessante no clinch, bons chutes na linha de cintura e um poder de nocaute alto. No chão, sabe se virar até contra certo nível de competição. Definitivamente é melhor que Saki em tal aspecto. Os problemas do paraense são: defesa de quedas altamente vazada, preparo físico limitado e os graves problemas defensivos.

Gokhan Saki vs Henrique Da Silva odds - BestFightOddsFrankenstein é melhor que Saki no chão, o problema é que toda luta começa em pé e você tem que levar pro chão de alguma forma. O brasileiro não apresenta tal ferramenta no seu arsenal, o que tornará muito difícil de levar o turco pro chão. É claro que eu gostaria de ver como Gokhan se saí lutando no solo, mas o combate da sexta não deve ser um grande exemplo, com Saki nocauteando o brasileiro ainda no primeiro assalto.

Peso Pena: Teruto Ishihara (JAP) vs. Rolando Dy (FIL)

Por Gabriel Carvalho

Parece que o jogo virou para Teruto Ishihara (10-4-2 no MMA, 2-2-1 no UFC). Depois de chamar atenção no UFC pelo carisma e os dois nocautes sobre Julian Erosa e Horacio Gutierrez, Ishihara acabou sendo derrotado por Artem Lobov e Gray Maynard, lutadores da porção duvidosa do peso pena e acabou perdendo a chance de se juntar ao top 15 da divisão. Lutando em casa, Teruto terá a oportunidade de juntar os cacos.

Atleta do Team Alpha Male, Ishihara tem um estilo diferente do pacote clássico da academia, usando mais a troca de golpes e com uma interessante troca de bases, além de ter um trabalho de mãos decente e com alto poder de nocaute. Teruto costuma manter a guarda baixa a todo momento, o que foi um grande problema contra Lobov, e também tem problemas para defender quedas, visto contra Maynard.

Um dos pré-selecionados ao Barangão 2017 na lista do “O que estou fazendo no UFC?”, Rolando Dy (8-5 no MMA, 0-1 no UFC) estreou em junho no octógono e tomou um baita vareio de Alex Caceres, nada surpreendente com um casamento tão bizarro desses. O filipino tem base no boxe e gosta de usar contra ataques, mas sofre com os problemas de sua ruindade natural e movimentação pífia.

Rolando Dy vs Teruto Ishihara odds - BestFightOddsO UFC Japão tem diversos casos de combates que podem ser bem legais, e Ishihara vs. Dy é mais um caso. Em um casamento totalmente favorável, Ishihara não deve ter muitos problemas para encurralar Dy e nocautear ainda no primeiro assalto. Outro resultado diferente disso é surpresa.

Peso Pena: Mizuto Hirota (JAP) vs. Charles Rosa (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Com 36 anos de idade, Mizuto Hirota (19-8-2 no MMA, 1-3-1 no UFC) tem mais um desafio e agora tenta manter o seu emprego. Depois de vencer o “Road to UFC: Japan” junto de Teruto Ishihara, ele venceu Cole Miller e acabou tomando um passeio de Alexander Volkanovski, no UFC Fight Night 110. Hirota tem base no boxe e no wrestling. Nada que nos lembre de Naoya Inoue ou Saori Yoshida, mas ele sabe trabalhar algumas boas combinações e acerta o tempo de entrada de algumas quedas. O problema para Hirota é a questão física, já que ele não é mais nenhum garoto e teve muitas dificuldades no corte de peso, sequer passando perto do limite de 145 libras.

Após uma estreia bem legal contra Dennis Siver, Charles Rosa (11-3 no MMA, 2-3 no UFC) acabou não tendo outras grandes performances no octógono, sequer emplacando duas vitórias seguidas desde a sua assinatura de contrato. Rosa com certeza é um lutador divertido de se assistir. Tem um estilo pouco ortodoxo, troca de bases a todo instante e mostra características do taekwondo no seu jogo, com alguns chutes laterais interessantes.

Charles Rosa vs Mizuto Hirota odds - BestFightOddsCaso Hirota tenha se recuperado bem fisicamente, ele tem condições de encurralar Rosa e usar bastante o clinch e as quedas para conseguir a vitória, mas a nossa aposta aqui é que o estilo meio confuso do americano vá prevalecer, com um triunfo por decisão unânime.

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Tava apostando no Hirota, mas depois da pesagem simplesmente desisti, o bicho ia desmaiar mesmo. Ishihara treina na TAM e não tem defesa de quedas, baranga. E Gomi x BJ Penn com clausula de dupla aposentadoria, pra já também…

    Pra mim a vencedora de Claudia x Jessica depende da área em que a luta vai predominar, em pé favoreceria a Jessica, no chão a Gadelha, vai ser bacana

    • Gabriel Carvalho

      Pior que eu apostaria no Penn contra o Gomi.

    • Binho Vianna

      Idonaldo vc aposta mesmo $$ em MMA? Concordo com a prévia do site e esse evento tá bom de ganhar dinheiro, melhor aposta é Jumeau pela odd de valor. Parece que a luta do Hirota caiu por motivos de saúde, vi no Twitter, tinha apostado no over nessa luta e no Hirota como underdog, espero que tenha caído mesmo.

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Só modo de falar mesmo hahaha, tenho coragem não

        • Binho Vianna

          não é questão de coragem, mas de conhecimento, se tem bom conhecimento as chances de ganhar dinheiro são altas.

    • Gabriel Carvalho

      Bem, agora ninguém mais aposta no Hirota porque a luta caiu hahahahha

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Ainda bem, na pesagem dava pra ver que não ia ter condições, fizeram o certo.

  • William Oliveira

    Espero que o Saki seja rápido e brutal, assim quem sabe Rico Verhoeven se anima e adianta a vinda pro MMA. Esse sim boto muita fé, por ser mais jovem.

    • Gabriel Carvalho

      O Verhoeven já fez uma luta de MMA em 2015, mas não voltou.

      • William Oliveira

        Sim, sei disso, falo da transição por completo, ele deu algumas entrevistas falando que já não era questão de “se” e sim de “quando” mas nada..

        Inclusive ele foi muito bem e soube aproveitar o GnP naquela luta, embora fosse contra um cara relativamente verde também.

    • Matheus V.

      Quem eu pensei que fosse fazer a transição era o Spong, mas não vai rolar mesmo, principalmente agora que ele está indo bem no boxe.
      O Verhoeven seria no-brainer no MMA também, principalmente por treinar na AKA!

  • James sousa

    Dar para esperar uma atuação da Claudinha parecido com a que ela tevê contra a Karol?

    • Gabriel Carvalho

      Olha, o jiu-jítsu defensivo da Jéssica já apresentou falhas. Não acho difícil que a Cláudia finalize de novo.

  • Rafael Maia

    OSP é um homem de um braço só! Mas eu aposto que ele usa esse braço e coloca o Okami para dormir!

  • Rafael Maia

    OSP é um homem de um braço só! Mas eu aposto que ele usa esse braço e coloca o Okami para dormir!

  • Isabella Kida

    Confesso que sempre fico ansiosa pra ver a performance de um lutador que migra de alguma arte marcial específica para o MMA. Veremos!