UFC Fight Night 112: Chiesa vs. Lee – Prévia das Principais Lutas

Apesar de não ser a principal atração do fim de semana no MMA, o UFC Fight Night 112 traz duelos importantes e interessantes para fechar o primeiro semestre da maior organização do mundo.

Os fãs de MMA viverão um final de semana diferente, no qual um evento do UFC não será a principal atração do esporte. Isso não significa que os matchmakers da maior organização do mundo trabalharam mal. O UFC Fight Night 112, que acontece neste domingo, na Chesapeake Energy Arena, em Oklahoma City, traz alguns duelos importantes e até um futuro Hall da Fama.

A luta principal pode causar espanto pela baixa popularidade, mas não se pode dizer que o encontro entre os pesos leves Michael Chiesa e Kevin Lee não tem potencial enorme de entretenimento. Antes deles, os médios Tim Boetsch e Johny Hendricks elevarão as chances de um corpo acabar estirado no chão, assim como Tim Means e Alex Garcia, pelo peso meio-médio, prometem uma prévia da Terceira Guerra Mundial.

O interminável BJ Penn coloca mais uma vez sua reputação em jogo no peso pena, agora contra o também desgastado Denis Siver. Na mesma pegada, Clay Guida terá pela frente o bem mais jovem Erik Koch, pela divisão dos leves. Puxado das preliminares, o encontro entre a ex-campeã Carla Esparza e Maryna Moroz vale a aproximação do top 5 do peso palha.

O canal Combate exibirá o UFC Fight Night 112 ao vivo e na íntegra a partir das 18:30, pelo horário oficial de Brasília.

Peso Leve: #7 Michael Chiesa (EUA) vs. #12 Kevin Lee (EUA)

Por Gabriel Carvalho

A categoria peso leve sempre proporcionará interessantes duelos, e a luta principal da edição do UFC em Oklahoma City não é exceção. Os ascendentes Michael Chiesa e Kevin Lee devem fazer um confronto de ótimo nível para fechar o primeiro semestre do UFC.

Michael Chiesa

Vencedor do TUF 15, uma das melhores temporadas recentes do reality show do UFC, Michael (14-2 no MMA, 7-2 no UFC) trilhou um caminho interessante no octógono. Apesar das derrotas para Jorge Masvidal e Joe Lauzon, ele conseguiu emendar três vitórias, inclusive sobre Jim Miller e Beneil Dariush, que colocaram o “Maverick” no top 10 do maior tanque de tubarões do MMA.

Uma das coisas que mais curiosas em Chiesa é o fato dele ser um membro do top 10 e, ao mesmo tempo, um cara unidimensional. Sua trocação é baseada em volume, mas sem o menor ajuste nas angulações e com pouca técnica no soco. Com um wrestling bem aguerrido, Michael tem o jiu-jítsu de elevado nível, sabendo controlar as posições, reverter algumas situações em perigo e aproveitar brechas para finalizar. As derrotas para Masvidal e Lauzon amadureceram Mike, que melhorou bastante depois disso.

Kevin Lee

Com apenas 24 anos de idade, Kevin Lee (15-2 no MMA, 8-2 no UFC) é um dos principais prospectos do peso leve no UFC, posto obtido por ser um lutador bem ativo e divertido de assistir. Depois do surpreendente revés para Léo Santos, Lee emplacou quatro triunfos em sequência, o mais recente deles contra Francisco Massaranduba, no UFC Fortaleza.

Em meio a ofensas no Twitter, dedos médios apontados para a torcida e briga em coletivas de imprensa, Lee definitivamente é um bom lutador. Sua parte em pé é decente, principalmente o uso dos chutes na costela e até quando arrisca algum mais alto. O trabalho de mãos ainda pode melhorar, assim como a defesa de golpes, o que não deve ser grande problema com Chiesa, mas definitivamente preocuparia contra Edson Barboza, Beneil Dariush ou Michael Johnson. O wrestling é o seu forte, com um ótimo tempo para entrada de quedas, sempre aproveitando para agarrar as costas dos oponentes.

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Um ponto definitivamente é crucial para definir este combate: Lee tentará torná-lo uma luta de grappling? O rapaz é muito confiante nas suas habilidades e inclusive tem mais competência para colocar adversários no solo, mas é um risco desnecessário tentar dominar Chiesa no chão nos rounds iniciais. Se montar uma estratégia baseada em manter a luta em pé e controlar a distância no começo, Kevin tem a capacidade de cansar Mike e conseguir um nocaute ou finalização no terceiro ou quarto assalto.

Peso Médio: Tim Boetsch (EUA) vs. Johny Hendricks (EUA)

Por Alexandre Matos

Tim Boetsch

Tentaram recuperar o Bárbaro. Depois de ver o conto de fadas das quatro vitórias seguidas virar o pesadelo de seis reveses em oito lutas, Boetsch (20-11) respirou com um par de nocautes sobre o falecido Josh Samman e Rafael Sapo. No combate seguinte, Tim virou tapa-buraco num confronto sem nenhum sentido contra Ronaldo Jacaré, quando o então candidato a desafiante não tomou conhecimento e o finalizou sem cerimônia alguma.

O que falar de Boetsch a uma altura dessa dos acontecimentos? Conforme o tempo passa, ele vai se tornando um rascunho de si próprio, que já não era grandes coisas nem na boa fase. Quando baixou de categoria, Tim ficou um peso médio muito forte e viu seu poder de punch ampliado. Porém, os anos foram tirando a mobilidade, a resistência e até mesmo o QI de luta. Ele esqueceu que já teve qualidade nas quedas e virou refém do punho, numa estratégia que tem limite curto.

Johny Hendricks

Mudar de categoria às vezes, ou quase sempre, é motivado por uma tentativa de salvar a carreira. Hendricks (18-6) não é exceção. O ex-campeão dos meios-médios cansou de sofrer para diminuir a barriga recheada de hambúrguer e subiu ao peso médio. Na estreia, o matchmaker Mick Maynard foi bonzinho e lhe deu outro meio-médio que cansou de cortar peso. Com lapsos do brilhantismo de outrora, Johny conseguiu uma vitória protocolar para afastar o risco de aposentadoria.

Sempre torceremos por uma reedição do Hendricks que desfilou talento e estirou corpos entre 2012 e 2015, período no qual conquistou o cinturão após levar terror a Georges St. Pierre. Antes, ele era um wrestler de alto nível com uma bazuca na mão esquerda. Depois, virou um striker muito mais técnico, capaz de se movimentar, de chutar, que não dependia apenas de uma pedrada, mas que ainda tinha poder de nocaute para aterrorizar qualquer um. Talvez sofrer menos antes da pesagem possa ressucitar aquele talento. Porém, não devemos esquecer que Hendricks virou um peso médio muito pequeno, que pagará por isso quando a qualidade da oposição subir.

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O fato mais importante da vitória de Hendricks sobre Lombard foi a postura mais agressiva, com mais vontade de estar ali. Isso será fundamental para uma carreira digna na nova categoria.

A diferença de velocidade a favor de Hendricks tende a ser ainda maior contra Boetsch do que foi contra o cubano. Ainda mais à vontade na categoria, mais acostumado a lutar carregando mais peso, o ex-campeão deve evitar o risco do clinch e usar uma movimentação mais leve, jogando combinações de socos e chutes, misturando com entradas aplicando joelhadas na linha de cintura para rapidamente sair do risco de ser derrubado e cair por baixo do pesadão adversário. Talvez Hendricks não tenha punch para nocautear o massivo Boetsch, mas tem habilidade para levar uma decisão sem maiores sustos.

Peso Pena: BJ Penn (EUA) vs. Dennis Siver (ALE)

Por Diego Tintin

BJ Penn

E esse BJ Penn que não pede a conta, hein? O garçom já virou todas as outras cadeiras e as colocou sobre as mesas, mas o camarada lá, pedindo a saideira que insiste em nunca terminar.

Um final de carreira até certo ponto constrangedor para um dos mais espetaculares lutadores que o MMA já viu. Dono de mãos ágeis, velocidade incrível, jiu-jítsu de elite e um enorme coração de guerreiro, o havaiano foi por algum tempo o melhor lutador do mundo com menos de 75 quilos. No UFC, conquistou o cinturão dos pesos leve e meio-médio, teve duelos épicos contra Georges St. Pierre e Matt Hughes e garantiu com sobras seu lugar no Hall da Fama.

Com tanta história, uma vida financeira estável e a admiração eterna dos fãs, é quase um ponto pacífico que o “Prodígio” já deveria ter pendurado as luvas que costumava lamber ao conseguir mais uma finalização. É com uma combinação de agonia e compaixão que assistimos a quatro derrotas contundentes desde 2011 e é cada vez mais claro que não dá mais. Já são quase sete anos desde sua última vitória, no ponto final da trilogia contra Hughes.

Dennis Siver

Dennis Siver é outro que vê seus melhores momentos somente pelo retrovisor. Depois de uma primeira passagem pelo UFC sem deixar boa impressão, demitido após um 1-3, o russo naturalizado alemão voltou bem à organização e chegou a se colocar no radar dos candidatos a desafiante. Porém, as derrotas reapareceram, as lesões fizeram com que lutasse numa frequência cada vez menor e lá se vão quase três anos de sua última vitória.

Muito forte e com centro de gravidade baixo, Siver tem talento na luta em pé, com força bruta e coragem de sobra. São famosos os seus “coices” desferidos com precisão na região abdominal dos adversários. O desempenho físico foi diminuindo e hoje é uma grande incógnita, com baixa expectativa, levando em consideração que, em sua última luta, há dois anos, já parecia ter pouca gasolina no tanque. O sósia do 007 Daniel Craig volta ao octógono nos Estados Unidos pela primeira vez após servir de escada para um ainda promissor Conor McGregor, num evento de enorme audiência na América do Norte.

B.J. Penn vs Dennis Siver odds - BestFightOdds

Com reflexos lentos, pouco gás e a capacidade que os dois têm de suportar castigo, uma preocupação deste combate é inicialmente com a saúde dos veteranos. Siver apresentou uma decadência menos brutal nos últimos combates, mas está há tanto tempo sem lutar que é uma possibilidade real ter alcançado o nível triste de BJ. Em um combate que não deve ser dos mais empolgantes, apostamos aqui uma vitória do europeu por decisão.

Peso Leve: Clay Guida (EUA) vs. Erik Koch (EUA)

Por Diego Tintin

Clay Guida

Clay Guida é outro sujeito que nos dá a certeza que, se esse evento fosse em 2010, assistiríamos a uma noite memorável de lutas. Incansável nos seus bons tempos, o “Carpinteiro” enfileirava bônus atrás de bônus, lutando de maneira inconsistente, mas sempre com uma intensidade quase inacreditável. Mas o tempo, esse sacana, passou e levou o que Guida tinha de melhor, deixando apenas um wrestler burocrático e bastante pragmático no seu lugar.

Depois de chegar perto de uma disputa de título no peso leve, Clayton passou uma temporada entre os penas, com quatro derrotas para integrantes do top 10 da divisão, enquanto via seu gás e sua resistência diminuirem. Acusando um sofrimento no corte de peso, decidiu retornar à sua divisão de origem para este combate, buscando encontrar o ímpeto perdido entre um arroto e outro na sua carreira repleta de resultados irregulares.

Erik Koch

Erik Koch é um lutador talentoso e versátil que esteve muito próximo de disputar o cinturão do peso pena no Rio de Janeiro contra José Aldo. A luta esteve marcada, o rosto de Koch estava impresso nos ingressos e ele chegou a vir para o Brasil nos eventos promocionais pré-luta. Porém, uma das muitas lesões que o assombram desde seu início no MMA tratou de frustrá-lo, como aconteceu em várias outras ocasiões dali em diante.

Quando consegue se manter saudável, Erik sempre tratou de conquistar boas vitórias e vender caro algumas derrotas para gente da elite, como Ricardo Lamas e Dustin Poirier. Faixa-preta de taekwondo, possui combinações muito interessantes na longa distância e coragem para trocar pancadas também na curta, aceitando o que vier de volta com dignidade e valentia. Além disso, é oportunista na luta de solo e tem uma defesa de quedas razoável, normalmente suficiente para impedir o sucesso de wrestlers menos habilidosos.

Clay Guida vs Erik Koch odds - BestFightOdds

Continuando no assunto da última frase, o wrestling de Guida, somado com seu gás e mentalidade insistente, era suficiente para dar cabo de Koch nos seus melhores momentos. Por ora, imaginemos duas escadas rolantes de shopping, uma em cada sentido. Na que desce está Clay e na que sobe, Erik. Uma hora eles estão no mesmo ponto e a partir dali, Erik fica mais acima e se distancia. Acredito que o ponto de interseção na carreira dos dois já tenha passado e, no momento, fico com uma vitória de Koch por nocaute.

Peso Palha: #8 Carla Esparza (EUA) vs. #10 Maryna Moroz (UCR)

Por Anderson Cachapuz

Carla Esparza

Carla Esparza (11-4 no MMA e 2-2 no UFC) definitivamente pode se considerar uma pioneira neste esporte. Primeira campeã do peso palha do UFC, a “Cookie Monster” também participou do primeiro torneio feminino do Bellator e também foi a primeira campeã da categoria no invicta. No TUF 20, que valeu o cinturão inaugural da categoria, foi ranqueada como a número 1 da casa e também a primeira escolha de Anthony Pettis no programa. Após ser destronada por Joanna Jedrzejczyk, recuperou-se com vitória sobre Ju Thai e sucumbiu novamente para Randa Markos.

A ex-campeã é uma lutadora consistente e com um arsenal decente, muito embora a confiança tenha lhe abandonado em suas últimas lutas. O wrestling de All-American suporta um jogo sufocante de clinch, com aproximações explosivas e boa utilização do peso do corpo no jogo de solo. A faixa roxa de jiu-jítsu dada pela família Gracie faz com que seu jogo de chão seja perigoso, muito embora bem metódico. Em pé, a americana troca razoavelmente, mesmo sem tanta potência, mas consegue nocautear algumas incautas desavisadas que esperam apenas jogo de grade e abafa. Defensivamente, tem buracos como qualquer outra. Precisa melhorar o condicionamento físico, pois costuma cansar na parte final de seus combates.

Maryna Moroz

Do outro lado do octógono estará a “Dama de Ferro” Maryna Moroz. A ucraniana de 25 anos começou a treinar boxe ainda na infância, mas, sem oportunidades de se profissionalizar no país, migrou para o MMA, modalidade na qual teve ascensão meteórica. Em menos de um ano, abriu cartel de 5-0, com quatro chaves de braço e um nocaute, e foi chamada para estrear no maior evento do mundo enfrentando a escocesa Joanne Calderwood, quando chocou o mundo finalizando via chave de braço, chegando à sua quinta vitória no primeiro round.

Muito técnica, oportunista e bem alta para a categoria, Maryna deveria trabalhar mais o boxe, sua especialidade – ela é “Master of Sport” em boxe e kickboxing e fez parte da seleção amadora de boxe em seu país. O kickboxing fluido também é subvalorizado até aqui no UFC, pois Moroz gosta mesmo é de usar a arte suave em seus combates. O ímpeto que lhe trouxe a primeira vitória acabou sendo um pouco contido (uma pena), com uma derrota via decisão para Valerie Letourneau e duas vitórias seguintes sobre Cristina Satanciu e Daniele Taylor, em lutas não tão movimentadas assim.

Carla Esparza vs Maryna Moroz odds - BestFightOdds

Em um cenário mais cômodo e lógico para se prever, Carla deve tentar cautelosamente a aproximação e o clinch, chegando ao solo em posição de vantagem e pesando bem para não dar brechas para a perigosa Moroz. Maryna deveria tentar manter Carla afastada usando o boxe e o kickboxing, lutando na longa distância até vencer por decisão ou mesmo conseguindo um nocaute, explorando as combinações. No entanto, acho que isso não vai acontecer. Esparza deve aproximar, grudar e derrubar, com chances razoáveis de Moroz até puxar para a guarda tentando uma finalização. Se Carla der brechas, acabará finalizada. Caso consiga êxito em seu plano, o que é mais provável, sairá vencedora na decisão. Para não ficar em cima do muro, meu palpite é contra a maré: Moroz por finalização no terceiro round.

  • James sousa

    E triste ver o BJ Penn nessa situação não sendo favorito contra praticamente nenhum lutador fo plantel do UFC

    • Lero

      Podem marcar uma despedida dupla contra Takanori Gomi

      • Gabriel Carvalho II

        A vida já se despediu do Takanori Gomi, nem tem necessidade disso.

      • Disputa do melhor do mundo com 10 anos de atraso. A primeira luta foi prematura.

    • Gabriel Carvalho II

      Pior que ele ainda tem leve chances com o Siver, foi um casamento bem justo até.

  • Binho Vianna

    Moroz é uma boxer que tem punch de criança, não será suficiente para repelir a Esparza que se sobrou algo do que era há alguns combates atrás, vence com certa tranquilidade. BJ Penn é aquele garoto rico que não precisa brigar por comida e tá levando na brincadeira. Ficaria triste em ver o Guida fora do UFC, aqueles arrotos carregam niilismo e desafio ao “status quo”…

    • Eu acho que o perigo que a Esparza corre não é esse, mas sim quando derrubar e cair por cima. Ela é pequena, a Moroz é bem maior. Carla pode levar um bote da guarda ou ser raspada. Ainda assim eu aposto na Esparza, mas tá longe de ser uma luta sem risco.

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    E pra variar Johnny Hendricks se fode com a balança mais uma vez!!! Fez o camp no Burger King, 188 é sacanagem, tomara que o Bárbaro nocauteie pra ele tomar vergonha na cara.

    E na torcida por Clay Guida, eu olhei no tapology ele ainda consta como da Elevation e no sherdog como da Jackson-Wink, mas pelo que vi ele tá na Alpha Male (até no TUF), é a primeira luta dele com a TAM?

    • Gabriel Carvalho II

      Absurdo mesmo.

    • Rafael Oreiro

      Acho que o Guida fez o camp na Alpha Male sim

    • Camp no Burger King o/

  • Marcos E

    No começo, achei estranho. Mas agora ja acredito que esse revezamento no texto das prévias foi uma das melhores idéias do site.

    • Desenvolva seu pensamento, por favor.

      • Marcos E

        Cara, eu gostava das prévias quando eram assinadas só por você. Depois, quando começaram a entrar mais pessoas para fazer as prévias, achei meio esquisito. Quando esse esquema começou – com várias pessoas assinando as prévias – eu lia, mas não me empolgava. Tinha impressão que os textos estavam impessoais. Mas agora, acho que os textos estão ficando melhores. Principalmente, os trechos do Tintim, que são excelentes. Até estou curtindo ver a diferença de estilo de cada um. Fica bacana. A gente escuta os podcasts, lê as matérias, as prévias, os comentários e começa a entender melhor o jeito de cada integrante da equipe do site.

  • Ricardo Sedano

    Bigg Rigg trilhando o caminho para ser o Big Country…