Por Edição MMA Brasil | 05/07/2018

Em ritmo de Copa do Mundo chegamos para mais uma International Fight Week e, depois de um intervalo de quatro meses longe da sua casa, o UFC retorna em Las Vegas para dois cards. O principal deles, o UFC 226, é o maior evento do ano até aqui, com uma disputa histórica no peso pesado, mas antes da porção principal do evento, sete lutas abrem a noite mais aguardada pelos fãs de luta até o momento.

Dentre os combates temos um dos mais aclamados prospectos brasileiros tentando se estabelecer no Top 10 do peso médio de uma vez por todas em Paulo Borrachinha, Raphael Assunção seguindo em sua via cruxis e algumas promessas de pancadaria.

Confira então a prévia das lutas iniciais, que terão início às 18:50h no Horário de Brasília, com transmissão exclusiva do Combate.

Peso Médio: #9 Uriah Hall (EUA) vs. #10 Paulo Borrachinha (BRA)

Por Anderson Cachapuz

Uriah Hall

Eternamente conhecido por sua participação no The Ultimate Fighter 17, Uriah Hall (13-8 no MMA, 6-6 no UFC) quase viu o seu emprego desaparecer após uma sequência de derrotas para Robert Whittaker, Derek Brunson e Gegard Mousasi. O UFC estava quase assinando o aviso prévio quando o jamaicano tirou uma vitória da cartola contra Krzysztof Jotko, em outubro passado.

Bem, a esta altura do campeonato são poucos os que não conhecem o “Primetime”. Seu striking de elite é capaz de produzir todo e qualquer tipo de golpe de todos os ângulos possíveis e imagináveis, fruto da mistura da faixa preta em caratê e do praijed preto de muay thai. Ocorre que sua mente trava seu corpo, evidenciando os milhares de buracos em seu jogo, a começar pela defesa de quedas falha e o jogo de solo que inexiste e está tentando ser melhorado com a faixa azul de jiu-jítsu. Apesar de gerar perigo qualquer que seja sua posição, Hall fica cada vez menos assustador à medida que sua explosão vai decaindo com a idade que vem chegando.

Na contramão de tudo que eu falei acima temos Paulo Henrique Costa, o “Borrachinha”Paulo Borrachinha (11-0 no MMA e 3-0 no UFC). Também oriundo do TUF, quando foi do time de Wanderlei Silva no TUF Brasil 3 em 2014, Borrachinha não deixou saudades, não atingiu o mainstream, não aplicou nocautes brutais e nem ficou famoso. Ainda muito jovem e bastante cru aos 24 anos, perdeu ainda no primeiro combate e apenas fez figuração no programa. Nem sequer impressionou o suficiente para ganhar uma chance no TUF Finale.

Seguindo seu caminho, enfileirou várias barangas® em território nacional (todas com nocautes) para enfim chamar a atenção do maior palco do MMA. Evoluiu seu boxe sob a batuta de Rubens Dórea, irmão de Luiz Dórea, e chegou ao UFC com a performance da noite com mais um nocaute sobre Garreth McLellan. Após, despachou também Oluwale Bangbose e aposentou Johnny Hendricks, ambos também com nocautes.

Borrachinha é um striker potente. Não falo que é de elite pois ainda carece de explorar outras armas para receber tal honraria de minha parte. Sua força parte dos punhos diretamente para a cara de desavisados adversários. Precisão, explosão e destreza garantem vitórias. Vitórias garantem projeção e dinheiro. Na terra arrasada dos médios, o mineiro de 27 anos encontra-se no auge da forma física e técnica e ganha espaço no top 10 e pode sonhar com vôos maiores. Resta saber se terá a astúcia necessária para melhorar os outros aspectos do seu jogo afim de frequentar um top 5 ou até sonhar com a cinta.

Das suas 11 vitórias, 10 foram por nocautes e 1 por finalização. Apenas no UFC ouviu a buzina que encerra o primeiro round e por apenas duas vezes. Não sabemos como é o gás de Borrachinha, e nem seu jogo de chão. Hendricks até tentou testar ambos, mas foi intimidado pela forte mão do mineiro. Porém, isso não deve ser um problema neste combate, apenas para o futuro próximo.

Paulo Costa vs Uriah Hall odds - BestFightOdds
 

Dois strikers de elite que estão em momentos opostos na carreira. Um em ascensão e outro ainda não em queda livre, mas sem muitas perspectivas. Existe a máxima de quando dois strikers muito talentosos se enfrentam o combate vai ao solo. Não acredito que esta máxima entre no octógono desta vez. Hall e Borrachinha devem fazer a chinela cantar com gosto e nos livrar do show de horrores que seria esta luta no solo.

Borrachinha é muito potente e Hall é um excelente contragolpeador. O brasileiro precisa se aproximar com cautela para não dar brechas para o jamaicano e ser pego de surpresa por algum chute vindo de lá de trás dos montes. Quando estiver seguro, deve explodir e tentar mandar o “Homem Ambulância” para o hospital. Hall deve se movimentar bastante lateralmente, golpeando sempre que entrar no raio de ação do brasileiro e buscar a periferia do octógono para fazê-lo cansar. Buscar o clinch também é uma excelente opção para o americano, afim de cansar os braços do brasileiro e tirar sua potência para conseguir sua vitória na parte final da luta, seja por nocaute ou dominando os dois últimos rounds.

Como falei acima, não sabemos como Borrachinha se comportará se o segundo round se alongar demais. Hall está um pouco mais acostumado, mas depende diretamente de saber qual Hall sua mente mandará para o octógono. Meu palpite é que vamos continuar sem saber como é o gás de Borrachinha, com um nocaute ainda no primeiro round.

Peso Galo: #3 Raphael Assunção (BRA) vs. #11 Rob Font (EUA)

Por Matheus Costa

Raphael Assunção

O confronto dos subestimados Raphael Assunção e Rob Font promete trazer um bom duelo em termos de técnica e ritmo para o card do bom UFC 226 neste sábado, sem dúvida alguma.

Oriundo do jiu-jítsu, Raphael Assunção (26-5 no MMA, 10-2 no UFC) era um lutador que não tinha muita perspectiva de futuro na categoria quando chegou ao UFC. Entretanto, o brasileiro evoluiu tanto, mas tanto, que é um lutador infinitamente superior e indiscutivelmente um dos melhores da categoria. Suas três vitórias consecutivas sobre Aljamain Sterling, Marlon Moraes e Matthew Lopez mostram isso, com sua última derrota sendo para ninguém menos que o atual campeão TJ Dillashaw.

Sem esquecer suas origens, Assunção evoluiu principalmente em pé, tornando-se dono de um boxe ágil e técnico, alinhados com sua movimentação e footwork de bom grado. Por mais que tenha nocauteado Matthew Lopez na última luta, sendo seu primeiro nocaute desde 2012, o brasileiro não possui mãos pesadas, mas sim técnicas e ágeis. Além disso, Assunção evoluiu significativamente no wrestling, com destaque para o seu ótimo controle posicional, algo que destoa em comparação com a maioria da categoria.

Rob Font

Rob Font (15-3 no MMA, 5-2 no UFC) é, sem dúvida alguma, um dos lutadores mais subestimados da categoria dos galos, que acaba passando fora do radar dos fãs por não se promover com tanta frequência em uma categoria que já não é muito explorada e promovida pela organização. Com duas vitórias nas últimas três lutas – todas contra brasileiros – Font vem de vitória impressionante sobre Thomas Almeida por nocaute em uma belíssima atuação técnica.

Dono de um bom boxe totalmente alinhado com boas combinações e uso abusivo de seus jabs, Font possui mãos pesadíssimas e um poder de nocaute nato. Na luta agarrada, Font tem um bom jogo ofensivo e possui boas transições, principalmente quando pressiona seu oponente, mas ainda possui alguns buracos em seu jogo, como no seu jiu-jítsu defensivo.

Raphael Assuncao vs Rob Font odds - BestFightOdds
 

Tenho a percepção que iremos assistir um combate mais equilibrado do que os fãs pensam, se desenvolvendo em pé por um bom tempo. Entretanto, acho que o wrestling de Raphael pode fazer a diferença e, como seu jogo de luta agarrada é superior, e aposto numa vitória por decisão unânime do brasileiro.

Peso Meio-Médio: Curtis Millender (EUA) vs. Max Griffin (EUA)

Por Thiago Kühl

Curtis Millender

Curtis “Curtious” Millender (15-3 na carreira, 1-0 no UFC), volta ao octógono pela segunda vez em 2018, após belo nocaute aplicado contra Thiago “Pitbull” Alves em fevereiro, já acumulando quatro vitórias pela via dolorosa nas suas últimas 5 lutas (quatro delas pelo LFA). O americano de Anaheim é um peso meio-médio gigante – 1,91m de altura e 1,93m de envergadura – se valendo muito bem da vantagem física que normalmente tem em relação aos seus adversários para fazer valer seu jogo de trocação que, por motivos óbvios, é muito baseado em sua grande pujança física, porém sem um grande volume de golpes.

Se há grande potência no striking, por outro lado, maior buraco no jogo de Millender é o grappling, que foi explorado por oposição de qualidade bastante duvidosa durante a carreira do americano, Entretanto, para sua sorte, o adversário deste sábado não é nada próximo de um especialista na área, portanto ele não terá muito com o que se preocupar neste aspecto. Outra questão que pode ser determinante. é que ainda que possua vantagem grande na altura, Curtis terá a sua frente um adversário com a mesma envergadura, como poucas vezes na carreira.

Max “Pain” Griffin (14-4 no MMA, 2-2 no UFC), chegou como umMax Griffin desconhecido para a maior parte dos fãs e em suas três primeiras lutas demonstrou bem qual era o seu estilo de jogo. Foi constrangido por Colby Covington, nocauteou Erick Montaño e perdeu – entregando ótima luta – para Elizeu Capoeira, em São Paulo. O UFC então decidiu nos brindar com o que se imaginaria ser uma pancadaria sem tamanho, marcando a quarta luta de Max, desta vez contra Mike Perry, reconhecidamente um vândalo. Porém parece que há consciência em Griffin, que controlou bem a distância, evitou a pancadaria, não usou o queixo como maior artigo de defesa e conseguiu melhorar seu cartel no UFC.

O jogo de “Pain”, assim como do seu adversário, é bastante unidimensional. Especialista em bok-fu-do, o “sistema do tigre branco”, que reune aspectos do kung fu, taekwondo, kempo e ju-jutsu e pupilo do ex-campeão mundial de kickboxing Dave “The Madman” Marinoble, tinha se mostrado um lutador bastante visceral até a luta contra Perry, sempre avançando incessantemente contra os adversários e imprimindo alto volume, mas conseguiu mostrar outra faceta do seu jogo na última luta, mais inteligente.

Curtis Millender vs Max Griffin odds - BestFightOdds
 

Griffin versus Millender pode ser desde uma chatíssima competição de encaradas – caso o primeiro decida evitar o infight e o segundo mantenha o baixo volume de golpes – ou até mesmo uma pancadaria que acabe com um dos dois acordando com a lanterninha do médico. Muito disso depende de qual Max Griffin irá entrar no octógono, o vândalo pré-luta com Perry ou o lutador mais comedido e estratégico que apareceu em seu último combate. Se optar pela primeira abordagem, colocando pressão e encurtando a distância, apesar dos riscos envolvidos, pode ser agraciado com uma vitória. Apostando nisso, vamos com o azarão. Max Griffin pela via dolorosa.

Peso Leve: Dan Hooker (NZE) vs. Gilbert Durinho (BRA)

Por Rafael Oreiro

Dan Hooker

Depois de uma carreira inconstante no peso pena – com três vitórias em seis lutas no UFC – Dan Hooker (16-7 no MMA, 6-3 no UFC) ganhou vida nova ao subir para os leves. Ele estreou na categoria conseguindo um dos nocautes mais bonitos de 2017, apagando Ross Pearson com uma joelhada de encontro, e deu prosseguimento a boa fase finalizando o prospecto Mark Diakiese no UFC 219. Em seu último combate, acabou repetindo a dose do duelo com Pearson, nocauteando Jim Miller ainda no primeiro round com outra joelhada certeira.

Lutador com anos de experiência na Tiger Muay Thai MMA, academia na Tailândia – apesar de não realizar mais seus camps de treinamento lá – Hooker é um lutador de ótima qualidade no muay thai, podendo assumir tanto o papel de agressor quanto buscar uma abordagem mais metódica, usando seu alcance gigante para a categoria para fazer uso de golpes longos, variando bastante entre socos e chutes. O neozelandês é oportunista e bastante perigoso com seus contragolpes, como demonstrou em seus nocautes contra Pearson e Miller, tendo um bom gosto também por acertar golpes no corpo. Ele hoje apresenta menos falhas defensivas do que em seu começo de carreira no UFC, mas ainda possui certa dificuldade em lidar com lutadores que imponham pressão e impeçam com que ele mantenha sua distância.

Hooker é hoje um lutador mais completo, tendo evoluído no wrestling ofensivo e, apesar de ser somente faixa azul de jiu-jítsu, é bastante oportunista com suas finalizações. Apesar da melhora recente, a defesa de quedas ainda é seu principal defeito e, por baixo de um adversário com nível maior de luta agarrada do que ele, o neozelandês deve passar por bastante dificuldade.

Gilbert Durinho

Gilbert Durinho (13-2 no MMA, 6-2 no UFC) é outro lutador que vive boa fase no peso leve do UFC. Depois de um excelente começo na organização, com duas finalizações em suas três primeiras vitórias no octógono, o brasileiro sofreu suas primeiras duas derrotas na carreira – intercaladas por uma vitória em cima de Lukasz Sajewski – estas para Michel Trator e Rashid Magomedov. Após passar quase um ano parado por conta de lesão, Durinho voltou com tudo em 2017, conseguindo um impressionante nocaute sobre Jason Saggo, voltando a demonstrar mais confiança na troca de golpes em combate com Dan Moret, onde também conseguiu a interrupção com socos.

Um dos principais líderes da Combat Club, no sul da Flórida, Gilbert Durinho possui um jiu-jítsu de qualidade inquestionável. Faixa-preta de segundo grau, ele é um lutador de excelente controle posicional e extremamente perigoso com seus botes de finalização, principalmente na chave de braço, movimento que já lhe rendeu três vitórias no UFC. Treinando nos Estados Unidos faz anos, Durinho tem um bom nível no wrestling, mas por vezes insiste demais em tentativas de queda que já foram bem defendidas, gastando energia desnecessariamente.

Durante o periodo de um ano que ficou fora de competição, o brasileiro melhorou consideravelmente sua movimentação em pé, evoluindo bastante na troca de golpes, que era disparadamente seu principal ponto fraco. Não é a toa que ele conseguiu dois nocautes seguidos desde então. O problema é que Durinho só têm utilizado golpes de potência muito alta, o que por muitas vezes pode abrir brechas defensivas nas quais ele pode ser pego, além de cansar mais rapidamente somente com essa abordagem.

Dan Hooker vs Gilbert Burns odds - BestFightOdds
 

Hooker é um adversário de nível mais elevado do que a concorrência recente de Durinho e, caso o brasileiro siga com o mesmo estilo de luta que utilizou recentemente, vai fazer exatamente o estilo de luta que o neozelandês prefere. Dan possui toda a habilidade necessária para capitalizar em cima das brechas que Durinho dá em pé ao sempre buscar o golpe nocauteador, e possui vantagem suficiente na envergadura para se defender bem da agressividade do brasileiro.

A estratégia correta aqui para Gilbert é não dar espaço para Hooker, buscando sempre a proximidade e, eventualmente, levar a luta para o chão, onde possui vantagem clara no confronto. Como o neozelandês por vezes se mostra ligeiramente afobado no chão, pode facilmente ser pego em algum bote de finalização de Durinho ao tentar sair rápido demais de alguma posição.

E assim, em uma luta bastante equilibrada e na qual qualquer um dos dois cenários acima é possível, apostamos que Dan Hooker pode até ser levado para o chão em algum momento, mas sobreviverá e levará vantagem na luta em pé, se aproveitando de uma queda de rendimento do brasileiro na segunda metade da luta e vencendo em uma decisão apertada.

Peso Leve: Lando Vannata (EUA) vs. Drakkar Klose (EUA)

Por Diego Tintin

Lando Vannata

Lando Vannata (9-2-1 no MMA, 1-2-1 no UFC) teve em 2016 uma ascensão meteórica, chegando ao ponto de ser reconhecido pelo maior prêmio do MMA mundial – o Melhores do Ano do MMA Brasil – em duas categorias: Revelação e Nocaute do ano.

Convocado de última hora para substituir Michael Chiesa contra Tony Ferguson, Vannata levou o futuro campeão a águas profundas no round inicial, ficando muito próximo da vitória. Porém, sucumbiu à experiência e habilidade de Ferguson no assalto seguinte. Na sequência, já cercado de expectativas, Lando demorou menos de dois minutos para anotar um lindo nocaute via chute alto rodado contra John Makdessi. Em seguida, perdeu uma luta dura para David Teymur e empatou com Bobby Green após ter um ponto deduzido. Em comum nas suas quatro apresentações, o fato de sempre engordar a conta bancária com bônus de desempenho.

Vannata conta com os ensinamentos dos experientes Greg Jackson e Mike Winkeljohn no famoso centro de treinamentos de Albuquerque. Ele tem base no wrestling universitário, embora sem resultados de destaque, e apresenta ainda faixa roxa no jiu-jítsu, mas se destaca mesmo é pelo kickboxing técnico e dinâmico, com interessantes combinações e poder de nocaute nos punhos e pernas. O seu jogo defensivo praticamente descarta a guarda e é pautado em pêndulos, o que poucas vezes é funcional, uma vez que Vannata é um dos lutadores mais acertáveis da divisão.

Drakkar Klose

Drakkar Klose (8-1-1 no MMA, 2-1 no UFC) é outro nome ascendente nesta divisão infernal. Estreou na organização chamado em cima da hora e, com atuação destacada, atropelou Devin Powell e seguiu em frente contra o também promissor Marc Diakiese. A chave dessas vitórias sempre foi o ritmo forte e técnicas de luta olímpica bem desenvolvidas. O balde de água fria veio com a perda da invencibilidade contra o mesmo Teymur que derrotou Vannata.

Produto da MMA Lab, Klose (sobrenome sugestivo em época de Copa do Mundo) é forte e resistente, características essenciais para um wrestler de pressão. Na trocação, executa bem o básico e, se lhe falta criatividade, tem chutes baixos interessantes. Pode usar sua base para levar a luta para o solo e controlar posicionalmente o adversário, utilizando de golpes e transições.

Defensivamente, embora ainda não esteja no nível mais alto da divisão, Drakkar se mete em poucos apuros, mas quando necessário, já mostrou queixo e coragem de entrar no furacão para atacar.

Drakkar Klose vs Lando Vannata odds - BestFightOdds
 

Duelo interessante entre dois atletas citados na coluna Top 10 do Futuro. A tendência é que Klose utilize seu maior talento na luta agarrada para diminuir os espaços de Vannata. Já Lando precisa buscar uma movimentação menos agressiva e mais evasiva para abrir espaços para ataques da longa distância, mesmo que isso signifique ir contra seus instintos. Klose é o favorito, mas sempre haverá a possibilidade de uma surpresa por parte de Vannata e sua criatividade.