UFC 218: Holloway vs. Aldo 2 – Prévia do Card Principal

O octógono mais famoso do mundo atravessa o globo terrestre para aterrissar neste sábado em Detroit, depois da estreia na China continental. A Little Caesars Arena, casa do Detroit Pistons (NBA) e Detroit Red Wings (NHL), inaugurada há apenas três meses, será palco do UFC 218, evento cujo card principal não tem nenhum lutador ranqueado abaixo da sexta posição.

Liderando o evento, uma revanche candidata a luta do ano. José Aldo, número um dos penas, volta à cidade em que foi coroado campeão do UFC para tentar recuperar o cinturão que lhe foi tomado brutalmente pelo atual campeão Max Holloway, em junho.

Outro número um que estará em ação é Alistair Overeem, que vai medir forças com o camaronês Francis Ngannou, quarto colocado do ranking dos pesados. Antes deles, Henry Cejudo, número dois dos moscas, encara o ascendente Sergio Pettis, número quatro da lista.

Holloway-Aldo 2 terá um forte concorrente ao bônus de luta da noite: o violento Justin Gaethje, número cinco dos leves, encara o ex-campeão e também insano Eddie Alvarez, ex-campeão da categoria que agora ocupa a quarta posição do ranking. Para abrir a porção principal do evento, Tecia Torres encara Michelle Waterson, no confronto entre a quinta e a sexta colocadas do ranking do peso palha.

Como de costume, o canal Combate transmitirá ao vivo e na íntegra o UFC 218. O card preliminar está previsto para iniciar às 21:15h, enquanto o principal deve ir ao ar a partir de 01:00h, sempre pelo horário oficial de verão de Brasília.

Cinturão Peso Pena: C Max Holloway (EUA) vs. #1 José Aldo (BRA)

Por Alexandre Matos

Max Holloway

Quem imaginaria que aquele menino magrila, que estreou no UFC sendo finalizado, chegaria ao cinturão com uma das maiores sequências de vitórias da história da organização? Holloway sustenta 11 triunfos seguidos desde que perdeu para Conor McGregor. Neste caminho, espancou Anthony Pettis na disputa do título interino e unificou a coroa com uma atuação de gala em junho, batendo o próprio Aldo na casa do adversário.

Neste percurso, o havaiano montou um sistema de ataque opressor, baseado num kickboxing cujo volume de golpes é muito difícil de equiparar. O ímpeto ofensivo do “Abençoado” é tão intenso que funciona também como o primeiro ponto de seu esquema defensivo: quando Holloway pisa no acelerador, não sobra muito espaço para os adversários tentarem qualquer coisa se não se defender.

José Aldo

Quem imaginaria que um dos lutadores mais dominantes da história do MMA entraria em retrospecto recente negativo? Depois de quase uma década reinando no peso pena, Aldo foi tirado do trono por McGregor em apenas 13 segundos. O brasileiro até teve um fio de esperança na atuação magistral sobre Frankie Edgar, no UFC 200, mas voltou a experimentar o gosto da derrota pelas mãos de Holloway, que o nocauteou diante dos compatriotas do ex-campeão. O monstro que venceu os primeiros 15 compromissos somando WEC e UFC agora amarga apenas um triunfo nas três últimas lutas.

Por ter ficado tanto tempo com um alvo nas costas, Aldo foi intensamente estudado pela concorrência. Para recuperar o título, ele precisa se reinventar. Um passo muito importante foi dado nesse sentido quando o manauara passou um tempo treinando boxe com Robert Garcia, eleito treinador do ano de 2011 e irmão do campeão mundial Mikey Garcia. O boxe foi uma arma importante para Aldo no primeiro round contra Holloway, mas a falta das combinações tornou seus ataques previsíveis. Agora, além de aprimorar o que deu certo em junho, Aldo poderá usar o trabalho de punhos para tirar atenção de seus violentos chutes, arma ignorada no UFC 212, e também das quedas, caso a situação aperte na troca de golpes em pé.

Jose Aldo vs Max Holloway odds - BestFightOdds
 

As odds mostram uma situação impensável dois ou três anos atrás, mas são mais reais do que a maioria dos fãs de Aldo imaginam.

Se há um peso pena capaz de executar a missão de vencer Holloway, é Aldo. Porém, para recuperar o cinturão, o brasileiro terá que mudar. Para começar, deverá reduzir o ritmo das ações. Será importante também adotar um leque ofensivo mais vasto do que tem usado e, mais urgente ainda, misturando as abordagens com o boxe, os chutes baixos e as entrada de quedas. Por fim, não deixar Holloway ser o agressor.

Isto posto, não será nada fácil. O atual campeão, que completará 26 anos na segunda-feira, já tem mapeado o controle de distância que lhe atrapalhou no primeiro round do primeiro duelo. A expectativa é que Holloway perca menos tempo para estabelecer a distância e o ritmo, engate a sexta marcha com o contagiro lá no alto e chegue ao nocaute técnico sobre o desafiante desgastado e impaciente. Isso deve acontecer até o quarto assalto.

Peso Pesado: #1 Alistair Overeem (HOL) vs. #4 Francis Ngannou (CAM)

Por Gabriel Carvalho

Alistair Overeem

Já são 37 anos que Alistair Overeem (43-15 no MMA, 8-4 no UFC) carrega nas costas, mas ele ainda é um lutador de alto nível no peso pesado e faz parte do top 3 da categoria no mundo. Depois do animado round contra Stipe Miocic, que terminou com o holandês nocauteado, “The Reem” emendou vitórias em revanches contra Mark Hunt e Fabrício Werdum, aproximando-se mais uma vez de disputar o título máximo do MMA.

Overeem é o striker mais condecorado do peso pesado na atualidade. Vencedor do K-1 World Grand Prix, o holandês sempre mostra ótimos chutes baixos, chutes frontais e boas joelhadas no corpo – o seu thai clinch é um dos melhores na história do MMA. Um aspecto evoluído por Alistair em seu período na Jackson-Wink MMA foi a questão da aproximação, já que ele passou a esconder mais o queixo, protegendo seu grave problema de absorção de golpes. Porém, Alistair adotou uma postura com pouca movimentação contra Werdum, o que pode ser um problema para a luta deste sábado.

Francis Ngannou

A ascensão de Francis Ngannou (10-1 no MMA, 5-0 no UFC) tornou-se notável até entre os fãs médios de MMA, e não só pela técnica, mas também pelo porte físico e a capacidade que o camaronês tem para intimidar adversários. Com cinco vitórias, nenhum homem que subiu no octógono com Ngannou chegou ao terceiro assalto. A vítima mais recente foi Andrei Arlovski, que durou 90 segundos.

Francis tem o boxe como ponto forte. Ele é muito bom na hora de encurtar a distância e tem poder suficiente para levar qualquer peso pesado a Caronte, mas ainda existem pontos a serem questionados sobre o camaronês. Afinal, Overeem é o melhor adversário que ele já teve pela frente e, apesar dos eventuais vacilos, “The Reem” é bem mais competente que a concorrência já enfrentada pelo africano, que, por sua vez, provavelmente é o lutador mais intimidador do UFC na atualidade.

Alistair Overeem vs Francis Ngannou odds - BestFightOdds
 

Creio que essa luta dificilmente passará do primeiro round. A expectativa é de dois lutadores estudiosos, se respeitando bastante na trocação. Overeem entrará com precaução dobrada caso queira encurtar a distância. Já Ngannou provavelmente tentará encurralar o holandês na grade, onde deve aplicar uma rápida blitz para chegar ao nocaute. Contudo, não podemos subestimar Overeem, que pode explorar algum buraco deixando por Francis.

Peso Mosca: #2 Henry Cejudo (EUA) vs. #4 Sergio Pettis (EUA)

Por Alexandre Matos

Henry Cejudo

Caso existissem apenas seres humanos no peso mosca (e bons juízes), provavelmente o UFC teria seu primeiro campeão medalhista de ouro olímpico. Após vencer as quatro primeiras lutas no octógono, Cejudo () virou estatística nas mãos e joelhos do extraterrestre Demetrious Johnson. Em seguida, poderia encurtar o retorno à disputa do cinturão, mas viu os juízes concederem vitória a Joseph Benavidez em combate que Cejudo deveria sair pelo menos com o empate. Em seu compromisso mais recente, o “Cabeça de Todos Nós” não tomou conhecimento do ex-desafiante Wilson Reis.

Obviamente o carro-chefe de Cejudo é o wrestling, modalidade em que alcançou o Olimpo em Pequim-2008. Ele botou todos os adversários de sua carreira, inclusive Demetrious Johnson, para baixo e jamais teve sua defesa de quedas vazada. Isso lhe dá uma vantagem gigantesca para decidir onde a luta vai se passar. E ele aproveita a situação muito bem com a nítida evolução no muay thai, graças a períodos importantes de treinos na Tailândia e em Natal, com o pessoal da Pitbull Brothers. No solo, Henry é muito bom no controle posicional e na execução do ground and pound, além de executar boas transições. Como ele nunca cai por baixo, não fazemos ideia do nível do jiu-jítsu defensivo.

Sergio Pettis

Antes conhecido como o irmão caçula de Anthony Pettis, Sergio construiu seu nome independente. Depois de duas derrotas em cinco lutas que podem ser creditadas à falta de experiência, Pettis foi mostrando cada vez mais consistência e enfileirou quatro vitórias consecutivas, com aumento gradativo no nível de competição. Em 2017 ele já passou pelo ex-desafiante John Moraga e pelo top 10 Brandon Moreno.

Em seu processo evolutivo, Sergio tomou uma decisão importante: desistiu de tentar imitar o irmão mais velho para assumir um estilo próprio. Foi a partir dali que o garoto parou de tentar ser espetacular sempre, passando a atuar de modo mais consistente e capaz de misturar as inúmeras vertentes do MMA. Ele ainda tem o kickboxing de Duke Roufus como ferramenta principal, mas, diferentemente de Anthony, usa mais e melhor o wrestling, variando o jogo e tornando-se menos previsível.

Henry Cejudo vs Sergio Pettis odds - BestFightOdds
 

Quando uma divisão ainda está em construção, alguns importantes prospectos acabam sendo jogados a um nível de concorrência maior que seu atual status. É esta a posição em que Pettis se encontra em relação a Cejudo.

Se nem Johnson ou Benavidez derrubaram Cejudo, não vai ser Pettis que vai fazê-lo. Sem ter como mudar de nível, Sergio terá que aceitar o jogo que Henry impor ou tentar forçar o adversário a trocar golpes. São duas situações não muito agradáveis. Embora tenha uma movimentação mais fluida, Pettis vê essa vantagem ser igualada pela mentalidade ofensiva do kickboxing de Cejudo, que vem aprendendo a cortar o octógono com movimentos econômicos. Para piorar, Pettis provavelmente chutará menos para evitar ter a perna agarrada e ser derrubado, e ainda ficará constantemente preocupado com a possibilidade de Cejudo encurtar para o thai clinch ou para a queda. Some ao fato de Cejudo ser fisicamente mais forte e ter mais potência nos punhos e a expectativa é uma vitória por decisão larga para o campeão olímpico.

Peso Leve: #4 Eddie Alvarez (EUA) vs. #5 Justin Gaethje (EUA)

Por Diego Tintin

Eddie Alvarez

O ex-Bellator Eddie Alvarez (28-5 1NC no MMA, 3-2 1NC no UFC), assim como os ex-WEC Ben Henderson e Anthony Pettis no mesmo peso leve, é mais um campeão de organização grande que conseguiu também o cinturão do UFC. O nocaute rápido sobre Rafael dos Anjos, que era amplo favorito depois de grandes apresentações, foi o auge da carreira deste excelente lutador, tão competente quanto empolgante. Em seguida, no combate mais lucrativo da carreira, Eddie caiu na eficiente armadilha mental e técnica que Conor McGregor tem espalhado pelo UFC. Um sacode que dá para chamar até de constrangedor do irlandês colocou a reputação de Alvarez em xeque e é algo que ele precisa recuperar neste duelo, uma vez que sua última luta terminou sem resultado após acertar golpes ilegais involuntários em Dustin Poirier.

Eddie começou a fazer sucesso no Bellator com o clássico estilo americano de lutar MMA, fundamentado no boxe e no wrestling, complementado com um preparo físico de dar inveja. Depois que se juntou a Blackzilians e passou a treinar com Henri Hooft, adicionou o kickboxing ao seu repertório, passando a conseguir nocautes impressionantes, como os contra os brasileiros Patricky Pitbull e Rafael dos Anjos.

Defensivamente, Eddie é um tanto descuidado e, especialmente contra McGregor, ficou muitas vezes vulnerável a contragolpes. No entanto, o coração gigante e a mentalidade forte já cansaram de salvá-lo de enrascadas. Foi assim na segunda guerra contra Michael Chandler, na difícil virada, praticamente com apenas um dos olhos operante, contra Gilbert Melendez na altitude mexicana, e na brava tarefa de sufocar Anthony Pettis.

Justin Gaethje

Justin Gaethje (18-0 no MMA, 1-0 no UFC) só precisava ter feito em sua estreia no UFC exatamente o que ele fez. Aquilo bastou para conquistar o coração dos fãs que ainda não o conheciam. Ou dos que conheciam a fama, mas não tinham visto o que esse inconsequente já tinha aprontado nas suas lutas anteriores no finado WSOF.

O camarada simplesmente debutou contra um top 10 consolidado da divisão mais difícil do evento e o nocauteou após entregar à audiência uma séria candidata a luta da década. Depois desse início meteórico, um convite para ser treinador do TUF contra a próxima pedreira em seu caminho, um ex-campeão da selva do peso leve.

Iniciado no wrestling ainda criança, Justin chegou ao posto de All-American na universidade e iniciou a carreira amadora no MMA ainda enquanto estudava. No novo esporte, se transformou num alucinado que busca o nocaute sem pudores e sem descanso durante cada segundo de luta. Chutes e socos de todas as distâncias e combinados de todas as formas possíveis fazem parte de seu arsenal ofensivo.

No WSOF, Gaethje chegou ao cinturão deixando um rastro de corpos pelo chão e o defendeu aumentando a pilha com nomes como Nick Newell, Melvin Guillard, Luis Palomino, Brian Foster e Luiz Buscapé. As duas lutas contra Palomino ficaram entre as melhores de 2015. O tanto que apanhou de Palomino e Johnson mostra que, ao menos no lado defensivo, o “Highlight” tem um bom caminho para percorrer. Mas, tirando a necessária preocupação com sua saúde futura, acho que pouca gente está ligando para esse “pequeno detalhe”. É até assustador que, a esta altura da carreira, ele nunca tenha perdido uma luta, o que só comprova o quanto ele é bom ofensivamente.

Eddie Alvarez vs Justin Gaethje odds - BestFightOdds
 

Como vimos, são dois lutadores com vasto arsenal ofensivo, um tanto acessíveis defensivamente e de enorme coração. Tem como dar errado? Impossível. Quem vence? Não importa.

Apenas não perca.

Peso Palha: #5 Tecia Torres (EUA) vs. #6 Michelle Waterson (EUA)

Por Anderson Cachapuz

Abrindo os trabalhos nesta noite de sábado, a “Pequena Tornado” Tecia Torres (9-1 no MMA, 5-1 no UFC) tenta dar continuidade a sua caminhada rumo a uma disputa de cinturão, já que sua única derrota veio em um title eliminator contra Rose Namajunas (atual campeã). Uma revanche parece um enredo perfeito para o momento.

Cria da American Top Team, Tecia é muito subestimada por conta de sua capacidade ímpar de fazer lutas chatas e sonolentas metódicas e bem planejadas, executando sempre muito bem seu plano de jogo. Das suas nove vitórias, apenas uma não foi para a decisão, justamente a última, quando finalizou Ju Thai no segundo round. Sua abordagem calma e serena parece que vai mudar, acredito que a moça já percebeu que assim nunca disputaria o cinturão, mesmo com vinte vitórias seguidas e sem mais opções, sob pena de virar uma versão feminina e menos gabaritada de DJ, guardadas as devidas proporções. Ela participou do TUF 20, mas não deixou saudades por motivos de “Po, perdeu duas vezes caramba!”

Gabaritadíssima na luta em pé, com as faixas pretas de taekwondo e Muay Thai, Tecia tem um jogo muito solto, porém pouco agressivo. A movimentação é boa, mas precisa aproveitá-la para aplicar seus golpes, plásticos ou não, com mais frequência e precisão. No chão, a faixa azul ainda não permite muitas estripulias, mas a boa defesa de quedas permite que a americana faça a luta transcorrer onde se sente confortável.

Do outro lado estará Michelle Waterson (14-5 no MMA e 2-1 no UFC) com vários pontos em comum com sua adversária. A “gatinha do karatê” também é altamente gabaritada na luta em pé, também faixa preta de karatê e também tem uma grande equipe cuidando de sua preparação e estratégia para a luta (Jackson-Wink MMA).

Peso átomo de origem, ganhou o cinturão da categoria no Invicta e o defendeu com sucesso antes de perdê-lo para Herica Tiburcio. Retornou ao peso palha para assinar com o UFC, onde estreou despachando Angela Magaña com facilidade e derrotando Paige Vanzant num catfight bem animado. A seguir, perdeu para a campeã Rose Namajunas quando já estava próxima de uma disputa de título, dando alguns passos atrás na fila.

A descendente de thailandeses possui um jogo parecido com o de Tecia. A diferença reside no maior gabarito no chão, já que Michelle já atingiu a faixa roxa em jiu-jítsu e no fato de ser mais experiente e já com um cinturão e premios de performances no currículo.
Michelle Waterson vs Tecia Torres odds - BestFightOddsVou renovar minhas esperanças e acreditar em uma mudança de mentalidade de luta de Tecia Torres. Estou esperando um combate animado, com boa movimentação em pé e trocas de golpes plásticos para aquecer. As duas possuem técnica bem refinada e defesas não muito esburacadas. Acredito que o plano de luta de Michelle deve residir em fazer valer sua maior técnica no jogo de solo e levar para lá o combate. Tecia tem qualidades para negar as investidas de queda de Waterson e até, eventualmente, derrubar e trabalhar por cima, sem se arriscar muito para não dar margem à elasticidade e habilidade da adversária.

Não vejo Tecia definindo esse combate, nem em pé nem deitada. Se ganhar, será por decisão. Já Michelle pode conseguir uma interrupção em algum vacilo de Torres no chão. Nesse combate eu vou contra as casas de apostas e aposto minhas fichas em uma vitória de Waterson. Por que? Só porque paga mais. Michelle por decisão.

  • James sousa

    Card principal está bem maneiro , e sempre bom ver o Holoway lutando. se tem uma luta que eu estou na dúvida em aposta e Alvarez x Gaethje. Tento não criar expectativa mais gostaria que fosse parecida com os duelos do Alvarez contra o Chandler .
    Além de pagar mais ( não entendi as odds )a Waterson e mais legal de ver luta já a Tecia costuma fazer lutas bem chatas

    • Gabriel Carvalho

      Eu acho muito mito esse negócio de “luta chata” da Tecia. Ela fez umas bem movimentadas contra Namajunas, Rawlings, Magaña. Só não tem aquele instinto assassino.

  • Gutierres Nascimento

    Alvarez x Gaethje é o Bellator vs WSOF que Ray Sefo propôs, só que no UFC, e é justamente a luta que mais me interessa. Meus palpites são que Alvarez, Holloway e Ngannou vencem.

    • Gabriel Carvalho

      Eu acho que dá Gaethje porque o Alvarez vai se empolgar, mas existe grande probabilidades dele vencer.

      • Gutierres Nascimento

        O Alvarez ser porra louca dá uma boa chance ao gaethje mesmo. Arrisco que Eddie vence por ter um gás muito maior e ser mais refinado em pé

  • Cláudio Vilança Guimarães

    José Aldo ganha por nocaute técnico sem duvidas.
    Ngannou
    Cejudo
    Gaethje
    Waterson

  • Marcio Lennon

    Aldo é o melhor lutador da história, perdeu 2 lutas em lances de sorte dos seus adversários, que acertaram a mão, e por ventura nocautearam, mas aldo ainda é o melhor lutador de todos os tempos, nunca vimos tamanha serenidade, paciencia, sapiência, controle emocional, traquejo, manejo, azulejo, molejo, enfim.
    Aldo é o campeao da divisao, por meros detalhes se encontra hoje sem a cinta, mas o percurso natural do rio voltará a ser como antes nunca deveria ter deixado de ser.
    Aldo boxeando a lá floyd, bailando e nocauteando sem ser sequer arranhado, flutuando por entre os meros mortais.
    Aldo é o melhor e nunca perdeu sem ser por sorte dos adversarios.

    • Gabriel Carvalho

      Não

    • Ricardo Sedano

      Acho que gastei mais tempo na leitura do que o Conor na luta com o Aldo…

  • Marco antônio

    Muretada safada de Diego Tintim.

  • Marcos Henrique Lira

    Não sei se e meu lado patriota. Mas tô com a sensação de que vamos ver o Aldo do WEC. Na minha opinião ele ainda é o melhor peso pena do mundo.