UFC 214: Prévia do Card Preliminar

Seis ranqueados e vários candidatos a levantar o público preenchem o card preliminar do gigantesco UFC 214, que fecha o cheio mês de julho na maior organização do mundo.

O melhor card do ano não podia ficar restrito a uma análise apenas das lutas principais. O UFC 214, que fecha o concorrido mês de julho neste sábado, tem três confrontos entre lutadores ranqueados apenas nas preliminares, além de outros duelos muito interessantes, todos do peso leve para baixo.

A excelente divisão dos penas será representada em quatro combates. No mais importante, Ricardo Lamas defende a terceira colocação do ranking contra o ascendente Jason Knight, o 15º. Em peso intermediário entre o galo e o pena, com limite de 140 libras (63,5 quilos), Renan Barão tenta voltar aos tempos de glória contra Aljamain Sterling, que também está em busca de redenção. O sensacional confronto entre Renato Moicano e Brian Ortega deixará o vencedor na porta do top 5, enquanto Andre Fili e o estreante Calvin Kattar devem fazer uma das melhores lutas da noite.

O sempre animado peso palha feminino terá o confronto entre Kailin Curran e Aleksandra Albu. Pelo peso mosca, o super prospecto Jarred Brooks finalmente estreia no octógono, enfrentando o semifinalista do TUF 24 Eric Shelton. Abrindo os trabalhos em Anaheim, o interminável Josh Burkman pega Drew Dober.

Peso Pena: #3 Ricardo Lamas (EUA) vs. #15 Jason Knight (EUA)

Por Diego Tintin

Ricardo Lamas

Desde 2011 no UFC, Ricardo Lamas só saiu do octógono derrotado contra o crème de la crème da divisão dos penas: José Aldo, Chad Mendes e Max Holloway. É um atleta muito eficiente, inteligente e sempre se apresenta com excepcional condicionamento físico. O filho de cubano com mexicana ainda traz à mesa muita qualidade no wrestling e um jiu-jítsu muito bem treinado e oportunista. Na luta em pé, o boxe é decente, com defesa bem estruturada e poder de nocaute dentro da média. Entre suas vítimas famosas estão Charles Oliveira (finalizado no último encontro), Cub Swanson, Dennis Bermudez, Hacran Dias e Diego Sanchez.

“The Bully” tem qualidade em todas as áreas do MMA, com rendimento satisfatório em pé, nas quedas e no chão. Porém, deu em água quando se meteu entre a elite justamente pela falta de um algo a mais, um “fator x” que o torne especial nesta selva inóspita do peso pena. A facilidade em encontrar brechas e aproveitá-las garante sua sobrevivência em boa posição nesta selva, mas sem ameaçar ainda os maiores predadores do pedaço.

Jason Knight

Jason Knight é um dos líderes da nova geração do peso pena, geração esta que deve manter o alto nível da divisão por muito tempo. O garoto estreou no UFC contra o velho de guerra Tatsuya Kawajiri, pegando a luta de última hora. A derrota por decisão foi a única de “The Kid” no octógono, uma vez que ele emendou quatro vitórias na sequência, com direito a três bônus de desempenho. A redenção veio contra nomes decentes como Chas Skelly, Dan Hooker e Alex Caceres.

Na luta contra Kawajiri, Jason parecia ter pouco mais a oferecer que um jogo de chão solto e agressivo. O tempo fez bem para o talentoso pupilo de Alan Belcher, que passou a jogar bem nos contra-ataques e adquiriu bom arsenal ofensivo com o kickboxing mais desenvolvido. Ainda precisa conseguir a mesma evolução no âmbito defensivo, uma vez que suas lutas têm sido provas recorrentes de sua capacidade de assimilar os golpes adversários. Knight tem conseguido sucesso, mas este tipo de estratégia vai ficando cada vez menos recomendável na medida que o nível da concorrência aumenta. A defesa de quedas também apresentou melhoras na luta contra Skelly, numa espécie de batismo para poder medir forças contra Lamas neste sábado.

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Mesmo aos 35 anos, Lamas ainda não mostrou nenhum sinal de decadência física ou técnica. Ainda que seja plenamente possível uma passagem de guarda aqui nesta peleja, trabalhamos com a ideia de que não é o mais provável. Com seu jogo intenso de pressão, Lamas deve deixar Knight desconfortável. Ainda que o jovem leve o veterano a águas profundas em algum momento, o palpite aqui é Lamas por decisão.

Peso Intermediário: #8 Aljamain Sterling (EUA) vs. #14 Renan Barão (BRA)

Por Alexandre Matos

Aljamain Sterling

Quatro vitórias seguidas, incluindo duas finalizações sensacionais contra os então ranqueados Takeya Mizugaki e Johnny Eduardo, lançaram Sterling (13-2 no MMA, 5-2 no UFC) para perto de uma chance de disputar o cinturão. Porém, duas atuações muito abaixo de seus potenciais contra Bryan Caraway e Raphael Assunção não só frearam a ascenção do “Funk Master” como também encheram seu futuro de dúvidas. Na última apresentação, recuperação diante de Augusto Tanquinho.

Sterling chama atenção desde seus tempos pré-octógono pela imensa habilidade na luta agarrada. Dono de um estilo que se assemelha ao do parceiro de equipe Chris Weidman, Aljamain assombra pela facilidade de derrubar, de controlar adversários na riding position, de executar transições no solo e de encontrar meios para encaixar finalizações, especialmente apertando pescoços alheios. No campo do striking, ele já foi um lutador dinâmico e criativo, sem medo de arriscar golpes nada ortodoxos, mas se tornou burocrático e com pouco volume, principalmente nos dois reveses.

Renan Barão

De campeão e integrante do top 5 peso por peso a um lutador com a confiança abalada de futuro incerto. Esta é a trajetória de Barão (34-4 no MMA, 9-3 no UFC) desde que TJ Dillashaw acabou brutalmente com seu reinado no peso galo após duas sovas. Desde o primeiro confronto, Renan só venceu os pouco cotados Phillipe Nover e Mitch Gagnon, amargando ainda um revés para Jeremy Stephens, quando fez sua primeira luta como peso pena no UFC.

Sterling não é o único que parou de evoluir neste duelo. Barão tem a mais sólida defesa de quedas de todo o plantel do UFC e ataca com um muay thai dinâmico de chutes baixos violentos e rápidos socos em linha reta. A combinação permite que ele faça um bom controle de distância, ainda que falte mais agilidade no jogo de pernas. Ele costumava se criar contra quem não é tão móvel como Dillashaw, mas mostrou dificuldades contra sujeitos de pés pesados. Como não evoluiu em nada nos últimos anos, Barão encontra-se num ponto definitivo da carreira. Vetado pela comissão atlética lutar no peso galo, Renan tenta voltar ao cenário desesperador que eram suas tentativas de bater 61 quilos.

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Não faz muito tempo que acreditava-se que este duelo poderia decidir o campeão do peso galo. Na verdade, dados os enormes talentos e as idades de ambos, é possível que eles ainda cheguem numa disputa de título, embora dificilmente um contra o outro.

Sterling tem as armas necessárias para assustar Barão. Sua versatilidade no wrestling pode finalmente furar a defesa de quedas do brasileiro e mantê-lo dominado no chão, especialmente se a movimentação colaborar na aproximação e a de Barão continuar deficiente e lenta.

Barão tem as armas necessárias para assustar Sterling. Sua combinação de bicas nas pernas e combos de dois socos em linha têm tudo para manter o americano distante, minimizando o risco das quedas e aproveitando as brechas defensivas que Aljamain oferece.

As odds para este combate não estão tão próximas sem motivo. A visão de que o casamento é muito favorável ao brasileiro se baseia num Barão que não dá as caras no octógono há muito tempo. Caso Renan continue sem passar da terceira marcha, a aposta é que ele será derrubado e controlado por Sterling por pelo menos dois assaltos até o fim do tempo regulamentar.

Peso Pena: #9 Renato Moicano (BRA) vs. #8 Brian Ortega (EUA)

Por Gabriel Carvalho

A categoria dos penas recebe um interessante confronto de revelações invictas: o americano Brian “T-City” Ortega encara o brasileiro Renato “Moicano” Carneiro pela oportunidade de se aproximar da disputa de cinturão.

Renato Moicano

Brian Ortega (11-0 no MMA, 3-0 no UFC) chegou ao octógono como campeão da RFA e acabou tendo a estreia manchada após um exame antidoping. Depois da suspensão, emplacou três vitórias seguidas sobre Thiago Tavares, Diego Brandão e Clay Guida, três lutas em que perdia e venceu no terceiro round.

Faixa-preta de jiu-jítsu, Ortega é bem habilidoso no chão. O problema é a dificuldade que ele tem para levar a luta ao solo, já que tenta se embolar de qualquer jeito e isso nem sempre dá certo. O sucesso vem quando o oponente dá brechas. Na trocação, comete graves erros defensivos, mas o arsenal ofensivo é interessante.

Uma das principais revelações do MMA brasileiro, Renato Moicano (10-0-1 no MMA, 3-0 no UFC) conseguiu provar seu valor no octógono com três grandes vitórias sobre Tom Niinimaki, Zubaira Tukhugov e a mais recente delas sobre o respeitado veterano Jeremy Stephens.

Esculpido com o pacote muay thai + jiu-jítsu que o MMA brasileiro oferece, Carneiro é dono de uma postura interessante, com golpes curtos bem aproveitados, além do tamanho, que influencia bastante na categoria. Sua parte defensiva é muito boa, sabendo lidar com prováveis quedas dos oponentes, além do interessante controle de distância. Moicano é o melhor prospecto brasileiro na atualidade.

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Ortega é um lutador promissor, mas que ainda sofre com os problemas defensivos, que provavelmente custarão caro contra Moicano, que é o melhor lutador que terá enfrentado. A consistência no jogo do brasileiro, usando bem os jabs para controlar a distância e os chutes baixos, deve guiá-lo ao triunfo, provavelmente por decisão dos juízes.

Peso Pena: Andre Fili (EUA) vs. Calvin Kattar (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Andre Fili

Mais um produto do Team Alpha Male, Andre (16-4 no MMA, 4-3 no UFC) até prometia bastante quando chegou na organização, mas acabou não correspondendo e sequer emplacou duas vitórias seguidas desde que assinou contrato, em 2013. Quando o UFC “desistiu” de apostar nele, Fili emplacou a maior vitória da carreira ao derrotar o brasileiro Hacran Dias.

Fili provavelmente é um dos atletas que mais aprendeu com Duane Ludwig na época em que o treinador esteve liderando a equipe de Sacramento. Ele tem uma movimentação lateral bem característica e um controle de distância interessante. Outro ponto marcante da sua trocação é o jab, que entra bem rápido no rosto dos adversários. O grande freio de Andre é o seu sistema defensivo, capaz de falhar em todos os aspectos do MMA.

Substituindo o sul-coreano Doo Ho Choi (sad reactions only), Calvin “The Boston Finisher” Kattar (16-2 no MMA) fará sua estreia no maior evento do mundo já com grande promessa de entregar uma luta legal. O novato é bem experiente na troca de golpes, com bons aspectos do boxe e do kickboxing no seu jogo.

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Fosse um evento sem esse card principal maravilhoso, eu arriscaria que Fili vs. Cattar seria a luta da noite. O duelo deve se desenrolar todo na trocação, com Fili se movimentando constantemente e atacando Cattar com curtas sequências. O estreante tem potencial para trabalhar nas falhas defensivas de Andre e tudo dependerá do seu poder para conseguir um nocaute. Apesar de certo equilíbrio, acho que a luta tende a ser favorecida para o lado de “Touchy”, mais habilidoso, que deve nocautear entre o segundo e o terceiro assalto.

Peso Palha: Kailin Curran (EUA) vs. Aleksandra Albu (MDA)

Por Gabriel Carvalho

Alexandra Albu

Antes de a chinela cantar para Cris Cyborg e Tonya Evinger, outras duas mulheres entrarão no octógono com a expectativa de um duelo animado. A americana Kailin Curran busca permanecer no UFC enfrentando a moldava naturalizada russa Aleksandra Albu.

Depois de três vitórias no circuito regional, Kailin Curran (4-4 no MMA, 1-4 no UFC) foi convocada para o octógono logo no início da divisão do peso palha, mas acabou decepcionando com apenas um triunfo em cinco combates. O rosto angelical e o potencial de selvageria ainda a seguraram no UFC. A agressividade no kickboxing e o atleticismo acima da média são os destaques acerca de Kailin, que ainda sofre com a defesa bem esburacada em pé e ainda mais com o jogo de chão fraquíssimo.

Contratada do UFC desde 2013, Aleksandra Albu (2-0 no MMA, 1-0 no UFC) só subiu ao octógono em 2015, quando finalizou a polonesa Izabela Badurek. Ela apareceu na lista de principais prospectos do UFC, em 2015, com motivos. Faixa-preta de caratê, ela usa a arte marcial japonesa como sua base em pé, além de ter algumas características do muay thai presentes. No chão, também tem boas habilidades usando o judô e o jiu-jítsu.

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Essa luta promete momentos animados em Anaheim. Curran sempre teve um estilo afobado e isso tende a se repetir, já que ela precisa urgentemente da vitória e é uma atleta tecnicamente inferior a Albu. Não duvido da capacidade de auto-sabotagem de Kailin, que provavelmente se abrirá em pé e se tornará vítima dos fortes diretos de Aleksandra, que, depois de uma longa surra em pé, deve finalizar em alguma queda de sacrifício aplicada por Curran.

Peso Mosca: Eric Shelton (EUA) vs. Jarred Brooks (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Jarred Brooks

Se o UFC realmente tem intenções de vender toda a divisão do peso mosca, a opinião dos dirigentes deve ser fortemente contestada pelo duelo entre Eric Shelton e Jarred Brooks, que pode entregar grandes momentos.

Ex-campeão do Cage Agression, Eric “Showtime” Shelton (10-3 no MMA, 0-1 no UFC) participou do TUF 24 e foi um dos destaques do reality show, só perdendo na semifinal, quando enfrentou o vencedor da temporada, Tim Elliott. Oficialmente no UFC, fez uma batalha animada com Alexandre Pantoja e perdeu na decisão. Shelton tem boa entrada de quedas e uma trocação até razoável. Sua capacidade de animar lutas é maior do que suas habilidades.

Muito se fala que a categoria dos moscas é rasa, mas isso é culpa do UFC, já que Jarred Brooks (12-0 no MMA) deveria ter sido contratado há tempos. Com 24 anos de idade, ele acumulou experiência em eventos como Akhmat Fight Show, WSOF Global e Pancrase. Wrestler de origem, Brooks se destacou na época de ensino médio quando ganhou o importante torneio Super 32 batendo o futuro campeão da NCAA Nathan Tomasello na final. “The Monkey God” sempre acerta suas quedas e vai em busca do mata-leão em todos os seus oponentes.

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Jarred provavelmente é um dos melhores prospectos do mundo que ainda não estreou no UFC. Acredito que ele não terá muitas dificuldades para aplicar quedas em Eric, que conseguirá se defender das tentativas de finalização e lutar os 15 minutos. Brooks tem alguns problemas de comportamento, mas não acho que isso vá atrapalhá-lo no sábado e ele conseguirá a vitória de número 13.

Peso Leve: Josh Burkman (EUA) vs. Drew Dober (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Drew Dober

Não sei o motivo, mas o combate que abre a noite no Honda Center será na divisão peso leve entre Josh “The People’s Warrior” Burkman e Drew Dober, valendo uma oportunidade de não ser demitido do UFC.

Participante da segunda temporada do TUF, Burkman (28-15 no MMA, 6-10 no UFC) não teve uma grande primeira passagem pelo UFC e foi demitido após três derrotas seguidas, em 2008. Após se destacar e finalizar Jon Fitch, perdeu na disputa do cinturão do WSOF, mas ganhou a chance de retornar ao octógono e ter um desempenho ainda pior que o anterior, com apenas uma vitória em sete lutas. No auge, Josh se destacava pelo wrestling e mostrou até certa evolução no kickboxing, mas a idade chegou e sua defesa ficou pior do já era, impossibilitando qualquer oportunidade de crescimento.

Lembrado eternamente por ter “apagado” em uma guilhotina falsa de Leandro Buscapé, Dober (17-8 no MMA, 3-4 no UFC) alterou bons e maus resultados no octógono, sendo o mais recente deles no UFC 206, quando foi finalizado por Olivier Aubin-Mercier. Drew tem uma movimentação interessante e um boxe ofensivo de nível decente, além de um certo gabarito em finalizações quando se trata de luta no solo. Nada de muito impressionante, mas suficiente para vencer a próxima luta.

Drew Dober vs Josh Burkman odds - BestFightOdds
 

Burkman nunca foi um grande atleta no seu auge e com certeza não o é nos dias de hoje. Apesar de uma leve desvantagem física, Dober é melhor em todos os aspectos do jogo. A expectativa é que ele não tenha muitas dificuldades para combinar bons socos na defesa vazada de Josh, que, apesar de ter um queixo bom, não deve suportar a pressão e cairá no segundo ou terceiro assalto.

  • Tonny Varela

    Só quero mesmo que o Demian ganhe ! Hehe ansiedade da porra por essa luta .

  • Rafael Oreiro

    Lamas e Knight tem tudo pra ser um baita lutão. O Knight tem tudo pra ser luta dura e, se o Lamas não vier na melhor condição dele, tem boa chance de levar a luta.

    Muita torcida pro Moicano, concordo com a prévia do Biel e acho que o Ortega dessa vez não vira a luta no terceiro round.

    • Gabriel Carvalho

      Minha única tristeza em Lamas-Knight é que vai ser um teste foda pro Knight, que não pegou um top 10 ainda. Mas se vencer, podem entregar a cinta pro Hick Diaz.

      E esse corte de peso do Ortega me deixa mais confortável a apostar no Moicano.

  • Weslei Alvarenga

    Só quero saber a partir de que luta, vocês começarão a fazer a live comentando ?

    • Gabriel Carvalho

      Vamos detalhar certinho ainda.

  • James sousa

    As duas lutas do peso pena acho as mais interessante do preliminar

    • Gabriel Carvalho

      E seriam ainda melhores com a dupla coreana da anarquia.

  • Caio Andrade

    Ansioso pra ver como o Barão vai se apresentar, mais próximo da divisão em que está mais acostumado.

    Torcendo bastante pro Moicano também.

    • Gabriel Carvalho

      Esse é um teste bem legal pro Barão mesmo, ainda mais com o Sterling precisando provar o nome dele.

    • Lero

      Acho que ganha fácil. Ele não vai esquecer a sua defensa de quedas de um dia para outro, e em pé ele janta o Sterling.

      • Não rolou.

        • Lero

          Hahahaha. Eu até achava antes que o Sterling ganharia. Mas lembrei que o Barão nunca foi quedado e mudei meu palpite

          • Como eu disse na prévia, hoje era o dia pra defesa de quedas dele ser furada.

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Josh Burkman e Kailin Curran não foram demitidos sabe se lá o por que…

    Embora o Lamas seja muito bom lutador, eu vou torcer é pro Knight, o cara é muito foda e luta muito, vi o Q&A dele no Sherdog foi muito atencioso com a galera e tá confiante, a luta dele contra o Skelly no chão foi ótima e em pé deu no que deu.

  • Beto Magnun

    Lamas azarão? Ao meu ver ele é melhor que o Knight em tudo. As chances do magrelo são se a luta virar uma pancadaria.