UFC 213: Nunes vs. Shevchenko II – Prévia do Card Principal

A Semana Internacional de Lutas, promovida anualmente pelo UFC, tem fim neste sábado com um card excelente. O UFC 213 tem duas disputas de cinturão, uma provável eliminatória, uma tentativa de recuperação e uma de afirmação.

O card principal do UFC 213, evento que acontece neste sábado, fechando a UFC International Fight Week de 2017, na T-Mobile Arena, em Las Vegas, está tão forte que, mesmo perdendo um duelo do calibre de Robbie Lawler contra Donald Cerrone, ainda sobra atração suficiente para produzir o melhor show do ano até o momento.

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Duas disputas de cinturão lideram a programação. Na mais importante, Amanda Nunes concede revanche a Valentina Shevchenko pelo título do peso galo feminino, em combate para responder algumas questões. Antes delas, Yoel Romero e Robert Whittaker disputam a coroa interina da categoria na qual Michael Bisping comanda, mas atravanca.

A divisão dos pesados terá dois combates muito importantes. No mais relevante, o ex-campeão Fabricio Werdum e o ex-desafiante Alistair Overeem se encontram para desempatar uma rivalidade que começou em 2006. Já pela tentativa de renovar a categoria, Curtis Blaydes encara Daniel Omielanczuk. Abrindo a porção principal da programação, o ex-campeão dos leves Anthony Pettis bate de frente com o veterano Jim Miller num forte candidato ao bônus de combate da noite.

O longo UFC 213, que será transmitido ao vivo e na íntegra pelo canal Combate, está marcado para iniciar às 19:30h, com a primeira luta do card preliminar. As cinco lutas principais vão ao ar a partir das 23:00h, sempre no horário oficial de Brasília.

Cinturão Peso Galo: (C) Amanda Nunes (BRA) vs. #1 Valentina Shevchenko (HOL)

Por Alexandre Matos

Amanda Nunes

A vida de Amanda mudou drasticamente desde o primeiro confronto com Valentina. Ela fez a luta principal de dois dos maiores eventos da história do UFC. Nas ocasiões, venceu as duas lutadoras mais populares da história do MMA feminino. Na primeira, contra Miesha Tate, conquistou o cinturão. Na segunda, contra Ronda Rousey, fez a primeira defesa. Não precisou de mais de um round em nenhuma das lutas – contra Ronda não foi preciso sequer um minuto.

Mudar de academia teve um papel fundamental na virada da baiana. Na American Top Team, ela se tornou uma lutadora muito mais sólida, mais confiante, mais versátil, mais atlética e tão feroz e potente como antes. Em resumo, se tornou a número um do mundo incontestável. Amanda antes era uma lutadora muito perigosa na curta distância, fosse no thai clinch, nas quedas ou no dirty boxing. Agora que ela aprendeu a controlar a distância, se tornou muito perigosa numa área maior do octógono. No dia que aprender a dosar o gás e resistir mais de 10 minutos, deus me livre e guarde. Porém…

Valentina Shevchenko

O revés para Amanda foi o único sofrido por Shevchenko em quase sete anos. Nos combates seguintes, a quirguiz radicada no Peru também liderou dois cards importantes, ao vivo na TV aberta americana, quando venceu a ex-campeã Holly Holm com uma atuação segura e freou o avanço de Julianna Peña com uma finalização no segundo round. Com as duas boas vitórias e a circunstância que se deu o combate contra a atual campeã, foi fácil justificar o posto de desafiante para Valentina.

Contragolpeadora de excelência, Shevchenko conseguiu anular o boxe de Holm e o kickboxing de Sarah Kaufman, duas strikers de elite no MMA. Porém, Valentina também sobra na área, com vários títulos de muay thai e três vitórias na modalidade sobre Joanna Jedrzejczyk. Se conseguir aumentar o volume de golpes na longa distância, Shevchenko pode construir uma fortaleza difícil de penetrar – atacar no backpedaling, ou seja, bater enquanto recua, ou na movimentação lateral poderá ter serventia neste sábado.

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Este combate tem tudo para desenhar contornos dramáticos. Valentina é conhecidamente uma lutadora que começa em ritmo lento e vai acelerando conforme o tempo passa. Amanda é o oposto, começando em ritmo forte, mas despencando com o passar dos minutos.

Não há como ignorar o que aconteceu no primeiro duelo. A brasileira passou o carro por dois rounds, mas viu o tanque de gás zerar. Shevchenko cresceu e, apesar da derrota por causa da reação tardia, deixou a impressão que fatalmente teria vencido se o duelo tivesse sido disputado em cinco rounds. E neste sábado serão cinco rounds.

O que Amanda deve fazer? Entrar como uma locomotiva visando aniquilar Valentina como fez contra Tate e Rousey? E se der errado e a interrupção não vier, a campeã terá gás para suportar mais um retorno de Shevchenko?

Você não tenha dúvida que Shevchenko entrará com a missão prioritária de desgastar Amanda, provavelmente fazendo a brasileira correr atrás dela ou trabalhando no clinch na grade por um tempo. Apostar que a brasileira vai tentar encurtar para derrubar e amassar no ground and pound também me parece seguro. Amanda ainda precisa provar que suporta uma luta longa e desgastante. Valentina já provou que suporta pressão inicial e junta forças para retornar. Um nocaute ou finalização de Nunes no primeiro assalto é bem viável, mas a aposta é que o cinturão mudará de mãos mais uma vez com um nocaute técnico no quinto round ou uma decisão apertada.

Cinturão Interino Peso Médio: #1 Yoel Romero (CUB) vs. #1 Robert Whittaker (NZE)

Por Diego Tintin

Yoel Romero

Com a indecisão sobre a próxima dança de Michael Bisping, o UFC lançou mão de um cinturão interino para premiar o vencedor desse confronto espetacular no peso médio.

Quando Yoel Romero apareceu nos maiores palcos do MMA, após uma carreira de super estrela no wrestling internacional, a grande incógnita era se ele conseguiria adquirir a experiência e os predicados necessários para brilhar no novo esporte antes da idade começar a cobrar o preço e jogar seu desempenho para baixo. Acontece que, aos 40 anos, o cubano ainda não dá o menor sinal de decadência. Ele atravessa sua melhor fase e é, discutivelmente, o melhor peso médio da atualidade. Para chegar a esse patamar, deixou uma coleção de oponentes de alto nível pelo caminho: Lyoto Machida, Ronaldo Jacaré e Chris Weidman formam a tríplice coroa do “Soldado de Deus”, rumo ao cinturão que Bisping anda fazendo jogo duro para botar na reta.

Além da óbvia luta olímpica estilo livre de elite, Yoel ainda apresenta um striking que evoluiu defensivamente e, embora simples em matéria de combinações, é eficiente na parte ofensiva por conta de um poder de nocaute avassalador e coragem de sobra para arriscar joelhadas voadoras mortais que já garantiram dois bônus no UFC, um deles contra Weidman. A adaptação de seu esporte de base ao MMA melhora a cada luta e é cada vez mais difícil escapar de sua teia quando o Míssil Cubano alcança a luta agarrada. Para completar, Yoel não apresentou ainda queda de rendimento – suas últimas cinco interrupções aconteceram no terceiro round, quando seria normal um senhor de sua idade diminuir o ímpeto em lutas contra garotões mais jovens.

Robert Whittaker

Robert Whittaker chegou ao UFC por meio do pouco badalado TUF Smashes, que reuniu britânicos e australianos (o neozelandês representou os vizinhos da Oceania). Venceu o programa com sobras e seguiu entre os meios-médios, mas o corte de peso severo o privava de seu melhor desempenho. A acertada decisão de voltar ao peso médio mudou a carreira de Whittaker, que passou a empilhar corpos e acumular bônus. Em seu portfólio consta uma rapaziada do naipe de Jacaré (a quem venceu com muito mais autoridade do que Romero o fez), Derek Brunson, Rafael Sapo e Uriah Hall – já são sete as vitórias consecutivas pela organização.

Um dos melhores strikers da divisão, o camarada da tatuagem do Cruzeiro é faixa preta de caratê e hapkido, tem combinações de precisão cirúrgica e movimentação que não só abre brechas para atacar como tem papel fundamental em sua excelente defesa de quedas. Falando em defesa de quedas, esta nunca passou por um teste tão infernal quanto será neste sábado. Outro cuidado que o “Ceifador” precisará tomar é com sua defesa em pé, uma vez que, mesmo com toda a qualidade ofensiva, costuma ser acertado acima do limite do saudável em suas lutas.

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Temos aqui o que costumamos chamar de LUTÃO DA PORRA entre os dois grandes lutadores da atualidade do peso médio. Whittaker já deitou gente com o estilão do cubano, enquanto Romero já fez purê do carateca mais famoso da história do MMA.

Caso o gigante Yoel chegue a uma posição de domínio no solo, já poderemos consolar a viúva. Mas, ora, estamos aqui para colocar pimenta na discussão. O neozelandês vai se aproveitar do começo devagar de Romero e causar danos severos, encaminhando um nocaute técnico nos rounds de campeonato. O cinturão vai cruzar o Pacífico.

Peso Pesado: #15 Daniel Omielanczuk (POL) vs. Curtis Blaydes (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Daniel Omielanczuk

Tirando proveito do espaço no card criado pelo cancelamento de Robbie Lawler contra Donald Cerrone (sad reactions only), outro duelo entre pesados marca presença na porção principal do evento. Mesmo sem muitas expectativas, o americano Curtis Blaydes e o polonês Daniel Omielanczuk podem mudar o panorama da categoria logo abaixo do top 10.

Contratado do UFC desde 2013, Omielanczuk (19-7-1 no MMA, 4-4 no UFC) sempre viveu altos e baixos na organização. Seu melhor momento foi quando chegou na interessante marca de três vitórias em sequência, quebradas por um revés por finalização contra o holandês Stefan Struve e por uma decisão unânime num dos mais tristes combates de 2017, contra Timothy Johnson.

Mesmo não sendo um grande nocauteador, o ponto forte de Daniel é o kickboxing. O trabalho de mãos é bem rápido, apesar de não ser muito preciso. Ele usa bem os chutes baixos, mas não consegue alçar partes mais altas dos oponentes. A falta de mobilidade e o fraco jogo de solo acabam atrapalhando qualquer avanço do polonês na categoria.

Curtis Blaydes

Uma das poucas esperanças de renovação do peso pesado, Curtis (6-1 1 NC no MMA, 1-1 1 NC no UFC) estreou perdendo para a também promessa Francis Ngannou. Em seguida, venceu Cody East, num combate bem mediano, e conseguiu a sua grande apresentação ao massacrar Adam Milstead, vitória que acabou sendo retirada após o exame antidoping retornar positivo para maconha.

Blaydes é um atleta muito forte no wrestling. Ele foi campeão da NJCAA na Harper College e decidiu abandonar a carreira na modalidade para se dedicar ao MMA. O seu porte físico é muito bom e ajuda bastante na hora de colocar os adversários para baixo, contando com a grande deficiência de parte da categoria em defender quedas. Curtis ainda é cru na troca de golpes, mas tem potencial para melhorar no futuro.

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A bolsa de apostas é bem justa neste caso. Omielanczuk tem a sua grande chance na trocação, podendo machucar Blaydes em alguns momentos, mas o seu QI de luta e o fraco jogo de solo devem torná-lo presa fácil para o wrestling do “Razor”. Portanto, a aposta é que Blaydes leve Omielanczuk para a cidade dos suplês e vença por nocaute técnico entre o segundo e o terceiro assalto.

Peso Pesado: #1 Fabrício Werdum (BRA) vs. #3 Alistair Overeem (HOL)

Por Gabriel Carvalho

Fabricio Werdum

A categoria dos pesados terá um importante e intrigante duelo, que antecederá as disputas de cinturão da noite. O brasileiro ex-campeão Fabricio Werdum encara o ex-desafiante holandês Alistair Overeem, em luta que deixará o vencedor perto de uma revanche contra o campeão Stipe Miocic.

Fabricio (21-6-1 no MMA, 9-3 no UFC) tem uma das histórias mais legais de evolução já vistas no MMA. Campeão mundial de jiu-jítsu e com uma primeira passagem oscilante dentro do octógono, o gaúcho conseguiu evoluir na luta em pé e se tornou um atleta praticamente completo, que chegou a emplacar seis vitórias seguidas e conquistou o posto de campeão do UFC em 2015, quando finalizou Cain Velasquez. Após a perda do cinturão para Miocic, venceu uma revanche sem sal contra Travis Browne.

Werdum cresceu bastante no muay thai, principalmente na parte de chutes e joelhadas. Ele usa muito bem as técnicas nas pernas e no tronco dos oponentes, uma boa estratégia para pontuar. O problema de Werdum em pé definitivamente é a combinação de socos, já que ele costuma atacar com a postura ereta, com a defesa desguarnecida, confiando no queixo. O chão do brasileiro, no entanto, é um dos melhores da história do peso pesado. Ele é um excelente lutador na guarda e anotou vitórias sobre os três maiores da história da categoria – Velasquez, Fedor Emelianenko e Rodrigo Minotauro – por finalização.

Alistair Overeem

Não é só Fabricio quem tem uma história de evolução no MMA neste combate. Alistair (42-15 no MMA, 7-4 no UFC) não é muito diferente. Após um início bem complicado na organização, quando foi pego no doping e perdeu três das suas cinco primeiras lutas, o holandês se juntou a Greg Jackson e se tornou o atleta que todos esperávamos após o título do Strikeforce, conquistando quatro vitórias seguidas e a chance da disputa de cinturão, quando também foi nocauteado por Miocic. Em seu compromisso mais recente, bateu Mark Hunt pela via rápida dolorosa.

Quando citamos Overeem, estamos falando de um dos strikers mais condecorados do peso pesado no UFC. Vencedor do K-1 World Grand Prix, em 2010, Alistair é membro da tradicional escola holandesa de kickboxing. Ele é dono de ótimos chutes baixos, bons chutes frontais, além da sua marca registrada: as joelhadas no corpo. Overeem tem ainda grande experiência na parte de luta agarrada, apesar de não vir usando este artifício nos últimos tempos. Seu grande defeito sempre foi o queixo, mas tem aprendido na Jackson-Wink MMA a esconder e proteger o problema – foi o que colocou “The Reem” de volta ao seleto grupo dos pesos pesados dignos do MMA.

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Apesar de ser um excelente casamento no atual momento, confesso que Werdum vs. Overeem 3 não é uma luta tão legal como seria em 2015, pois o gaúcho já não aparenta estar no auge de sua forma física. Overeem virou um lutador mais estratégico e até receoso de sair na mão, algo que não condeno, pois é um atleta com um problema evidente e que não pode ser consertado de outra maneira.

Werdum pode buscar o nocaute trocando em pé, mas o grande problema é a sua defesa de golpes bem falha. Já Alistair deve evitar o jogo de solo com um certo sucesso, ainda mais se Fabrício tentar cair por baixo, o que aconteceu bastante no último duelo entre os dois. Com o brasileiro forçando a luta em pé e deixando buracos na defesa, acredito que o holandês se aproveitará de uma brecha para nocautear na segunda metade da luta.

Peso Leve: Anthony Pettis (EUA) vs. Jim Miller (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Anthony Pettis

Após uma passagem que não lhe rendeu muitos frutos na categoria de baixo, o ex-campeão do peso leve Anthony Pettis (19-6) retorna à divisão que o consagrou para um duelo bem interessante contra o veterano Jim Miller.

Como pena, Pettis finalizou Charles do Bronx, mas foi nocauteado por Max Holloway na disputa pelo cinturão interino, na qual não bateu o peso. Com isso, decidiu que era hora de voltar para os leves e não sofrer com o corte. Numa fase difícil, acumula quatro derrotas nos últimos cinco combates. Por mais que seus adversários recentes sejam de nível muito elevado, o “Showtime” não está atuando no ápice de sua forma técnica, parecendo cada vez mais receoso.

Nos tempos áureos, Pettis era um dos lutadores mais criativos do MMA, capaz de tirar coelhos da cartola em qualquer situação adversa. Ele é um contragolpeador muito preciso, que gosta de lutar na longa distância, na qual consegue utilizar toda a sorte de chutes em alturas diferentes e em ordem imprevisível. O grande problema é que sua movimentação muitas vezes o deixa encurralado, permitindo que os adversários neutralizem sua maior habilidade e exponha sua defesa de quedas, que é boa, mas não intransponível. Quando vai para o solo, normalmente o faz caindo por baixo, após ser derrubado. Nesta situação, demonstra uma guarda agressiva e ótimo senso de finalização.

Jim Miller

Miller viveu um momento análogo ao do adversário de sábado entre o final de 2014 e o começo do ano passado, quando teve as mesmas quatro derrotas com apenas um triunfo no meio. No entanto, o veterano conseguiu sair da sequência negativa ao emendar três boas vitórias no segundo semestre de 2016, superando Takanori Gomi, Joe Lauzon e Thiago Pitbull. Seu primeiro compromisso de 2017 foi uma intensa pancadaria contra Dustin Poirier, da qual saiu com o revés no cartel, mas com o bônus de luta da noite.

Há um bom tempo Miller não mostra mudanças técnicas em seu jogo, que inicia essencialmente no boxe de volume e técnica adequada, que o ajuda a reduzir a distância. Sua maior arma está na luta agarrada, com boas quedas e a habilidade adquirida com a faixa preta de jiu-jítsu, com forte controle posicional e habilidade para buscar finalizações, apesar de não vencer pelo método há mais de três anos. A grande questão é que, em quase 10 anos de UFC, Jim esteve envolvido em uma quantidade gigantesca de guerras, acumulando danos intensos, o que resultou num queixo com capacidade reduzida de absorver danos e um atleticismo já deteriorado.

Anthony Pettis vs Jim Miller odds - BestFightOdds

Em condições normais, Pettis seria o favorito por larga margem, uma vez que sua capacidade de encerrar combates casa muito bem com o queixo combalido de Miller. No entanto, a situação atual aponta um panorama mais parelho.

No aspecto técnico, o veterano é mais completo, enquanto o ex-campeão é mais perigoso. O estilo de pressão e alto volume de Miller é uma receita interessante para deixar Pettis desconfortável. Por mais que esteja aberto para contragolpes ou possa deixar alguma brecha quando estiver mais cansado, a aposta aqui é que Miller conseguirá manter um ritmo que será suficiente para controlar o adversário no clinch e com algumas quedas, sem oferecer oportunidades para levantar. Assim, Jim deve sair vitorioso em decisão unânime, mas não descartamos a possibilidade de um golpe inesperado de Pettis o nocautear.

  • Gabriel Carvalho

    Te falar que esse é o card da IFW que fiquei menos empolgado na história, mas que bom que tem Whittaker-Romero.

  • James sousa

    também acho que o Brasil vai perder o seu ÚNICO cinturão

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Se o Werdum jogar a mesma voadeira que fez contra o Browne nocauteia kkkkkkk, e olha que eu não duvido nada de que ele fará isso. Browne x Werdum II foi uma das lutas mais estranhas que eu vi… não me empolgou mas ainda acho que vença o Overeem.

    E Blaydes empolga mesmo, o Milstead é pequeno, mas ele fudeu o joelho do cara praticamente na base de uns suplês malucos e pressão

  • Malk Suruhito

    Mesmo que por pouca diferença, só eu to estranhando o Whitaker como favorito?

    • Diego Tintin

      Eu tbm achei que o favorito seria o Romero.

  • Marcos E

    Eu vou palpitar que a Amanda vai finalizar logo de cara e não vai querer arrastar a luta para frente. A Leoa vai queimar toda sua energia no começo da luta, de novo, mas dessa vez vai levar. Vai completar a tarefa que não conseguiu na primeira luta: vai pro ground and pound e termina no mata-leão até o segundo round. Do terceiro para a frente, vai ser muuuito dificil a Amanda levar vantagem sobre a Shevchenko. Acho que a Amanda focou seus treinos nesse camp em aumentar a potência dos golpes ainda mais. Ela parecia maior nas imagens dos treinos. Não acho que a Leoa focou tanto para se preparar para cinco rounds. Ela treinou é para causar um dano maior logo no início. Esse é meu palpite.