UFC 211: Prévia do Card Preliminar

O card do UFC 211 é forte de ponta a ponta. Por isso, nada mais justo do que resgatarmos nossa tradição de prévias de preliminares. Tem até ex-campeão envolvido neste sábado.

Depois de um longo tempo sem prévias de card preliminar, o UFC 211 quebrou o jejum. Afinal, as excelentes lutas escaladas pelos matchmakers merecem atenção especial. Tem até ex-campeão em ação.

Em combate que facilmente estaria em cards principais ao longo do ano, Eddie Alvarez retorna pela primeira vez desde que foi desbancado do trono do peso leve contra o talentoso Dustin Poirier. Pela mesma categoria, James Vick encara Marco Polo Reyes. Baixando um nível na balança, Chas Skelly e Jason Knight prometem muita ação, assim como Gabriel Benítez e Enrique Barzola. Completando a nossa prévia, a ex-número um do mundo Jessica Aguilar tenta sua primeira vitória no octógono contra Cortney Casey.

O card preliminar do UFC 211, que tem ainda mais três combates, será transmitido pelo canal Combate ao vivo a partir das 19:15h, pelo horário oficial de Brasília.

Peso Leve: #3 Eddie Alvarez (EUA) vs. #9 Dustin Poirier (EUA)

Por Diego Tintin

Eddie Alvarez

Alvarez é um lutador que ostenta uma importância histórica no MMA: a de provar que campeões de outras organizações podem repetir o feito no UFC, assim como já tinham realizado a façanha Ben Henderson e Anthony Pettis no mesmo peso leve. O nocaute rápido sobre Rafael dos Anjos, que era amplo favorito depois de grandes apresentações, foi o auge da carreira deste excelente lutador, tão competente quanto empolgante.

Em seu último combate, quando deve ter ficado milionário, Eddie acabou caindo na eficiente armadilha mental e técnica que Conor McGregor tem espalhado pelo UFC e que também atingiu seu adversário deste sábado. Um sacode que dá para chamar até de constrangedor do irlandês colocou a reputação de Alvarez em xeque e é algo que ele precisa recuperar neste duelo.

Eddie começou a fazer sucesso no Bellator com o clássico estilo americano de lutar MMA, fundamentado no boxe e no wrestling, complementado com um preparo físico de dar inveja. Depois que se juntou na Blackzilians e passou a treinar com Henri Hooft, adicionou o kickboxing ao seu repertório, passando a conseguir nocautes impressionantes, como os contra os brasileiros Patrick Pitbull e Dos Anjos.

Defensivamente, Eddie é um tanto descuidado e, especialmente na sua última luta, ficou muitas vezes vulnerável a contragolpes. No entanto, o coração gigante e a mentalidade forte já cansaram de salvá-lo de enrascadas. Foi assim na segunda guerra contra Michael Chandler, na virada antológica, praticamente com apenas um dos olhos operante, contra Gilbert Melendez, e na brava tarefa de sufocar Pettis.

Dustin Poirier

Poirier está no UFC há seis anos, desde a incorporação do WEC, e se mostra um lutador talentoso, mas que ainda não conseguiu aquela vitória para virar a chave e chegar de vez na elite que faz a órbita do cinturão. Se por um lado já venceu nomes como Erik Koch, Diego Brandão, Joseph Duffy e Jim Miller, ele costuma esbarrar nos grandes desafios que poderiam lhe apresentar as portas da glória. Foi assim contra o Korean Zombie, McGregor, Cub Swanson e Michael Johnson. As quatro derrotas em momentos-chave fazem com que as treze vitórias não sejam suficientes para transformá-lo em um sério candidato a desafiante, apesar de suas habilidades.

O “Diamante” costuma imprimir um ritmo alucinante em seus combates, lançando combinações longas de socos e chutes. Tem um nível muito decente na luta olímpica e um arsenal de finalizações criativas e eficientes. Contudo, se ofensivamente Dustin faz jus ao pretensioso apelido, está no sistema defensivo uma deficiência que pode explicar as derrotas em momentos agudos da carreira. O americano se expôs mais do que deveria contra adversários letais como McGregor e Johnson, além da forte suspeita que tenha caído no jogo psicológico de provocações de ambos.

Dustin Poirier vs Eddie Alvarez odds - BestFightOdds

Temos aqui um duelo entre sujeitos de muitos recursos ofensivos, disposição e coragem de sobra para se aventurar em qualquer nuance do jogo. Outra semelhança entre eles está na acessibilidade em serem acertados, por conta de estilos que beiram a inconsequência. Alvarez me parece mais sólido na luta em pé, embora menos criativo, e deve ganhar o duelo de isometria e clinch. Um porto seguro para ele seria evitar a luta no solo, onde Poirier tem criatividade e oportunismo para encerrar a luta em um mínimo vacilo.

Somando tudo, noves fora três rounds do mais puro entretenimento violento, aposto em vitória de Alvarez numa dura decisão.

Peso Pena: Chas Skelly (EUA) vs. Jason Knight (EUA)

Por Rafael Oreiro

Chas Skelly

O americano Chas Skelly (17-2 no MMA, 6-2 no UFC) já está batendo na porta do top 15 faz tempo. Depois de ver sua sequência de quatro vitórias ser parada por Darren Elkins no início de 2016, “The Scrapper” voltou a impressionar ao chegar na voadora e finalizar Maximo Blanco em 19 segundos – finalização mais rápida na história da categoria – e, mais recentemente, ao pegar Chris Gruetzemacher em outra boa atuação.

Skelly tem seu jogo baseado completamente no wrestling, modalidade na qual foi campeão do circuito universitário da NAIA e que é constantemente afiada em seus treinos no Team Takedown, em companhia de autoridades como Johny Hendricks. Ele é excelente no controle posicional, capaz de fazer transições rapidamente, sendo sempre ativo na busca de finalizações. Em pé, sua técnica não é tão refinada nem tão variada quanto no chão, baseado praticamente na força de seus punhos para levar perigo a seus oponentes, mas pouco preocupado com o sistema defensivo.

Jason Knight

Depois de chegar no UFC jogado aos leões da divisão, o também americano Jason Knight (17-2 no MMA, 3-1 no UFC) vem subindo aos poucos no ranking, enquanto evolui tecnicamente. Depois da derrota para Tatsuya Kawajiri, quando entrou de última hora após lesão de Mirsad Bektic, ele enfileirou Jim Alers, Daniel Hooker e Alex Caceres em apenas sete meses, fazendo lutas empolgantes para os fãs.

Quando chegou no UFC, Knight era um lutador bastante dependente de seu jogo de chão, no qual apresenta técnica acima do nível médio e uma guarda bastante agressiva e perigosa. Atualmente vem se desenvolvendo e se tornando um lutador mais completo ao melhorar sua categoria na luta em pé, na qual consegue variar bem os chutes e os socos, levando perigo nos contragolpes.

Chas Skelly vs Jason Knight odds - BestFightOdds

Chegamos então à conclusão que a possibilidade dessa luta ser ruim é bastante remota. Ambos têm estilos bastante empolgantes tanto em pé quanto no chão e prometem fazer uma luta muito equilibrada.

Skelly não deve ter muita dificuldade em conseguir quedas, mas terá que ter muito cuidado em lidar com Knight no chão. A expectativa é que Skelly conquiste vantagem no início da luta com controle posicional no chão, mas acho que não conseguirá manter o ritmo no resto da luta, com Knight levando os dois últimos rounds e a luta na decisão dos juízes.

Peso Leve: Marco Polo Reyes (MEX) vs. James Vick (EUA)

Por Rafael Oreiro

Marco Polo Reyes

Vindo para o UFC sem quase nenhuma expectativa depois do TUF Latino, Marco Polo Reyes (7-3 no MMA, 3-0 no UFC) vem fazendo papel bastante decente na organização até agora, levantando muitos fãs do sofá em sua guerra contra o Dong Hyun Kim genérico no ano passado, vencida pelo mexicano por nocaute no terceiro round depois de muito sofrimento. Em sua sequência vitoriosa no UFC, Reyes conquistou também vitórias sobre Cezar Arzamendia e Jason Novelli, este último em uma decisão bastante contestada.

Polo é um clássico brigador mexicano, com poder nos punhos e boxe de boa capacidade ofensiva, além da resistência mostrada em sua guerra contra Kim. Ainda assim, tem problemas defensivos aparentes, com uma certa tendência a defender golpes com o rosto. Até aqui, Reyes se mostrou também limitado no chão, apesar de ter certa manha para defender quedas ou se virar por baixo, mas que deve complicar contra adversários mais gabaritados.

James Vick

O texano James Vick (10-1 no MMA, 6-1 no UFC) é mais um lutador que vem mostrando talento e subindo o ranking do peso leve. Saído do TUF 15, ele passou muito tempo atrasado por lesões, passando praticamente dois anos parado, antes de finalmente engrenar no UFC. Depois de uma série de seis vitórias, o “Texecutioner” finalmente foi parado por Beneil Dariush, em 2016, mas se recuperou rapidamente com uma vitória dominante sobre Abel Trujillo, finalizando no triângulo de mão, golpe no qual Vick já pegou três lutadores no octógono.

Vick é um peso leve de tamanho assustador para a divisão (1,91m de altura e 1,94m de envergadura) e que sabe usar as dimensões para controlar a distância na luta em pé, se movimentando bastante de acordo com sua base no boxe, modalidade na qual foi duas vezes campeão do Golden Gloves no Texas. Porém, James vem adicionando novas ferramentas a seu arsenal, como as tentativas de chutes e joelhadas – que já chegou a vitimar Daron Cruickshank, no TUF 15 – e melhorando seu jogo no solo, onde consegue controlar muito bem seu adversário.

James Vick vs Marco Polo Reyes odds - BestFightOdds

O mexicano já demonstrou muita dificuldade em lidar com a diferença de envergadura contra Jason Novelli, que não era um adversário nem de perto tão habilidoso quanto Vick em pé, nem tão alto. Some isso com a clara vantagem que o texano tem na luta agarrada e você verá porque Reyes é um dos maiores azarões nas casas de aposta para o evento. A previsão é que Vick consiga uma queda no mais tardar no segundo round e termine com a luta por lá.

Peso Palha: #12 Jessica Aguilar (MEX) vs. Cortney Casey (EUA)

Por Gabriel Carvalho

Jessica Aguilar

No único combate feminino do card preliminar, um interessante duelo na divisão peso palha entre a mexicana ex-campeã do WSOF Jessica Aguilar e a americana Cortney Casey.

Depois de perder em uma controversa decisão para Zoila Frausto, num torneio do Bellator, Jessica “Jag” Aguilar (19-5 no MMA, 0-1 no UFC) emplacou uma sequência de 10 vitórias, inclusive derrotando nomes como Carla Esparza e Megumi Fujii, consolidando-se como a número um do mundo na divisão. Contratada pelo UFC após o fim do WSOF, Jag acabou levando um choque de realidade de Cláudia Gadelha em combate válido como eliminatória para o título.

Após 20 meses afastada por conta de uma lesão no joelho, Aguilar tem potencial para retornar ao top 5 da divisão e inclusive disputar o título. Sua principal característica é a forte luta de solo. Mesmo sendo faixa-marrom de jiu-jítsu, a mexicana é ótima em quedas, transições e tem um katagatame fortíssimo. O ground and pound também é de alto nível e sempre bem usado. O preparo físico também é decente, o que se viu em alguns confrontos de cinco rounds lutando em alto nível. A trocação ainda é um problema e vai ser ainda mais com o alto nível da divisão, porém, não deve ser dificuldade neste sábado.

Cortney Casey

Do outro lado do octógono, Cortney Casey (6-4 no MMA, 2-3 no UFC) ficou ameaçada de demissão após derrotas em combates animados contra Joanne Calderwood e Seo Hee Ham. Com um par de vitórias sobre Cristina Stanciu e Randa Markos, Casey foi vítima do matchmaking horroroso do UFC ao enfrentar a número 2 do mundo Cláudia Gadelha e tomar um baita de um vareio.

Uma das principais deficiências de Casey foi a estratégia, que atrapalhou possíveis vitórias contra Pearl Gonzalez, Calderwood e Ham. Apesar de não ser muito móvel e com uma falta de técnica latente na troca de golpes, Cortney é uma atleta habilidosa na luta de solo. Outra faixa-marrom de jiu-jítsu, ela se destaca pelas rápidas transições e por aproveitar oportunidades para finalizar o combate. O ground and pound também é de bom nível e com capacidade letal. Quando colocada contra a melhor grappler da categoria, a americana conseguiu mostrar boa defesa.

Cortney Casey vs Jessica Aguilar odds - BestFightOdds

Em dias normais, apostaria tranquilamente na vitória de Aguilar, mas ainda tenho um pé atrás por conta da cirurgia no joelho e do longo tempo fora. A expectativa é que o combate se desenvolva bem no solo, com Aguilar tendo mais facilidade para derrubar e controlar Casey no solo. Em termos de grappling, a luta tem tudo pra ser ótima e com uma vitória por decisão para Jag.

Peso Pena: Gabriel Benítez (MEX) vs. Enrique Barzola (PER)

Por Gabriel Carvalho

Gabriel Benitez

A divisão do peso pena terá um confronto LIBERTADORES no UFC 211 com o duelo entre o mexicano Gabriel “Moggly” Benítez e o peruano Enrique “El Fuerte” Barzola.

Uma das poucas coisas decentes que saíram do triste TUF América Latina 1, Gabriel (19-5 no MMA, 3-1 no UFC) alcançou a fase semifinal no reality show e ganhou uma oportunidade dentro do UFC. Após um início vencendo Humberto Brown e Clay Collard, Benítez foi nocauteado por Andre Fili, mas se recuperou com um atropelamento sobre Sam Sicilia, no UFC Fight Night 94.

Atleta da American Kickboxing Academy, Benítez usa bastante os chutes, sempre disparando nas pernas e na linha de cintura dos adversários. Porém, o trabalho de mãos é porco, tanto ofensivo quanto defensivo, apresentando diversas falhas. Quando a luta vai para o chão, a situação fica um pouco melhor para o mexicano, que é mais habilidoso e sabe aproveitar bem as oportunidades para finalizar, com destaque para a sua guilhotina.

Enrique Barzola (12-3-1 no MMA, 2-1 no UFC) tem a oportunidade de conseguir a segunda vitória consecutiva dentro do octógono mais famoso do mundo. Após vencer o TUF América Latina 2 em cima do mexicano Horácio Gutierrez, ele foi derrotado em uma decisão controversa contra Kyle Bochniak e voltou a vencer com um triunfo sobre o pífio Chris Avila.

Um dos poucos peruanos no elenco da maior organização de MMA do mundo, Enrique tem boa oportunidade de crescer. Uma de suas principais características é o cuidado que tem na aproximação em pé, resultando num atleta com golpes bem mais técnicos e selecionados. A passividade de Barzola em pé lhe coloca em alguns problemas com atletas mais ativos – esse pode ter sido o grande problema que influenciou na derrota para Bochniak.

Enrique Barzola vs Gabriel Benitez odds - BestFightOdds

Com vantagens físicas, Benítez deve iniciar ditando o ritmo do combate com chutes. Barzola pode se sentir atraído pelo ritmo mais constante do mexicano e entrar na troca de golpes, mas pode se segurar e se basear em contra-ataques para pontuar. Acredito que a luta não se desenvolverá no solo, talvez com alguns momentos de clinch. Meu palpite é que Enrique aproveitará uma queda de ritmo de “Moggly” e vencerá por decisão unânime.

  • Marcos E

    Tintin escreve bem!!! Seria legal ver mais textos dele!!!!

    • Diego Tintin

      Obrigado pelo elogio, meu amigo! Estou gostando muito deste sistema de prévia colaborativa (peguei mais duas no card principal deste evento), porque dá mais chance da equipe participar mais sem ser algo muito pesado como assinar sozinho um texto. E também tira uma boa carga dos ombros do Alexandre que fazia o trabalho sujo sozinho.
      Abraço!

    • Eu também! #QueremosTintin

  • Gabriel Fareli

    Tô curioso pra ver como o Alvarez vai retornar depois da surra tecnica e mental que ele tomou do McGregor.

    • Gabriel Carvalho II

      É interessante mesmo. O José Aldo só vinha dando entrevista bizarra depois da derrota e teve uma atuação magistral contra o Edgar. Vamos ver neste sábado.

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Esse Polo Reyes só pegou lixo pra ficar 3-0 na organização, que bizarro, mas faz lutas boas, achei meio mismatch esse casamento, mas estão em situações meio parecidas quanto a cartel no evento, então tá…

    • Rafael Oreiro

      O Polo tá em bom momento na organização, mas não deixa de ser mismatch não. Vick daqui a pouco vai estar chegando pra lutar naquele top 20 de novo.

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Pra mim Vick já é top 20 legítimo, é aquele que sempre que tiver em sequência de uma ou duas vitórias é cotado pra pegar top 15

        • Gabriel Carvalho II

          Vick com certeza seria top 15 caso rolasse uma categoria intermediária entre o peso leve e o meio-médio.

  • Sexto Empírico

    Alvarez é um lutador mediano, esforçado e superestimado. Logo em sua estréia no UFC, perdeu pro (esse sim, talentoso) Cowboy Cerrone e depois foi destruído e humilhado pelo (também talentoso) Macgregor. Eddie conseguiu chegar ao topo da carreira usando a estratégia a qual é especialista: agarrar, amarrar e vencer por split decision. Assim foi Campeão do Bellator e conseguiu chegar ao TS no UFC.
    Para aqueles que vêem lutas sem tanta passionalidade – e não se descabelavam, nem espumavam de ódio só ao ouvir o nome do “frango sortudo” Mcgregor – a surpresa foi ver Alvarez nocautear Dos Anjos e, não, ser nocautedo pelo irlandês, que já deixou 18 corpos estendidos no chão das 21 vitórias q tem na carreira. Assim como não será surpresa nenhuma se perder pro também esforçado Poirier.

    • Rafael Oreiro

      Depois das guerras que o Alvarez fez com o Chandler, nunca que eu reclamava dele assim. Tenta lembrar ou ver de novo essas lutas e sua opinião talvez mude.

      • Sexto Empírico

        Ja vi e revi. São lutas muito boas. Mas elas não o transformaram num às do MMA. Mesmo depois de ter sido campeão do UFC, ele continua mediano e esforçado. Trabalho e circunstâncias funcionaram em seu caso, já q talento não é seu forte. O cinturão do UFC não combinava com ele assim como está totalmente deslocado no top 5 do ranking. O Magomedov, 15o, chutaria o ass dele se ele não amarrar a luta com uns nós bem apertadinhos.

    • Alvarez tem 54% de vitórias por nocaute, 25% por submissão e 21% por decisão. Das 28 vitórias, apenas 3 foram por decisão dividida. Logo, seu ponto de especialista está incorreto. Além disso, o sujeito tem duas das melhores lutas da história do MMA no currículo.

  • James sousa

    Jessica Aguilar voltando e uma boa adição a divisão dos 52 kg no UFC

    • Gabriel Carvalho II

      Vamos ver como ela volta. 34 anos e 20 meses afastada por conta de lesão.

      • Pois é, ela perdeu muito tempo com a enrolação do UFC e com as lesões.