UFC 196 – Prévia do Card Preliminar

O UFC 196 deve atrair audiência enorme para o card principal. Porém, quem estiver ligado desde as preliminares deve acompanhar vários duelos com alto potencial de entretenimento e três brasileiros em ação.

Depois de fevereiro passar batido sem nenhum evento em pay-per-view por conta das lesões de Cain Velasquez e Fabrício Werdum, março chega para solucionar esta ausência com o UFC 196. A porção principal do evento terá a estreia do campeão dos penas Conor McGregor como meio-médio diante de Nate Diaz, além da disputa de cinturão do peso galo feminino entre Holly Holm e Miesha Tate.

No entanto, este texto não surge com o propósito de elaborar a respeito das lutas mais importantes do evento e sim de pincelar o que de melhor acontecerá no card preliminar, que será capitaneado pelo quebra-pau entre os meios-médios Brandon Thatch e Siyar Bahadurzada. Na mesma categoria se enfrentarão também Erick Silva e Nordine Taleb. Já em duelo válido pelos médios, Vitor Miranda busca a terceira vitória seguida em embate contra Marcelo Guimarães.

Já pelos penas, Chas Skelly tenta invadir o top 15 ao medir forças com Darren Elkins e, subindo uma escala na balança, os leves Jim Miller e Diego Sanchez fazem duelo com bom potencial entre dois lutadores que já demonstram estar na descendente em suas carreiras. Além disso, completam o card os leves Justin Salas e Jason Saggo, que retornam de longos períodos de inatividade, e o combate entre pesos penas veteranos de reality shows do UFC Julian Erosa e Teruto Ishihara.

Peso Meio-Médio: Brandon Thatch (EUA) vs.Siyar Bahadurzada (AFE)

Por Anderson Cachapuz

Brandon Thatch

Brandon Thatch

O talentoso Brandon Thatch (11-3 no MMA, 2-2 no UFC) não consegue manter um ritmo de atuações que faça os fãs não o esquecerem. Lutou apenas duas vezes em 2013 e duas em 2015 por conta de várias lesões que não o deixam seguir seu caminho.

Depois de iniciar com dois nocautes arrasadores, impressionou na estreia com o nocaute sobre Justin Edwards e posteriormente ajudou a jogar a pá de cal em Paulo Thiago com uma joelhada certeira. Contudo, vem de duas derrotas por finalização, quando recebeu Ben Henderson nos meios-médios e sucumbiu à maior técnica do oponente, além de ter se complicado com o forte grappling de Gunnar Nelson, que o pegou em um mata-leão após knockdown.

Com 30 anos, ex-campeão da RFA, o “Rukus” é um sujeito grosso que, além da movimentação fluída, imprime uma precisão ímpar em seus golpes, características que, aliadas ao alto volume, o tornam um dos mais letais do plantel do UFC. Todas as suas 11 vitórias terminaram no primeiro round, sendo oito delas estirando corpos por aí e três apertando pescoços em mata-leões. Alto para a divisão (1.88m), possui a envergadura a seu favor para tornar a vida de seus adversários ainda mais infernal. Defensivamente, tem buracos que o fizeram se enrolar tanto com a trocação menos potente, porém mais técnica, de Henderson, quanto com o jogo de chão de Nelson.

Siyar Bahadurzada

Siyar Bahadurzada

Moldado pelo finado gênio Ramon Dekkers na Golden Glory, uma das mais importantes escolas de muay thai do mundo, o afegão de 31 anos Siyar Bahadurzada (21-6 no MMA, 1-2 no UFC) estreou no UFC animando a galera, nocauteando o mesmo Paulo Thiago batido pelo seu oponente com um gancho dos infernos, precisamente aplicado em um contragolpe cirúrgico.

Antes disso, passou por toda sorte de veneno na guerra em seu país. Este mix de fatores criou um lutador forte mentalmente e extremamente agressivo. Além de “colecionar cabeças”, Bahadurzada passou também a dar um pouco mais de ênfase à luta agarrada, sua maior deficiência, depois de se juntar à Blackzilians. É um bom sinal, já que ele foi praticamente torturado por Dong Hyun Kim.

Bahadurzada está há muito tempo inativo; suas duas últimas lutas foram em 2013, com duas derrotas. De lá para cá, tem convivido com lesões que já o deixam há mais de dois anos sem pisar no octógono.

Brandon Thatch vs Siyar Bahadurzada odds - BestFightOdds

Ambos têm muita coisa em comum: precisão, instinto agressivo, boa movimentação, potência, lutaram pouco nos últimos anos, vêm de duas derrotas, nocautearam Paulo Thiago e precisam mais do que nunca vencer. Ou seja, é a típica receita para fazer com que eu não espere nada menos do que a chinela cantando com gosto.

É nessa hora que o filho chora e a mãe não vê. Estou procurando controlar as minhas expectativas, pois o outro lado da moeda é o respeito em excesso que habitualmente costuma estragar lutas com potencial tão bacana. Apostando em sua maior envergadura e no fato de ter atuado em 2015, Thatch deve controlar a distância e trabalhar melhor suas combinações até atrair o afegão para o epicentro do furacão e conseguir definir o combate a seu favor. Rogo aos deuses da guerra que isso aconteça lá pro fim do terceiro round, apenas. Essa é a aposta, nem tanto com a razão, mas é a aposta.

Peso Meio-Médio: Erick Silva (BRA) vs. Nordine Taleb (CAN)

Por Anderson Cachapuz

Erick Silva

Erick Silva

Outrora um promissor prospecto que empolgava os patrões no UFC, o capixaba Erick Silva (18-6 no MMA,  6-5 no UFC) vê o tempo passar aos 31 anos e sua carreira não dar o passo à frente que muitos um dia esperaram. Do início arrasador, com o nocaute sobre Luis Beição, Carlo Prater (que virou derrota depois da desclassificação de YamasakI) e as finalizações sobre Charlie Brenneman e Jason High, entremeados pela batalha épica no solo contra Jon Fitch, o “Tigre” nunca conseguiu sair dessa gangorra de resultados. Acertado por um míssil de Dong Hyun Kim, mais um nocaute e nova derrota, dessa vez para Matt Brown. Quando pela primeira vez emendou duas vitórias no evento (Mike Rhodes e Josh Koscheck), parou de novo em Neil Magny. Ou seja, sempre que a oposição se qualifica um pouco mais, Erick paçoca.

Grappler de origem, Erick tomou gosto em mandar gente para a vala depois que se mudou para X-Gym para treinar com Anderson Silva e Ronaldo Jacaré. Lá desenvolveu um kickboxing ágil, técnico, agressivo e letal ofensivamente, apesar das combinações de boxe deixarem a desejar. Tem um bom jogo de pernas e explosão ímpar, contrabalançados pelo condicionamento físico que ainda deixa dúvidas na cabeça de muita gente. Faixa preta de jiu-jítsu e de judô, tem um jogo de solo ajustado e o mesmo instinto matador que demonstra em pé. Defensivamente, deixa muitos buracos em pé por ser afoito. No chão, se defende bem e nunca foi finalizado.

Nordine Taleb

Nordine Taleb

Perseverança deveria ser o sobrenome do canadense Nordine Taleb (11-3, 3-1 no UFC). O único atleta que conseguiu participar de duas edições do TUF consecutivas, conseguiu outro feito: não venceu nenhuma luta em nenhum dos dois TUFs que disputou (TUF 19 e TUF Nations).

Pupilo de Firas Zahabi na Tristar Gym, em Montreal, onde treina com gente da estirpe de Georges St. Pierre e Rory MacDonald, Taleb é o típico lutador nota 6. Aos 34 anos, ainda não é muito bom em nada, mas está na média para passar.

Depois de iniciar no evento com três vitórias consecutivas, viu seu mundo ruir assim que pegou oposição mais qualificada, tombando diante da mortal guilhotina de Warlley Alves. O clinch é a principal arma de seu jogo sólido, de onde trabalha um dirty boxing decente com punhos pesados, mas costuma se enrolar quando não consegue travar seus combates. Ao contrário de Erick, no entanto, sobra no canadense condicionamento cardiorrespiratório e capacidade de atuar nos três rounds mesmo disputando força isométrica na grade e no chão.

Erick Silva vs Nordine Taleb odds - BestFightOdds

Mais uma chance para Erick começar uma nova sequência que enfim o levará a algum lugar. Taleb e seu sono peculiar são um convite para serem engolidos pelo dínamo Silva. Começando o combate a mil, Erick deve partir para cima a fim de recuperar a moral, a confiança e tentar iniciar outra sequência de vitórias. Taleb precisa desesperadamente grudar em Erick, travá-lo na grade e rezar para o tempo passar rápido enquanto usa o dirty boxing visando minar o gás do brasileiro. Precisa tomar cuidado para não cair, senão o cronômetro dispara e a finalização será questão de tempo.

A aposta deste que vos escreve é que Silva conseguirá se aproximar com suas ótimas combinações e, sem demorar muito, um petardo encontrará a face do canadense, que, zonzo no chão, terá seu pescoço apertado ainda no primeiro round.

Peso Médio: Vitor Miranda (BRA) vs. Marcelo Guimarães (BRA)

Por Anderson Cachapuz

Vitor Miranda

Vitor Miranda

“Cria” do TUF Brasil 3, Vitor Miranda (11-4, 2-1 no UFC) ainda almeja sonhos maiores em sua carreira no peso médio do UFC, onde, mesmo aos 36 anos, planeja passar dos 40 lutando. Ao bater Bruno Silva com um bonito chute nas eliminatórias, Vitor, lutando nos pesados, enfileirou Antônio Montanha e Rick Monstro com dois nocautes, antes de ser parado pelo forte grappling de Antônio Carlos “Cara de Sapato” Junior.

Multicampeão de kickboxing e muay thai, o experiente Vitor possui uma trocação de alto nível, capaz de dar conta inclusive do boxe de alto volume de Clint Hester. O praijed preto no muay thai, a faixa preta em sandá, luva de prata no savate e a faixa marrom em kickboxing o tornam letal em pé. Vindo de duas vitórias, “Lex Luthor”, apesar de ser faixa marrom de jiu-jítsu e verde de judô, ainda precisa melhorar seu jogo de chão, pouco testado no alto nível do UFC, o que é justamente o ponto forte de seu adversário neste sábado. Porém, Vitor tem um bom controle de distância e uma precisão ímpar, o que aliado ao instinto agressivo e finalizador, o tornam favorito para este combate.

Marcelo Guimarães

Marcelo Guimarães

Há quase dois anos sem lutar, Marcelo “Magrão” Guimarães (9-1-1, 2-1 no UFC) tem 32 anos e estreou no UFC ainda na época em que Diego Tintin escrevia as prévias dos cards preliminares (faz tempo que baixou o Vampeta no nosso bravo habitante de Bangu). Catapultado para o UFC pelo cinturão do Jungle Fight, Marcelo estreou com vitória em decisão dividida contra Daniel Stittgen. Depois de sofrer para bater o peso em suas duas primeiras lutas, Magrão retornou para os médios e vem de vitória sobre Andy Enz, com uma derrota no meio desse caminho, um nocaute contra o gigante Hyun Gyu Lim.

Faixa preta de jiu-jítsu, o capixaba Marcelo é dono de um jogo de chão correto e ajustado, porém sua trocação ainda é muito mais baseada no coração e na garra do que na técnica, que ainda é um tanto rudimentar. É esperado também que tenha melhorado seu wrestling adaptado ao MMA, caso queira ter sucesso na empreitada deste sábado – apesar de ele ter conquistado alguns títulos tanto no estilo livre quanto no estilo greco-romano em competições oficiais pelo Brasil.

Marcelo Guimaraes vs Vitor Miranda odds - BestFightOdds

Vitor é mais lutador em todos os aspectos. Com maior estrutura para se preparar, o catarinense é mais experiente e mais rodado em sua base. Controla melhor a distância e vai enfrentar um adversário que está há muito tempo parado. Ou seja, nesse combate, é muito menos provável que Marcelo consiga grudar e derrubar Vitor em busca de uma finalização. Ao invés disso, o “Lex Luthor” deve dominar rapidamente a distância e aproveitar sua maior técnica e agressividade para dar cabo da luta com um nocaute ainda no primeiro round.

Peso Pena: Chas Skelly (EUA) vs. #11 Darren Elkins (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Chas Skelly

Chas Skelly

Um dos principais nomes em ascensão na categoria dos penas, Chas Skelly (15-1 no MMA, 4-1 no UFC) estreou no UFC derrotado por Mirsad Bektic, mas em seguida se recuperou emendando uma sequência de quatro vitórias. Nesta série de resultados positivos, enfileirou Tom Niinimaki, Sean Soriano, Jim Alers e, em seu último combate, finalizou Kevin Souza em São Paulo após quase ter sido nocauteado.

Campeão de wrestling do circuito da NAIA, Skelly baseia seu jogo no MMA nesta modalidade, aplicando ótimas quedas, que mantém afiadas nos treinos na Team Takedown. Uma vez que a luta atinge o solo, o “Scrapper” é bom em buscar transições para as costas e encaixar finalizações, além de exercer um controle posicional eficiente. Na luta em pé, trabalha majoritariamente com o boxe em golpes muito potentes e de pouca variação, conectando pouquíssimos golpes que não sejam direcionados a cabeça de seus oponentes.

Darren Elkins

Darren Elkins

Alternando entre vitórias e derrotas depois de emendar cinco triunfos seguidos ao baixar para os penas – ele chegou a ter a maior série de vitórias da categoria -, Darren Elkins (19-5 no MMA, 9-4 no UFC) conquistou um resultado importante ao fazer as vezes de porteiro da divisão e derrotar o escocês Robert Whiteford. Antes disso, vinha de reveses para Jeremy Stephens e Hacran Dias intercaladas por uma vitória contra Lucas Mineiro.

Dono de bom porte físico para a categoria, Elkins se utiliza dessa característica e das habilidades desenvolvidas quando disputava o circuito da Divisão II da NCAA para aplicar uma forte pressão que serve tanto para levar seus adversários para o clinch, onde trabalha com eficiência no dirty boxing, ou abrindo espaços para conseguir derrubá-los. Darren possui bom condicionamento atlético e um ótimo queixo, o que o permite executar a estratégia acima com confiança. Quando a luta está de pé, a técnica deixa a desejar e o objetivo é apenas encurtar a distância.

Chas Skelly vs Darren Elkins odds - BestFightOdds

O que se tem nessa situação é um embate entre dois lutadores com estilos semelhantes. No entanto, a vantagem na força e técnica no wrestling estão com Skelly, que deve levar vantagem nos dois assaltos iniciais, mas não conseguirá encerrar o combate contra o durável Elkins. Dessa forma, abre-se uma brecha para as já tradicionais quedas de rendimento de Chas, mas como o poder de definição de Darren é pequeno, a aposta é de que o “Scrapper” fique com a vitória por decisão.

Peso Leve: Jim Miller (EUA) vs. Diego Sanchez (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Jim Miller

Jim Miller

Tendo recém-completado vinte lutas no UFC, Miller (25-7 no MMA, 14-6 no UFC) não tem encontrado muito sucesso recentemente, com um retrospecto de 1-3 nos últimos quatro combates. Sua única vitória veio em uma decisão dividida sobre Danny Castillo. Depois disso, foi finalizado por Michael Chiesa na melhor luta da noite no UFC Fight Night 80. Antes, fora nocauteado por Donald Cerrone e batido por Beneil Dariush.

Faixa preta de jiu-jítsu de Jamie Cruz, Miller é um finalizador de qualidade, mas cuja defesa tem ficado mais exposta conforme o desgaste dos mais de dez anos de MMA vem surtindo efeito. A arte suave é usada de forma metódica, com bom controle posicional e passagens de guarda à espera de uma abertura. Para levar seus combates ao solo, a tática usada é a agressividade na aproximação, usando o alto volume de golpes no boxe para encurtar a distância, permitindo a utilização de um wrestling, sua modalidade de base, de qualidade.

Diego Sanchez

Diego Sanchez

Outro lutador que certamente já passou de seu auge, Sanchez (25-8, 14-8 UFC) tentou uma reviravolta na carreira ao baixar pela primeira vez à divisão dos penas, mas o resultado não foi o aguardado (por ele), tendo saído derrotado por Ricardo Lamas sem apresentar riscos. Com isso, o retrospecto recente do primeiro campeão do TUF foi para apenas duas vitórias nos últimos seis combates. Some-se a isso o fato de que os duelos com Ross Pearson, Takanori Gomi e Martin Kampmann tiveram decisões altamente controversas e pode-se ter um caso de que Sanchez deveria estar com apenas um triunfo em suas dez últimas lutas.

Depois de começar sua carreira como um lutador que usava a habilidade no jiu-jítsu (modalidade na qual possui a faixa preta dada por Roberto Tussa), Sanchez tomou gosto por pancadarias violentas e sanguinolentas. Com isso, transforma praticamente todos os seus combates em tiroteios, mostrando grande coração, condicionamento físico e um queixo até aqui intransponível, o que o deixa nas graças dos fãs, levando-o a ter recebido diversos bônus de melhor luta da noite ao longo de sua carreira no UFC.

Diego Sanchez vs Jim Miller odds - BestFightOdds

Ambos já estão no UFC há tanto tempo que é até difícil de acreditar que nunca se enfrentaram. Há três anos, este seria um duelo muito aguardado e de relevância. Contudo, o tempo no esporte para os dois já parece estar acabando.

Miller sempre se mostrou um lutador sóbrio, enquanto Sanchez cada vez mais busca tornar suas lutas em pancadarias francas. Por conta disso, a expectativa é que Miller resista a algum eventual golpe mais duro que receba ao se aproximar e consiga as quedas necessárias para controlar Sanchez no chão, rumo a um triunfo na papeleta dos juízes.

  • James sousa 8

    legal que voltaram as prévia dos cards preliminares

    • Anderson Cachapuz

      Sempre tem pros cards numerados… :)

      • Bruno Fares

        Comentaristas agradecem.

        • Anderson Cachapuz

          kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • James sousa 8

        quem agradece e meu fantasy que aumentar meu número de acertos

  • Digodasilva

    Tudo bem, pessoal?
    Com esse frisson causado pela luta ente McGregor e Diaz, surgiu uma dúvida e gostaria de saber se alguém por aqui sabe me dar uma dica… Gosto muito acompanhar as coletivas, principalmente pós luta, então: Alguém sabe se há um site, app ou canal onde eu posso acompanhar coletivas, eventos, pesagens e coisas do tipo dos eventos de MMA? Se algum de vocês costumar acompanhar, por qual meio o fazem? Vlw o/

    • Anderson Cachapuz

      Normalmente o próprio UFC transmite ao vivo no canal do youtube…

      Não sei das coletivas pós luta.. mas acho que sim… eu acompanho só as pesagens…

  • Rafael Maia

    Preparem-se para a última luta do Diego Sanchez no UFC!

    Será que o Erick “foguete molhado” Silva finalmente vai deslanchar? Eu acho que não!

    O Tatch me parecia excelente quando o vi pela primeira vez. Mas a luta dele contra o Nelson me decepcionou! Tomara que ele volte a empolgar, afinal um lutador com 100% de vitórias no primeiro round é muito legal!

    • Anderson Cachapuz

      Acho que o Taleb é um adversário bem acessível pro Erick iniciar nova sequencia de vitórias….

      E também acho bem possível que o Thatch mantenha sua sequencia de primeiro round…

    • Acho que o Diego só roda se resolver se aposentar. Dana não vai demitir ninguém do TUF 1.

  • Luis Coppola

    Não foi ressaltado na prévia, o Erick fez esse camp na Kings (se não me engano se mudou em definitivo pros EUA), deve vir mto bem para essa luta treinando com o melhor coach de mma da atualidade. Estou curioso para ver sua evolução! (apesar que acho que ele finaliza rapidamente o taleb)

    • Anderson Cachapuz

      É, me passou batido, realmente.
      Se o Rafael conseguir adubar todos os buracos defensivos desse queijo suíço na trocação, aí sim teremos um lutador bom… :D

      • Luis Coppola

        haha, acho q o Erick não vai mto longe nessa categoria não, mas treinando na Kings deve conseguir se manter por um bom tempo no evento!

    • Lero

      Ainda está cedo como para ver alguma mudança evidente no Erick eu acho. Como falaram em algum podcast do Rizin, se referendo a aquela luta da Gabi Garcia: Cordeiro é um treinador, mas não é mágico.

      • Isso. É um treinador, provavelmente o melhor deles, mas não é mágico e não faz milagre.

    • Técnico não faz milagre, nem o melhor deles. Nem todo mundo na Kings é Dos Anjos ou Werdum, alguns são Nolan Ticman, Jamie Yager, pra não falar do Jake Ellenberger.