TUF 25, Episódio 1: Let me bang, bro!

TUF 25, Episódio 1: Let me bang, bro!
MMA

O primeiro episódio do TUF 25 mostra que o UFC pode ter acertado na aposta neste formato. Muita confusão entre os técnicos, lutadores polêmicos e agitados, que podem render bons momentos de entretenimento.

Um grande alô pra você que estava ansioso, aguardando este momento. Depois de um total de zero pedidos, o Cachapa está de volta às resenhas do The Ultimate Fighter, que começou nesta quarta-feira, 3, no canal Combate. Para você, que já está saturado da fórmula do reality, um antigo formato foi recuperado para este TUF 25 – quem acompanhou a brilhante introdução feita por Rafael Oreiro já leu aqui.

A fórmula escolhida parece válida, mas o programa recebeu muitas críticas por passar a impressão de que o elenco foi pinçado de um caminhão de lixo poderia ter sido melhor escolhido. O foco principal do programa deve ser o entretenimento, como indica a escolha do plantel e dos técnicos. As tretas internas do Team Alpha Male devem ser o centro da temporada e (não) serão resolvidas ao término, quando os técnicos TJ Dillashaw e Cody Garbrandt se enfrentarem, valendo o título dos galos.

Sem mais delongas, vamos ao que rolou no primeiro episódio do TUF 25.

Iniciamos com histórias tristes e uma música dramática, que quase derramaram um pouco de suor hétero do canto do meu olho esquerdo. Joe Stevenson e o alcoolismo; Gilbert Smith e seu divórcio; Tom Gallicchio com suas duas cirurgias, dentre outras. A tradicional chamada para empolgar o público foi bem feita e anunciou muitas confusões dessa turminha da pesada. /sessãodatarde off

A REDENÇÃO VAI COMEÇAR!!! LET ME BANG, BRO!

Sim, temos um lema reciclado também.

Todos para a academia e começam as recordações com Jesse Taylor, membro do TUF 7, que talvez seja a principal personificação da proposta do programa. Taylor é o tal finalista citado por Oreiro que vandalizou o ganha-pão dos Fertittas logo após chegar à final do programa. O lutador quer se redimir e aproveitar a nova oportunidade que enfim surgiu 10 anos após suas cagadas escolhas precipitadas.

James Krause vem a seguir. Membro da temporada 15, ele é o único lutador do plantel do programa com contrato vigente com o UFC. Também é o único que nunca frequentou a casa do TUF, pois foi derrotado ainda nas eliminatórias na primeira tentativa. Agora, aceitou pela experiência e principalmente pela grana.

Julian Lane é o filhote de cacatua que fez parte da (in)esquecível temporada 16 do programa. Responsável pelo lema reciclado, Lane é doido de pedra, definitivamente tem um parafuso a menos. Sua função ali é bem clara: entreter e “entretar” o povo e com o povo.

Hora do big boss Dana White chegar com seu tradicional discurso motivacional que, de tão importante (e batido), deveria ser feito pelo presidente dos Estados Unidos. Após anunciar que, por serem veteranos, cada um receberia 10 mil verdinhas por combate, Dana foi interpelado pelo competente negociador Ramsey Nijem e acabou convencido a bonificá-los com 5 mil dólares adicionais em caso de interrupções. A premiação total pode chegar a mais de 300 mil dólares, considerando que o vencedor da temporada ganha um prêmio de 250 mil trumps.

Os técnicos são apresentados e imediatamente é colocado em jogo o racha interno causado pela saída de Duane Ludwig do Team Alpha Male. Como não poderia deixar de ser, não faltou o “e eles realmente não gostam um do outro”., em relação aos treinadores principais.

Neste momento, os mais atentos fizeram as contas e descobriram que só 14 lutadores entraram na casa. Seria aberta uma votação surpresa com o público estilo BBB? Nããão! Dana anuncia uma luta de repescagem para a próxima fase.

Os lutadores passam por exercícios de avaliação para que os técnicos os observem e escolham seus times. TJ disse que avaliou prioritariamente a condição física e o jogo de grappling dos lutadores, algo muito importante no TUF (derrubar, amarrar e vencer na decisão; Dana White deve ter adorado). Então, algo bacana: Dillashaw apresentou sua equipe de auxiliares, começando pelo principal, Duane “Bang” Ludwig, e Eliot Marshall, treinador de jiu-jítsu de TJ. Enquanto isso, Cody apresenta Urijah Faber e Danny Castillo.

Garbrandt decide fazer uma entrevista com os lutadores e então pudemos observar Hector Urbina com fucking 89,1 quilos “pouco tempo atrás”. Um “jênio” fora da lâmpada. Fiquei impressionado com a capacidade do sujeito de entrar num TUF para lutar de meio-médio (77 quilos) com mais de 12 para cortar.

Hora de escolher as equipes. Dana explica que, nesta temporada, as lutas serão alternadas, ou seja, quem vencer não tem mais o direito de escolha da próxima luta. Moedinha para o alto e cai o lado azul para cima. Dillashaw escolhe o primeiro lutador: James Krause, que, no auge da prepotência, se declarou como o mais completo e diz já ter enfrentado lutadores muito melhores do que todos eles. Valeu, champs!

Cody vai de Seth Baczynski. TJ segue com Jesse Taylor. As demais escolhas de Cody foram, nesta ordem: Mehdi Baghdad, Eddie Gordon, Hector Urbina, Hayder Hassan, Julian Lane e Justin Edwards. As de TJ foram Ramsey Nijem, Dhiego Lima, Joe Stevenson, Tom Gallicchio e Gilbert Smith.

Em seguida, Garbrandt casa a primeira luta: Gilbert Smith contra Seth Baczynski. Dillashaw então casa James Krause contra Hector “Porca Prenha” Urbina. TJ revela que o peso de Urbina foi decisivo na escolha, além de suas limitações técnicas.

Hora da diversão. Os lutadores chegam à casa. Dhiego Lima apareceu feliz e eu só consegui prestar atenção em quanto o seu nariz aumentou desde o TUF que o vi até aqui. Hassan é outro com o nariz extremamente torto. Eu sei que deveria ter prestado atenção em outros detalhes, mas achei que vocês precisavam saber disso.

Hector se pesa no vestiário e baixa para 88,5. MELDELS! Castillo quase infartou. Cody diz que a escolha de TJ para a segunda luta o surpreendeu, pois Krause é muito metódico, enquanto Urbina é um “legítimo lutador mexicano, que parte para cima”. Fiquei esperando ele rir e falar “calma fera, é brinks”, mas a decepção veio.

Agora, foca na treta, que é o motivo principal do programa (ou não): TJ explica sua saída da Alpha Male. Quando Duane abriu sua academia, no Colorado, Dillashaw dividia seus camps entre ambas. Até que, na luta contra Dominick Cruz, decidiu fazer o camp apenas na academia de Ludwig. Isso irritou Faber, que deu a ele um ultimato e o fez escolher uma. A escolha foi feita e TJ agora é pintado como traidor no Team Alpha Male. Cody conta sua versão e diz que nunca gostou de Dillashaw porque era um babaca. Acusou o ex-parceiro de mentiroso, jogou na cara coisas que fizeram em seu auxílio e tudo. Flashes para Conor McGregor chamando Dillashaw de “cobra rastejando na grama” quando foi técnico contra Faber, no TUF 22.

Uma pausa para a história dos lutadores: Gilbert Smith explica o quão prejudicial foi ser o primeiro a lutar no time de Jon Jones, no TUF 17, e que quase se aposentou após o programa. Ele tem três filhos, se divorciou e vê no TUF 25 sua última chance na carreira. Foco na preparação para a luta, TJ se diz animado com a escolha e certo da vitória.

Hora de Baczynski contar seu drama. Ele lutou no TUF 11, caiu na eliminatória e recebeu uma segunda chance para retornar quando Chris Camozzi quebrou o maxilar. Seth então ganhou uma luta e foi desclassificado na segunda, quando vencia, ao aplicar um tiro de meta ilegal em Brad Tavares. Mesmo assim, recebeu sua chance no UFC, vencendo quatro e perdendo uma, empolgou o chefe e acabou demitido após três derrotas. Sua mãe teve problemas com drogas e sua infância foi difícil, perdeu a irmã caçula com um tiro em uma festa e assumiu a guarda de uma das sobrinhas, enquanto o outro ficou com outro irmão. Ao todo, são cinco crianças que moram em sua fazendinha no Arizona, onde cria vacas, bodes e um peruzão sinistro.

Um pouco de atenção na próxima luta e, faltando apenas dois dias para a pesagem, Urbina está com quase 90 quilos e achando que só o pensamento positivo vai resolver. Cody chega a chamar o cara de “bebê chorão”. O drama é tão forte que seu jantar foi alface com dois ovos. Castillo desce o sarrafo por Urbina não ouvir suas orientações e o força a fazer do seu jeito. Depois de muito esforço, a balança ainda marca 85,4. Desse jeito, a redenção não vem.

Hector chama Cody e avisa que desistiu da luta. Diz ter estragado sua vida, pois nunca vai conseguir chegar a 77,1 quilos. Paulo Coelho (não me xinguem, pfv) disse em um de seus livros que há três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida. Acho que acabou para um dos irmãos Urbina. Quando Dana White entrou na sala com cara de pouquíssimos amigos perguntando a Hector o que houve, eu tive certeza disso.

Dana manda Hector para casa, deixando claro sua insatisfação por ter tomado a vaga de algum outro lutador que poderia estar ali e que estivesse apto a aproveitar a oportunidade, pois ele não estava. O presidente pede para os lutadores aguardarem e vai para a sala com os técnicos para decidirem o que fazer. Dana diz que tem alguns reservas para estas situações e que Cody vai escolher quem substituirá Urbina.

O escolhido foi Johnny Nuñez, ex-TUF 22, wrestler local e amigo do treinador (nada como ter um belo QI, né?) e Dana informa que a luta não acontecerá no mesmo dia. TJ questiona, pois a escolha desta luta foi dele (e a estratégia acabou sendo um tiro n’água) e quer escolher uma nova luta. Dana diz que Nuñez substituirá Hector e esta será a luta. TJ aceita o “manda quem pode, obedece quem tem juízo” e vamos nessa. Cody dá a notícia a Nuñez, que demonstra a mesma empolgação que Urbina dá a seus combates.

Um pouco de confusão, para que ninguém diga que o episódio foi morno.

Smith, de cueca em casa, vai falar com membros do time de Garbrandt que “eles se deram mal em tê-lo escolhido para a primeira luta”. Seth vai peitar Smith, pois ouviu falando dele no vestiário. Apartaram. Pausa na confusão para a pesagem enquanto TJ sorri e Cody provoca, chamando-o de cobra. A discussão começa E A TRETA VEEEEIO! Cody agarra TJ pelo pescoço e João Kleber anuncia: PARA, PARA, PARA! Depois do comercial.

Com a audiência garantida para após o “plim-plim”, só teve o povo apartando a briga. Dillashaw no prejuízo, mas fica rindo da situação. O vídeo não foi disponibilizado pelos canais oficiais, mas extraoficialmente você encontra:

Na pesagem oficial, Seth Bazczynski é o primeiro a subir na balança e bate pouco acima do limite, na libra de tolerância (77,3 quilos). Gilbert Smith vem a seguir e marca o mesmo peso. A encarada teve provocações de Seth e sangue frio com olhar fixo de Smith. Ótimos ingredientes para uma boa luta #oremos.

Mesmo que as vezes não pareça, o TUF é um programa com lutas. Então, vamos para a primeira.

Seth Baczynski (Team Garbrandt) vs. Gilbert Smith (Team Dillashaw)

Seth está confiante. Gilbert parece mais tenso com a possibilidade de surpreender. Herb Dean explica as regras e autoriza o início da peleja.

Smith começa controlando mais o centro enquanto Seth quica. Gil acerta um bom soco e vai ganhando confiança. Baczynski chega ao clinch e perde a posição sem causar maiores danos. Gilbert parece atento, controlando o centro e contragolpeando bem quando Baczynski avança. Após o primeiro minuto e meio, Seth passa a dominar o centro do cage e consegue bons momentos, quase pegando Smith na grade com um soco que entrou limpo. Smith reage, acerta um bom troco, chega ao clinch e dali ao solo.

Gil faz bem a transição e tenta pegar as costas de Seth. Aos poucos, a “cobra” do time de cobras vai se enroscando no adversário e subitamente desiste da posição. Smith puxa para o meio do octógono e volta a pegar as costas. Trabalha um pouco os golpes para abrir a guarda do oponente, tentando encaixar um esgana-galo. Baczynski até então se defende meio no desespero. Gil tenta um estrangulamento forçando o queixo, mas não encaixa. O nariz de Baczynski sangra com os golpes de Gil a 20 segundos do fim. Smith continua golpeando até a buzina anunciar o primeiro 10-9 para Gilbert Smith. Bom round.

(Photo by Brandon Magnus/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)

O segundo assalto começa com Baczynski tentando tomar a iniciativa. Cody o alerta para evitar afobação. Os lutadores trocam bons golpes no centro até que Gil se lança nas pernas do adversário e consegue derrubá-lo. Parece que a segunda metade do primeiro round está prestes a se repetir, pois Gilbert é forte e controla bem no solo. Seth se levanta, encaixa uma guilhotina e puxa para a guarda, mas a mão escorrega. Ele perde a posição e agora está por baixo.

Smith trabalha bem o ground and pound, pontuando e tentando machucar seu oponente. Seth tenta se levantar e Gilbert, com calma, tenta encaixar um gancho para pegar as costas. Baczynski consegue se levantar, mas, sem espaço, é derrubado novamente com uma bela queda. Gil protege bem a cabeça enquanto golpeia o oponente. Um minuto para o fim e parece que Dillashaw vai abrir a contagem para seu time. Baczynski está sem reação, tentando dar cotoveladas (feat. Uriah Hall) por baixo. E é assim até o fim do round, 20-18 claro para Gilbert Smith.

Os técnicos analisam a luta, já com Cody tentando se esquivar de culpa (feat. Chute Boxe) beeem de leve. TJ comenta que Gilbert gritava “esforço” a cada golpe que dava. “Esforço, Dedicação, 1, 2, 3… TJ!” é o lema do time.

Herb Dean levanta a mão de Smith em uma decisão unânime. Gilbert diz que está de alma lavada depois de ter sido o último a ser escolhido (feat. Kelvim Gastelum). É, amigo, não existem mais bobos no MMA (feat. Galvão Bueno). Tá, existem sim. E chega de feat.

(Foto: Brandon Magnus/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)

Chega de episódio 1 também. Espero que vocês tenham curtido. Vejo todo mundo daqui a pouco com a resenha do segundo episódio. Mas já que a próxima luta caiu, é preciso escolher uma nova. Cody anuncia, “do time das cobras”, Tom Gallicchio contra Eddie Gordon. Um pouco mais de provocações, peitadas e Cody mostra que aprendeu bem como ser repetitivo com Conor McGregor. Vou invocar o mestre Chael Sonnen para dar umas aulas para este povo.

Um breve resumo do que está por vir na temporada, com direito a uma cobra no final, mostra que deveremos ter bons momentos por aqui. Como sempre, a caixinha de comentários é serventia da casa. Eu achei o episódio muito bom, e vocês? Comentem aí embaixo.

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  • Diego Tintin

    Gostei muito do episódio e mais ainda do texto. E sou Team Dillashaw, um injustiçado!

    • Beto Magnun

      Dessa vez cê tá certo.

      • Até relógio parado acerta de vez em quando.

      • Diego Tintin

        Significa muito pra mim!

    • Anderson Cachapuz

      #teamcachapa kkk

  • Beto Magnun

    HEHE Pior que eu acho que o The James Krause tem razão em relação ao nível dos oponentes que enfrentou.
    Pô triste pela derrota do Seth, ainda mais depois de ver a história do cara.
    O Stevenson era bom lutador. Me amarrava nas lutas dele que geralmente eram umas pancadarias locas. Mas o cara é nanico. Difícil não ser amarrado por uns ogros tipo o Smith. Ainda mais agora que o auge ficou pra trás.
    Urbina, o cara lamentável do Bang, o grande Eddie Gordon, irmão Lima do queixo de paçoca… Dificil achar motivos pra seguir assistindo. Só campiaum.

    • Rafael Oreiro

      Torço pra caralho pro Stevenson, mas a tarefa dele ali é muito difícil. Além da diferença de tamanho ele tem também o desgaste da carreira pesando faz bastante tempo já, a melhor chance dele passar nessa primeira fase é pegar uma luta contra o lixo do Julian Lane.

    • Essa temporada deve valer a pena pelo zuá e pelas tretas. Até eu tô pensando em assistir.

  • Rafael Oreiro

    Que baita episódio e que baita resenha! Quero só ressaltar o tamanho da burrice que o lixo do Urbina fez.. O cara ganha uma segunda chance e desperdiça a porra toda entrando com um peso absurdo pra cortar pra lutar. Merece nunca mais chegar perto de evento grande.

    • Anderson Cachapuz

      Por um lado a gente até entende, porque segundo ele o convite veio “em cima da hora” e ele aceitou para não deixar a oportunidade passar.

      Só que gordo quase que nem eu, ele deveria ter recusado, porque agora que a oportunidade não vem mais nunca mesmo.

    • O cara é um Urbina, o que você esperava?

  • Matheus Araujo

    A melhor parte é a descrição dos narizes kkkkkkkkkkkk

    • Anderson Cachapuz

      Porra, feião, né?? Desconcentra… não consigo prestar atenção em outra coisa…. fica um letreiro luminoso piscando tipo entrada de puteiro….

  • Gabriel Carvalho II

    Só passando aqui pra avisar que a analogia Águia-Cobra do Garbrandt foi horrível.

    • Anderson Cachapuz

      Prefiro as piadas do cachapa!! E tenho dito ;p

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    90 FUCKING QUILOS… tomou a vaga do Junnie… deixa quieto kk

    Achei que a única escolha decente do Garbrandt foi o Hassan e talvez o Gordon,no mais o time do Dillashaw tá melhorzinho, e não conhecia esse Gilbert Smith, se é forte e tem wrestling, tem chances.

    Aliás se eles forem pro UFC nenhum vinga, tô assistindo mais por curiosidade, e sou #timeletmebang 100%

    Dentre outras coisas que eu vi, o Stevenson ficou muito pequeno, tipo um hobbit, perto do Eddie Gordon ele sumiria. James Krause bastante confiante, é favorito, mas não duvido nadinha dele se perder na confiança, e achei estranho Justin Edwards por último, ele é ruim mas ainda acho mais seguro escolher ele do que o Stevenson que infelizmente perdeu pra uns caras meio estranhos do cenário regional (até de ator pornô kk), e o Lane que vai ser amarrado por que tem muito wrestler nesse TUF. Vou chutar vitória de Hayder Hassan nesse TUF aí, bem sem convicção kk, alias o texto ficou bem bacana, gostei de ler

    • Anderson Cachapuz

      Obrigado! :)

      o problema do Gilbert Smith é que ele é pequeno demais, apesar de forte…

      TUF cheio de barangas, mas que promete bons momentos.. e a função do TUF é essa….
      Eu estou sentindo o JT confiante… tô achando que pode surpreender….

    • Smith disputou o TUF 17 (Jon Jones vs Chael Sonnen), lutou no Bellator, no Legacy, na RFA e no Titan.

      Stevenson era um peso leve normal. Eddie Gordon já lutou de peso médio. Muita coragem do Stevenson.

  • Texto bosta e escritor ruim.
    (comentário apenas para quebrar a série de elogios ao Cacha e tocar na carência dele).

    —————————————–

    Texto bem maneiro. Eu não assisto aos TUF’s, apenas vejo as lutas, então acompanho sempre pelas resenhas #QueremosCacha

    • Anderson Cachapuz

      Nhá… :p

  • James sousa

    Cacha voltou , achei o time do TJ mais forte que o do Garbrandt

    • Anderson Cachapuz

      É… compartilho de sua opinião… Cody não sabe escolher time não… rs

  • Carlos Felix

    Muito engraçada essa resenha. Esperando pelas próximas.

    Está bem divertido esse TUF. Claramente focado na diversão (e confusão) deve render uma boa audiência, e garantir a continuidade do programa.

    • Anderson Cachapuz

      Vlw! :)

  • Luis Coppola

    Elenco é horrível, só o Krause acho que pode vingar, e nos leves. Mas os dois primeiros episódios foram bons, tretas, histórias dos caras são boas, curti.. mas pra ver luta boa mesmo vai ser difícil!

    • Agora definitivamente o UFC esfregou na cara de todo mundo que TUF não é pra revelar talento.

      • Luis Coppola

        Pelo visto agora só no Lookin for a fight do Dana que cobre eventos menores dos USA, o ultimate pode descobrir novos talentos..

  • Saulo Henrique

    ” Que espécie de puteiro você tem frequentado?” Hahahahaha.
    Eu nem vejo mais o Tuf. Sério. Venho direto nos textos e comentários daqui. Haha.

  • Digodasilva

    (Pausa para o comentário) Já começou bem pelo título da matéria…. (Voltando à leitura)

  • Digodasilva

    “…elenco foi pinçado de um caminhão de lixo” kkkkkkk

  • Marco antônio

    “Julian Lane é o filhote de cacatua que…” HAHAHAHAHA, quanta maldade.

  • Luiz Gustavo

    hahahahahahahahahahaha rindo ate agora…
    Não vi o episodio ainda mas nem acho q preciso.
    Baita trabalho Cacha,continue assim

    • Anderson Cachapuz

      Vlw garotão! Obrigado!

  • Rafa FriAll

    Ohhhhhhhhhh o Cacha voltou, o Cacha voltou, o Cacha voltoooooooOOOOOOOOO!!!!!!

    • Anderson Cachapuz

      kkkkkkkk

  • Malk Suruhito

    Cachapuz para ser o JoeRoganBR
    #EuApóio