Por Edição MMA Brasil | 11/07/2015 02:06

A maratona continua neste domingo. O TUF 21 Finale fecha a Semana Internacional de Lutas de 2015 na MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, com um card repleto de lutas curiosas, que certamente vale a atenção dos fãs.

Na luta principal, Jake Ellenberger tem um desafio importante. Ele terá a oportunidade de mostrar se ainda tem condições de seguir na elite de uma das categorias mais disputadas da atualidade. Do outro lado do octógono estará Stephen Thompson, cheio de vontade de tomar o seu lugar no top 10.

A final individual do TUF 21 confronta os maiores vencedores da temporada: o nigeriano Kamaru Usman, representando a Blackzilians, único a vencer duas lutas na temporada, contra o americano descendente de iraquianos Hayder Hassan, da American Top Team, único a vencer três combates no torneio e que carregou a ATT nas costas até o título. Dana White escalou ainda o americano Michael Graves contra o brasileiro Vicente Luque para este evento.

O ex-peso leve Jorge Masvidal e o ex-peso médio Cezar Mutante se encontram no meio do caminho. A ex-TUF 20 Angela Magaña dá as boas-vindas para a ex-campeã do Invicta Michelle Waterson. Puxado das preliminares, falaremos também da tentativa de Caio Monstro ampliar sua série de vitórias diante de Josh Samman.

O TUF 21 Finale terá transmissão ao vivo e na íntegra pelo canal Combate. O card preliminar está marcado para às 19:30h, enquanto a porção principal do evento vai ao ar a partir das 22:00h, sempre pelo horário oficial de Brasília.

Peso Meio-Médio: #9 Jake Ellenberger (EUA) vs. Stephen Thompson (EUA)

Por Alexandre Matos

Jake Ellenberger

Jake Ellenberger

Ellenberger (30-9 no MMA, 9-5 no UFC) precisou enfrentar o combalido e quase aposentado Josh Koscheck para interromper uma série de três derrotas. A atuação foi bem abaixo do que ele costumava apresentar quando chegou a vencer seis vezes consecutivamente no octógono, mas pelo menos serviu para levantar a moral. Antes, o “Juggernaut” havia sido dominado por Robbie Lawler e Rory MacDonald, que disputam o cinturão no sábado, e por Kelvin Gastelum. Nas três derrotas, Jake passou a impressão que não queria estar ali.

Quando apareceu, Ellenberger era o clássico lutador da escola americana de MMA, com uma base de wrestling muito poderosa de duas vezes terceiro colocado na Divisão II da NCAA pela University of Nebraska em Omaha, e boxe decente, gerando bastante potência nos golpes, embora com jogo de pernas não tão polido. O problema número um é que ele parou no tempo, não buscou evolução em outros aspectos. Seu clinch é previsível, embora forte, e o trabalho no chão se resume ao ground and pound quando está por cima. O problema número dois é que o vigor físico hoje parece se esvair a cada derrota, a cada má atuação, apesar de ainda nem ter completado 30 anos. O lutador que um dia integrou o top 5 parece cada vez mais longe.

Stephen Thompson

Stephen Thompson

Numa categoria forte como a dos meios-médios, ter quatro vitórias consecutivas é um feito. Assim está Thompson (10-1 no MMA, 5-1 no UFC), que nocauteou Robert Whittaker e Chris Clements, além de ter despachado Patrick Côté e Nah-Shon Burrell depois que foi anulado por Matt Brown, no já distante UFC 145, há mais de três anos.

Thompson é integrante da realeza dos trocadores do UFC. Faixa preta quinto dan de caratê kempo, ex-campeão mundial de kickboxing e invicto em mais de meia centena de combates na modalidade, o Garoto Maravilha foi o responsável por simular os jogos de Anderson Silva, Lyoto Machida e Vitor Belfort para o companheiro de equipe Chris Weidman. Dono de um estilo absolutamente não ortodoxo de lutar, Thompson combina socos, chutes e joelhadas de qualquer ângulo e distância, fintando com perfeição os golpes, complicando muito a tarefa dos adversários marcá-los.

Desde que foi anulado na luta agarrada por Brown, Stephen vem melhorando a olhos vistos também nesta área, já sendo capaz de controlar o clinch e aplicar quedas. No chão, tem treinamento privilegiado com o lendário faixa-coral Carlos Machado, seu cunhado.

Jake Ellenberger vs Stephen Thompson odds - BestFightOdds

Ellenberger pode ser o teste definitivo para cravar que Thompson está apto a invadir o top 10. Se entrar concentrado na missão de encurtar a distância e usar o wrestling para cravar o adversário no chão, Jake pode encontrar algum sucesso. Porém, se resolver trocar, provavelmente vai levar um baile, dadas as apresentações dos últimos dois anos.

Com o atleticismo o deixando na mão, a realidade indica que Ellenberger terá dificuldade até mesmo de imprimir um jogo de quedas. A capacidade de encaixar golpes pode mantê-lo ativo por um tempo, mas como se trata de uma luta de cinco rounds, dificilmente Thompson deixará de anotar mais um nocaute ao seu retrospecto.

Final do TUF Peso Meio-Médio: Kamaru Usman (NIG) vs. Hayder Hassan (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Kamaru Usman

Kamaru Usman

Nigeriano de nascença, Usman (5-1 no MMA) foi para os Estados Unidos aos sete anos de idade, quando começou a praticar wrestling, modalidade na qual foi campeão da Divisão II da NCAA pela Universidade de Nebraska em Kearney. Depois disso, passou alguns anos tentando entrar na seleção olímpica americana, mas sem sucesso. Dessa forma, migrou para o MMA no final de 2012, treinando na Blackzilians.

Em suas lutas, Usman usa de quedas muito poderosas, que se beneficiam de condicionamento atlético e força excepcionais com técnica para arrastar os oponentes para baixo de uma base bastante pesada e de um ground and pound furioso, que abusa das cotoveladas, apesar de já ter se mostrado suscetível às finalizações. No programa, bateu Michael Graves em duelo duro e passeou contra o ex-campeão do WSOF Steve Carl.

Hayder Hassan

Hayder Hassan

Único atleta a lutar três vezes durante o confinamento, o descendente de iraquianos Hassan (6-1 no MMA) conquistou a vaga na final como gratidão de Dan Lambert por ter sido o grande responsável pelo triunfo da ATT na temporada – só ele foi responsável por 200 pontos para a equipe, metade de seu total. Além disso, as vitórias sobre Felipe Portela, Andrews Nakahara e Vicente Luque transformaram Hassan em uma espécie de “Blackzilian Killer” (ele já havia vencido Portela e Jason Jackson também antes do TUF).

Dono de um porte físico bastante musculoso, Hassan é um lutador que essencialmente conta apenas com o poder de nocaute para vencer sua concorrência, tendo batido cinco de seus oponentes pela via rápida dolorosa. O “Hulk” não costuma usar muitas variações de jogo, utilizando bastante os jabs e cercando seus adversários. Quando consegue encurralá-los, o atleta da ATT dispara toda a sorte de golpes com grande potência e recheados de más intenções. Do lado negativo, Hayder mostrou ter uma defesa de quedas apenas razoável, o que pode significar problemas no domingo, já que ele foi derrubado por lutadores que não possuem um wrestling de nível mais elevado como o de Usman.

Hayder Hassan vs Kamaru Usman odds - BestFightOdds

A luta em si depende essencialmente da abordagem de Usman. Como está evoluindo na trocação treinando com Henri Hooft, talvez ele busque bater o oponente em seu forte, o que pode render alguns momentos de tensão. No entanto, o esperado é que o membro da Blackzilians imponha seu jogo de quedas e luta agarrada, encontrando certa resistência de início, mas cansando Hassan até conseguir quebrá-lo. Assim deverá acontecer um nocaute no ground and pound na segunda metade do combate.

Peso Meio-Médio: Vicente Luque (BRA) vs. Michael Graves (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Vicente Luque

Vicente Luque

Membro da Blackzilians, Luque (7-4-1 no MMA) nasceu nos Estados Unidos, foi criado no Brasil e voltou para as terras norte-americanas em busca de treinos melhores, com o intuito de evoluir no MMA. Seu cartel mostra certa irregularidade, algo normal para alguém tão jovem quanto ele, que tems 23 anos atualmente e tinha apenas 18 quando estreou profissionalmente nas artes marciais mistas.

No entanto, após algum tempo, o jogo de Vicente parece estar tomando forma. Embora ainda lhe falte lastro no wrestling ofensivo e tenha uma defesa vazada na trocação, a mudança de academia certamente fez muito bem a ele. A evolução vista tanto no momento de impedir quedas quanto em seu muay thai, que adquiriu um bom volume, com variações entre corpo e cabeça, é admirável. Ele também tem habilidade razoável nas submissões, das quais o triângulo de mão é a sua preferida. Este pacote o tornou a grande surpresa deste TUF, com uma boa vitória sobre o duro veterano Nathan Coy e a melhor luta da temporada contra o finalista Hayder Hassan.

Michael Graves

Michael Graves

Com um ano de vida a mais que seu oponente e visto como um dos principais prospectos da edição, o representante da American Top Team Michael Graves (4-0 no MMA) desceu ao fundo do poço depois de ser derrotado por Usman na primeira luta da temporada. Após chegar ao ponto de faltar a um treino por estar de ressaca, recebeu uma segunda chance do dono da academia Dan Lambert e a aproveitou ao finalizar Jason Jackson numa grande virada, depois de estar levando uma surra.

Graves é um lutador ainda cru, mas que apresenta um nível de atleticismo e ritmo de combate invejáveis. Em suas lutas, ele costuma ter preferência pelos chutes na longa e na média distâncias, usando poucos socos, apesar de estar evoluindo neste aspecto. Além disso, sabe aplicar boas quedas e é muito oportunista na busca por finalizações, tendo facilidade de pegar costas e catar pescoços.

Mike Graves vs Vicente Luque odds - BestFightOdds

Esta luta apresenta um prognóstico complicado por se tratarem de dois lutadores ainda muito jovens e que vêm mostrando evoluções constantes em seus jogos. O casamento é interessante justamente por isso e ambos apresentam potencial para fazer carreira no UFC. Contudo, para este combate, o esperado é que o atleticismo de Graves leve-o para uma vitória por decisão em um dos duelos mais empolgantes da noite.

Peso Meio-Médio: #14 LW Jorge Masvidal (EUA) vs. Cezar “Mutante” Ferreira (BRA)

Por Alexandre Matos

Jorge Masvidal

Jorge Masvidal

Não é qualquer um que consegue cinco vitórias em seis lutas no UFC. Masvidal (28-9 no MMA, 5-2 no UFC), que integra a ATT, conseguiu e o fez contra concorrência de ótimo nível, batendo Tim Means, Michael Chiesa, Pat Healy, Daron Cruickshank e James Krause. O ex-desafiante do Strikeforce e ex-Bellator de pouca moral se tornou respeitado, entrou no ranking. Em abril, tropeçou em Al Iaquinta numa luta em que sua má atuação deu motivo para um resultado controverso.

O principal ativo no jogo de de Masvidal é o boxe de muito bom nível técnico. Ele pode atuar tanto como contragolpeador, sua especialidade, ou como atacante, baseado no condicionamento físico que permite imprimir ritmo forte, de grande volume de golpes lançados (bem, esqueça a luta contra Iaquinta). O “Gamebred” também faz bom uso dos chutes e completa a versatilidade ofensiva com quedas subestimadas e um jogo de chão tão perigoso e oportunista que o capacitou a finalizar o “infinalizável” especialista Michael Chiesa. O maior problema de Masvidal fica, porém, na parte defensiva, de modo geral, além dos lapsos de produção ofensiva.

Cezar "Mutante" Ferreira

Cezar “Mutante” Ferreira

O paulista radicado em Minas Mutante (8-4 no MMA, 4-2 no UFC), integrante da Blackzilians, saiu do primeiro TUF Brasil com moral elevada, não só por ser o favorito de Vitor Belfort, mas pelo talento versátil que apresentou no programa. Três vitórias consecutivas, sobre Serginho Moraes, Daniel Sarafian e Thiago Marreta, levantaram a moral. Porém, quando passou a enfrentar lutadores estrangeiros, o retrospecto caiu com duas derrotas em nocautes brutais para Sam Alvey e CB Dollaway, com uma vitória sem chamar atenção sobre Andrew Craig.

Mutante tinha (ou ainda tem) tudo para ser um grande lutador, ou ao menos um empolgante. Ferramentas não lhe faltam. Sua origem na capoeira torna imprevisível a troca de golpes que hoje é moldada pelo grande Henri Hooft. O jiu-jítsu é de boa técnica, com uma guilhotina de respeito. O wrestling, tanto o ofensivo quanto o defensivo, é melhor que o da média dos compatriotas, ainda que isso não seja exatamente um mérito. Seu atleticismo era notável, do mesmo modo que a explosão, pelo menos quando lutava de peso médio. Agora, mais magro num frame muito grande, virou uma incógnita. O que impede que Cezar dê o passo adiante é a falta de senso de urgência, queixo pouco confiável e um pouco mais de coração.

Cezar Ferreira vs Jorge Masvidal odds - BestFightOdds

É bem provável que o desenrolar deste combate fique atrelado a como Masvidal vai se apresentar. Ele já lutou várias vezes como meio-médio e dificilmente terá queda de rendimento sem ter que cortar tanto peso. Isso provavelmente resultará numa atuação mais intensa, com mais volume de jogo. Contra um adversário que já tinha problemas com esta abordagem e que pode estar desgastado pela perda de peso, a aposta é que o americano saia com uma vitória por decisão.

Peso Palha Feminino: Angela Magaña (EUA) vs. Michelle Waterson (EUA)

Por João Gabriel Gelli

Angela Magaña

Angela Magaña

A participante do TUF 20 Angela Magaña (11-7 no MMA, 0-1 no UFC) apresenta cartel bastante irregular e, apesar de já ter batido lutadoras do nível de Jessica Aguilar, uma das melhores do mundo, e Barb Honchak, campeã do Invicta, não passa de uma lutadora no máximo mediana.

Ex-peso mosca, Magaña vem de três derrotas consecutivas, inclusive um revés em sua estreia no octógono contra Tecia Torres, na qual foi dominada em luta monótona. Apesar de apresentar um bom queixo e ser bastante agressiva em seu jogo de pressão, não se destaca em nenhuma área do jogo.

Ex-campeã da categoria peso átomo do Invicta FC, Michelle Waterson (12-4 no MMA) subiu de divisão e assinou contrato com o UFC após ser derrotada por Hérica Tiburcio (que perdeu seu cinturão nesta quinta-feira).

Michelle Waterson

Michelle Waterson

Representante da Jackson-Winkeljohn MMA, Waterson apresenta diversos pontos fortes em seu jogo, como a trocação de alto nível, baseada no caratê de muitos chutes, e também as finalizações, principalmente as chaves de braço, com as quais já encerrou cinco combates, incluindo quando conquistou o título da divisão de baixo no Invicta contra Jessica Penne, última desafiante ao cinturão peso palha do UFC. No entanto, Michelle tende a tentar diversas quedas e submissões de alto risco, que às vezes a colocam em posições desconfortáveis.

Esta é uma luta que não deve ser equilibrada. Waterson chegou ao UFC com alta expectativa em torno de seu nome e recebeu um confronto favorável para sua estreia. Ela deve ter uma vantagem significativa de velocidade, o que deve ajudar a evitar a pressão de Magaña, mesmo que possa ter trabalho com a diferença de força física. No fim das contas, a técnica deve prevalecer e a “Gatinha do Caratê” sairá com uma larga decisão ou uma finalização no fim do combate.

Angela Magana vs Michelle Waterson odds - BestFightOdds

Peso Médio: Josh Samman (EUA) vs. Caio “Monstro” Magalhães (BRA)

Por Alexandre Matos

Josh Samman

Josh Samman

Depois de tentar entrar no TUF três vezes, Samman (11-2 no MMA, 2-0 no UFC) finalmente conseguiu na 17ª temporada americana, quando integrou o time de Jon Jones. Ele chegou às semifinais com dois nocautes e uma finalização no primeiro round, mas sucumbiu diante da zebra Kelvin Gastelum, que acabaria vencendo a competição. Nos dois combates seguintes, voltou a mostrar o poder de nocaute que o fez famoso contra Kevin Casey e Eddie Gordon. Entre as vitórias, amargou um ano e meio no estaleiro por contusões no joelho que adiaram inclusive um confronto com Caio, no ano passado.

Samman é um trocador de muita potência e precisão nos golpes, com bons níveis técnicos no boxe e muay thai. Seu ground and pound agressivo produz o curioso “The Samman Smash”, sequência de socos duplos que podem alvejar tanto as costelas quanto as laterais da cabeça dos oponentes (veja neste vídeo). O faixa-marrom de jiu-jítsu da MMA Masters é bom no clinch, executa bem as transições no chão e tem instinto de finalização, mas o wrestling ofensivo é deficiente – o defensivo é um pouco melhor, mas o deixou na mão contra Gastelum.

Caio "Monstro" Magalhães

Caio “Monstro” Magalhães

Quando estreou no UFC com derrota para Buddy Roberts, Caio (9-1 no MMA, 4-1 no UFC), ex-campeão sul-americano do Shooto, deu a impressão que teria vida curta. Para surpresa de muitos, o cearense emendou quatro vitórias consecutivas, as duas últimas com direito a nocautes brutais em menos de um minuto cada, vitimando Luke Zachrich e Trevor Smith. Os triunfos foram antecedidos por uma vitória por decisão contra Nick Ring e uma finalização no mata-leão sobre Karlos Vemola.

Para conseguir a boa sequência, Caio mostrou primeiro evolução no condicionamento físico, que lhe permitiu desenvolver a luta agarrada, seu porto seguro, para criar confiança com um jogo de quedas e controle posicional, especialmente contra Ring, o mais forte oponente que enfrentou. Em seguida foi a vez de melhorar a troca de golpes em pé, que já tinha boa potência, mas era tecnicamente rudimentar. O faixa-preta de jiu-jítsu da Nova União passou a combinar melhor os socos e a se sentir mais confortável para chutar e lançar joelhadas. Porém, ainda não dá para dizer que ele passou ao nível de vários de seus companheiros de equipe.

Caio Magalhaes vs Josh Samman odds - BestFightOdds

Samman é um bom teste para medir a evolução de Caio na troca de golpes, mas esta tática será perigosa contra um oponente tão forte quanto e muito mais polido. O brasileiro é capaz de derrubar o americano e é mais talentoso no chão, então o melhor caminho será repetir as estratégias que renderam as vitórias sobre Vemola e Ring. Pelo lado de Samman, usar a movimentação constante para criar ângulos de ataque é a melhor pedida. A aposta é que este último cenário seja concretizado e Samman anote o terceiro nocaute consecutivo no octógono.

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