Se wrestling fosse fácil, se chamaria jiu-jítsu

Com seis campeões oriundos do wrestling nas nove categorias do UFC onde há detentores de cinturão, a pergunta que não quer calar é: onde foi parar o domínio do jiu-jítsu brasileiro?

O ano era 1993. No mês de novembro, Royce Gracie chocava o planeta e apresentava aos fãs de luta o jiu-jítsu, uma arte marcial que possibilitava um lutador pequeno e magro vencer adversários muito mais fortes em combates de vale tudo. Com a criação do UFC, a família Gracie provava ao mundo da luta que, isoladamente, o jiu-jítsu era a arte marcial mais eficiente.

O tempo passou, academias de jiu-jítsu abriram ao redor do mundo, o vale tudo virou MMA e a hegemonia brasileira foi lentamente acabando. Se em 2012 o Brasil possuía quatro campeões no UFC, atualmente temos apenas dois (e só um é dono do cinturão linear). Se há duas décadas o jiu-jítsu dominava o mundo da luta, hoje quem tem este papel é o wrestling. Isto tem um peso ainda maior quando observamos que, dentre os nove campeões do UFC, apenas Anthony Pettis venceu sua última luta por finalização.

O motivo da superioridade atual do wrestling em relação ao jiu-jítsu no MMA não é um problema que surgiu nos últimos cinco anos, sequer nos últimos dez. O problema é estrutural e muito mais antigo do que podemos imaginar.

Tudo começou no ano de 708 a.C., quando a luta livre foi adicionada aos Jogos Olímpicos da Antiguidade. A modalidade já existia há muito mais tempo, mas a competição passou a ser estimulada e se tornar campeão olímpico virou algo desejável por atletas em todo o planeta. Com isso, os wrestlers passaram a treinar desde crianças e o incentivo para o desenvolvimento dos atletas passou a vir do Estado. Nos dias atuais, programas internacionais formam atletas de wrestling em vários países. Desde cedo eles recebem todo o apoio necessário para somente pensar na rotina do esporte.

Um mural egípcio datado de cerca de 2.000 a.C. mostra wrestlers em ação

Um mural egípcio datado de cerca de 2.000 a.C. mostra wrestlers em ação

A lógica é simples: quanto mais atletas disputam um esporte, maior é a competitividade, o nível atlético e, por consequência, a evolução do esporte. Quando observa-se os campeões mundiais e olímpicos de wrestling, nota-se que todos são atletas completos. O nível da competição é muito alto e todos têm elevados índices de profissionalismo. A diferença entre o campeão e os demais em muitos casos é uma questão de detalhe.

No Brasil, os atletas começam como amadores, sem estrutura de treinamentos, alimentação e, na maior parte das vezes, precisam de outro emprego para se sustentar. Enquanto um atleta de wrestling inicia sua rotina de treinamento aos 5 ou 6 anos de idade, os atletas brasileiros normalmente começam a treinar jiu-jítsu na adolescência para praticar um esporte, sem enxergar a atividade como um meio de vida, ou até mesmo para fugir das ruas e das ofertas do mundo do crime. Esta diferença de visão e enfoque no início da carreira, onde se aprendem os fundamentos da luta, tem feito sido o fiel da balança.

Outra situação que ocorre com a arte suave é o desenvolvimento do jiu-jítsu esportivo, com foco na competição, deixando as raízes da arte marcial de lado. O sistema de vitórias por pontos faz com que as finalizações deixem de ser o objetivo único e que outros estilos de jogo sejam explorados. E isso faz uma grande diferença num esporte como o MMA.

O wrestling também trabalha com sistema de pontos, é verdade, mas o wrestler, quando migra para o MMA, sabe que as lutas começam em pé e que ele terá a vantagem de derrubar e não ser derrubado, ou seja, escolherá onde a luta vai transcorrer, visto que as quedas são fundamentais em sua modalidade de origem. Já o atleta de jiu-jítsu, que muitas vezes se acostumou a puxar para a guarda, viu suas habilidades de queda minguarem. Ele acumularia pontos por uma passagem de guarda numa competição de jiu-jítsu, mas ganha muito pouco pelo mesmo feito no MMA – isso quando o juiz sabe pontuar corretamente. Por outro lado, numa luta equilibrada, uma queda pode decidir um round e até mesmo uma luta.

É muito importante que essas questões sejam revistas pelas academias brasileiras, principalmente porque a cada dia que se passa, mais o MMA evolui e a diferença entre o amadorismo e o profissionalismo aumenta. Hoje, o atleta brasileiro se destaca principalmente em virtude do talento natural e o atleta do exterior pelo suor; entretanto, o cenário atual tem nos mostrado qual das duas virtudes leva vantagem no mundo dos esportes de alto rendimento.

  • Lucas Wilniski

    Fala ai, Pedro, tudo bem? Gostei do texto, acho que retrata bem o período que estamos: o wrestling determina para onde a luta vai.Entretanto acho que você falou muito na visão americana, do cara que sai da faculdade e já vai lutar MMA. Tanto que os EUA não são um grande polo de wrestling, onde os europeus tem muito mais títulos e prestigio no cenário mundial. Outro ponto que eu acho vale ser ressaltado é a da imagem que você usou: sambo é mais difícil do que wrestling, já que é um esporte bem mais parecido com MMA e há pessoas que treinam desde pequenos também como o Nurmagomedov e o Khalibov.Bem, esses são os dois pontos que eu acho interessante falar um pouco mais.Espero que você tenha entendido a ideia. Valeu, abraços.

    • Pedro Lins

      Fala fera, então não usei apenas o exemplo americano porque em muitos países que hoje são os mais prestigiados no cenário do wrestling que investem desde cedo nos seus atletas. Os EUA são apenas um exemplo, os casos são diversos. Usei durante o texto o caso do wrestling em decorrência de existirem 6 campeões do UFC que tem um passado no wrestling e do evento ser americano e recheado de atletas que vivem esse contexto.
      Usei a foto do Nurmagomedov como um exemplo e para demostrar que não são apenas os wrestlers que tem percebido a estagnação do jiu jítsu brasileiro. Contudo, vários atletas russos tem origem diretamente do wrestling e não do sambo. Assim como nem todo atleta brasileiro tem origem no jiu jítsu, nem todo atleta russo vem do sambo. Mas considero o sambo uma arte fascinante, tanto é que o maior lutador de MMA de todos os tempos é um russo que tem a origem no sambo. Abraços

      • Diego Tintin

        Vamos marcar um bar para sairmos na mão metaforicamente nessa discussão sobre maior de todos os tempos aí… hahahahahahaha

        • Pedro Lins

          por favor, precisamos e muito disso. Na pior das hipóteses a gente compra a cerveja, liga o skype e grava um podcast proibidão +18 sobre o assunto. hahaha

          • Diego Tintin

            Chamarei o comentarista do Combate. Risos.

            • Pedro Lins

              Ai não tem discussão, teremos uma opinião solidificada que é imune a argumentos… hahahaha

            • Anderson Cachapuz

              Eu sinto que essa é uma “interna”, mas se o “comentarista” do combat efor o Artur Mariano, que vai meter a mão na cara de vocês sou eu…. mesmo sem ser convidado!!! kkkkkkkk

              • Pedro Lins

                tá convidadíssimo, desde que seu voto para maior de todos os tempos seja para o Fedor…hahahaha

              • Diego Tintin

                É pq o Pedro tentou em vão argumentar com o camarada no twitter (não foi o Arthur). Mas o bonitão não é lá muito disposto a ouvir opiniões diferentes.

    • Lucas, os EUA são o segundo maior medalhista olímpico da história do estilo livre, que é o mais parecido com o folk wrestling universitário. Em campeonatos mundiais, é o quinto somando os três estilos. O wrestler #1 peso por peso na atualidade é americano.

      • Lucas Wilniski

        Caramba, disso não sabia.É por isso que eu entro no mmabrasil e sexto round para obter essas informações hahaha.Mas acho engraçado o fato de haver tanto países onde o wrestling (greco-romana e free style) tem uma base forte, mas não conseguem atletas de MMA.Vocês tem alguma opinião sobre isso ou podem explicar o motivo de isso acontecer?

        • Pedro Lins

          Com o crescimento do MMA nós vamos ver cada vez mais atletas desse porte no UFC. A invasão russa é só o inicio.

        • Com certeza. O MMA não é tão popular como americanos e brasileiros supõem. O esporte não é sancionado ou não é popular em vários países da Europa onde o wrestling é forte. Assim, vale mais a pena pros atletas fazerem carreira na luta olímpica do que no MMA. Mas isso vai mudar com a expansão internacional. Quando isso acontecer, imagina a potência que Cuba vai virar, já que eles são fortíssimos na luta, no boxe e no judô? Já pensou?

          Sobre os EUA, há uma forte corrente que defende a substituição do folk wrestling pelo freestyle nas competições escolares e na NCAA. Eles acham (com muita razão) que ficarão ainda mais competitivos se seus atletas se condicionarem com as regras olímpicas desde cedo. Aí eu te falo: se usando o folk wrestling os caras já são a segunda potência do freestyle, imagina quando enterrarem o folk wrestling?

  • Raphael Augusto

    Fala galera…

    Faz tempo que não passo pelo comentários, mas esse assunto é algo que venho observando também…
    Eu penso que entre os wrestleres, com o passar dos anos, foram trabalhados conceitos defensivos do jiu jitsu de forma muito eficaz, tanto na postura como na defesa de submissões.
    Enquanto os praticantes da arte suave, como foi bem colocado no texto, não se preocuparam em desenvolver um jogo de queda razoável que possam deixar seu oponentes em condições de ser finalizado.
    Concordo que há uma predominancia muito alta do wrestling, mas sem o jiu jitsu defensivo isso não aconteceria…

    • Pedro Lins

      a questão é que eles evoluíram e nós não. A partir do momento que eles entenderam que seriam finalizados sempre se não aprendessem a se defender, foram atrás do conhecimento. Repare que existe uma academia de jiu jítsu a cada esquina nos EUA. Quantas academias de wrestling nós vemos no Brasil? Esse é o problema.

      • Raphael Augusto

        Concordo. Até porque ainda há no Brasil essa questão do “nós” e “eles”.
        Esportivamente o americano é bem suscetível a incrementar tecnicas vindas de outras culturas sem esse ranço….

        • Perfeitamente. Até mesmo porque os americanos não criaram nada nesta área. O boxe não veio de lá, nem o jiu-jítsu, o muay thai, o judô ou o wrestling. E eles ficaram fortes em tudo.

    • Sem dúvida o jiu-jítsu defensivo é muito importante, mas a própria natureza do wrestling incorpora vários movimentos. As modalidades de grappling têm coisas em comum.

  • Marco Matos

    Tenho uma duvida desde que ouvi um americano falar em um podcast sobre o financiamento esportivo antes da idade universitária.

    Ele disse que o maior financiador do esporte (no caso dele ela soccer football) que todo o financiamento infantil ate a adolescência é feito praticamente pelo pais.

    Isso é real? porque pra mim era praticamente o governo que financiava e uma pequena parte os responsáveis legais dos jovens.
    Sendo real muda totalmente minha percepção, porque ele não veem a atividade física simplesmente como esporte e sim como uma chance profissional de emprego e estudo e por isso o investimento pre-maturo dos pais, oq torna impossível acontecer no brasil de hoje.

    Se não me engano que falou sobre isso foi o Flávio Augusto em um podcast.

    • Pedro Lins

      Até onde eu sei e alguns amigos de lá me informaram, as melhores escolas são públicas e consequentemente o investimento vem do governo. O que é muito comum lá é os pais juntarem dinheiro desde que a criança nasce para pagar a universidade, já que lá é o inverso, as melhores escolas são públicas e as melhores escolas são particulares. Não sei como é no dia de hoje, pois já tem 15 anos que todos os meus conhecidos de lá já sairam da escola, mas era assim.
      Porém lá é diferente, o esporte não é visto como uma oportunidade de emprego mas como uma carreira. Desde cedo já é encucado na criança essa perspectiva de carreira e assim o conceito de esporte como lazer já é um pouco afastado.

      • Marco Matos

        É realmente não tem como se equiparar com eles em termos de suporte, claro que os atletas devem ter outras opções mas ao meu ver a melhor forma é ir pra lá e treinar com eles rsss.

        bate bem o que o Alexandre Matos falou sobre a estrutura da nova união equiparada com team alpha male, há quase um abismo de tecnologia e estudos dos caras, eles sim levam a serio o esporte.

        Ah obrigado pela resposta.

        • Pedro Lins

          O profissionalismo ainda não passou por essas terras. O 7 x 1 não foi apenas um jogo, foi um retrato. O talento por si só não ganha do suor.

    • Marco, ao que me parece, o americano enxerga atividade esportiva como uma profissão. Lá tem liga profissional até de lacrosse, um esporte que raros brasileiros ouviram falar fora os que assistiram ao filme American Pie.

      E sim, o governo subsidia esportes porque se trata de uma das mais baratas e eficazes (senão a mais barata e eficaz) ferramentas de inclusão social. Não é o maior aporte financeiro, mas é considerável, especialmente porque as escolas de ensino fundamental e médio são públicas na maior parte.

      • Marco Matos

        Entendido.
        Não tem como não admirar a estrutura que eles tem lá, e estão no topo indiscutível por mérito próprio.
        Valeu Alexandre.

        • Meu sonho é que o Brasil enxergue o esporte como ferramenta de inclusão social e promova a prática nas escolas e não em clubes. Da quantidade se tira a qualidade e vamos encontrar muito mais crianças em escolas do que em clubes.

  • Nilo Júnior

    Lendo esse texto lembrei da frase do Alan Góes: “Se você vai fazer berimbolo numa luta de MMA, a tua cara que vai virar um berimbolo.”

    • Tipo isso.

    • Pedro Lins

      tem a épica análise do Renzo que diz que a cada mão na cara no ground n pound é uma graduação a menos na faixa… hehehehe

  • Airton S

    “motivo da superioridade atual do wrestling em relação ao jiu-jítsu no MMA não é um problema que surgiu nos últimos cinco anos, sequer nos últimos dez.” — É que não é um problema; é até benéfico, na medida em que é indício para a compreensão da hegemonia na luta esportiva atual. Mas entendi o uso do termo “problema” do ponto de vista de empatia com o público, porque, por mais que ninguém aqui enverede pela pachecagem “só torço por brasileiro” (e o MMA Brasil sempre bateu forte nessa tecla de que o que interessa é ver o melhor vencendo, seja de que buraco ele for oriundo), não seremos hipócritas também de negar a satisfação de ver gente da nossa gente triunfando, tanto mais sendo gente humilde – o que ocorre na maioria dos casos.

    No mais, gostei muito da análise, é por aí mesmo: a deficiência brasileira é estrutural. Parabéns ao Dedé, que foi pioneiro na busca por uma aproximação com a entidade maior no Brasil.

    • Pedro Lins

      não temos pachecagem mesmo. Eu torceira pelo St.Pierre contra qualquer pessoa da Terra, sendo brasileiro ou não. Mas é evidente que a gente torce por vários brasileiros, principalmente quando conhecemos a história e o contexto difícil que muitos deles vieram.

  • Mark Sgarbi

    Boa…. quando morei nos EUA pratiquei Wrestling na escola, todo dia 3 a 4 horas por dia, rotina pesada pra um adolescente, já o JJ está muito longe de ser praticado em escolas e ter competições entres os colégios, é mais um motivo pra ter tanta diferença.
    Uma quote que eles falavam direto era… “hard work always beats talent when talent doesn’t work hard”

    • Pedro Lins

      Só li verdades.

    • Essa frase é a maior lição que o esporte brasileiro devia receber.

      • Malk Suruhito

        Frase que o Renato Rebelo sempre lembra em citar.

  • PEDRO HENRIQUE MUNIZ FALCÃO

    Creio que esta análise histórica tem fundamento, faz sentido mas foi muito longe na viagem.

    Acho que o problema é muito mais pontual. Duas decadas atrás, as regras eram diferentes. O simples fato de ter colocado limites de tempo e pontos já foi um fator extremamente determinante para o BJJ perder força. Se colocar um lutador de wrestling e um de BJJ para se enfrentarem, sem limite de tempo, sendo único meio de terminar a luta, nocaute ou finalização, aposto todas as fichas no lutador de BJJ. A partir do momento que take down conta ponto pros juizes, “controlar adversário no chão ou na grade ” interfere na decisão dos juízes e “ficar por cima no ground n pound”, mesmo que não seja contundente, especialmente no último minuto do round é determinante pro juiz optar quem ganhou o round, FUDEU a vida dos brasileiros.

    • PEDRO HENRIQUE MUNIZ FALCÃO

      Sem contar no fato de justamente por Royce Gracie ter Chocado o mundo das lutas 20 anos atrás, o BJJ viralizou , sendo praticado maciçamente por todos os lutadores de MMA do mundo, chegando assim, 20 anos depois em um nível de excelência por lutadores oriundos de outras lutas, deixando os lutadores bem nivelado…. E por outro lado, o wrestling, que é importantissimo nesse formato de regras atual, Já não é valorizado pelo brasileiro . Ninguém treina wrestling. Agora, que os caras estão acordando, querendo treinar nas gringas e tal…

      • Malk Suruhito

        Não podemos esquecer que quando o próprio BJJ chegou no Mainstream, por aqui (quem é do RJ vai se lembrar) que existia uma gigantesca rivalidade entre o BJJ e a Luta Livre, ou seja, nunca foi algo totalmente unânime.

        • Pedro Lins

          Sim, mas de que adianta vc ter o melhor jj do mundo se vc não consegue levar a luta para o chão? Hoje todo mundo tem que saber wrestling senão vc tem o seu jogo anulado

          • Malk Suruhito

            Sim, sim Pedro. O que eu digo é que mesmo quando o BJJ se tornou a arte marcial da moda, ditada como supra-sumo há 20 anos atrás, a sua total eficiência já era contestada, e pelos nossos Westlers locais.

      • Este é o ponto: nego precisa entender que o jiu-jítsu não dá mais conta sozinho no formato atual do esporte.

    • E aí faz o quê? Senta e chora ou se adapta às regras e melhora no ponto fraco? Sacou qual é o ponto?

  • Malk Suruhito

    Acho que tudo que foi falado aqui vem bem a calhar com as declarações do Firas Zahabi, não?

    http://www.bloodyelbow.com/2014/11/30/7309833/firas-zahabi-talks-development-of-mma-finds-jiu-jitsus-lack-of

  • Eder

    Minha opinião é que o jiu-jítisu vencia quando era desconhecido, e agora todos o treinam. Pelo menos para se defender. O que falta é os brasileiros treinarem mais luta livre. Pois todo a justificativa de tempo de treno, investimento, infraestrutura e profissionalismo do wrestling sempre existiu, até quando o jiu-jítisu vencia.

    • Mas um dos pontos do texto é exatamente este: os wrestlers usaram sua dedicação pra aprender o jiu-jítsu. O mesmo não acontece com os jiu-jiteiros, que não buscam aprender a modalidade do outro e não tenta evoluir a sua própria pra dar um jeito na situação.

      Acho que esta discussão tende a acabar quando o MMA finalmente virar uma modalidade estabelecida, com menos lutadores migrando de outros esportes e começando diretamente no MMA. Mas isso deve levar bem uns 20 anos, sei lá.

  • Fiquei até emocionado em ver alguém do naipe do Firas Zahabi defender vários pontos que eu defendo.

    • Malk Suruhito

      Quero ver se vai e como vai repercutir por aqui, principalmente os ufanistas.

      • Pedro Lins

        detalhe que a gente tratou do tema antes, mais uma prova que essa galera toda acompanha o MMA Brasil. hahahaha

      • Nilo Júnior

        A galera mais xiita não vai nem passar da frase sobre a “insistência em usar o gi”…

        O curioso é que ontem mesmo eu vi um vídeo do Marcelinho Garcia explicando porque ele prefere usar o wrestling no seu jogo em pé ao invés do judô. A justificativa foi que não adianta ele treinar técnicas exclusivas do pano pra uma luta sem pano, o que na minha opinião de leigo faz algum sentido.

        A questão não é transformar o gi no vilão da história, o ponto é que o MMA é um esporte tão novo que não dá pra determinar ainda um protocolo acerca do treinamento técnico e até físico.

        • Marcelinho Garcia é um dos grapplers mais técnicos de todos os tempos.

          Não é questão de ser vilão. O quimono sempre vai existir pras competições de jiu-jítsu, de judô. Mas pro MMA é diferente. Se o cara quiser se dedicar apenas ao MMA, não tem sentido usar quimono.

        • Malk Suruhito

          Me recorda de a pouco tempo a avalanche de crítica que o Glover recebeu por falar que nunca treina BJJ com Gi. Poooha, se onde ele compete e é o ganha pão dele, não se usa Gi, ele vai gastar o tempo dele treinando com Gi para quê?

  • Rodolfo Rentes

    Acredito que a questão não é qual modalidade é melhor e sim qual o nível do atleta em ambas modalidades, o que vemos é exímios finalizadores (Jiu-Jiteiros) que não consegue derrubar seu oponente ou até mesmo defender uma queda, vide que jogar por baixo no MMA é bem diferente do jiu-jitsu de pano também devemos comentar que hoje em dia todos treinam BJJ, ao menos o defensivo, se não fosse o cross-tranning, que deve ser praticado, o jiu-jistu continuaria como sendo a arte mais eficiente.

    • Falando em nível dos competidores, o caso Jacaré-Kennedy é exemplar. Ronaldo Jacaré é um dos cinco maiores lutadores da história do jiu-jítsu. Tim Kennedy nem é um wrestler de origem (assim como o Georges St. Pierre não é e muita gente estranha). Quando eles lutaram, não só o Jacaré não conseguiu derrubar uma única vez como o Kennedy o botou para baixo em três oportunidades.

    • E você tocou em dois pontos interessantes:

      – Fazer guarda no MMA é diferente porque não tem o pano e tem socos e cotoveladas. Tem que ter coragem e/ou erro estratégico pra ser guardeiro no MMA.

      – O papo de arte mais eficiente sem o cross-training morreu há mais de 15 anos.

  • Mário Renato

    o TREINADOR DE WAIDEMAN É UM GRACIE ! ELES TREINAM O BBJ , E APRENDEM SEUS SEGREDOS POUCAS EQUIPES NO BRASIL TREINAM WRESTILING , OU SEJA SEM KIMONO .

  • gustavo jose

    Os desafios que os Gracies realizavam são a maior prova da superioridade do Jiu-Jitsu sobre o wrestling e outras artes marciais , inclusive vencendo e finalizando wrestlers bem mais pesados. O ápice foram as primeiras edições do UFC onde o Jiu-Jitsu através de Royce Gracie venceu todos os estilos provando sua superioridade, só que dessa vez em escala mundial. A edição 4 do UFC foi a maior prova da superioridade do Jiu-Jitsu sobre o wrestling, quando Royce finalizou o wrestler Dan Severn na final do torneio. Severn pesava mais de 110 kg enquanto Royce não chegava a 80 kg… quase 40 kg de vantagem para o wrestler que tinha alto nivel na modalidade, enquanto Royce quase não competiu Jiu-Jitsu no Brasil e nem era o melhor da familia. Era Jiu-Jitsu x wrestling! Os 2 lutadores unidimensionais, Jiu-Jitsu e wrestling puros, cada um defendendo seu estilo mas o wrestler com grande vantagem de peso e lastro competitivo. Severn conseguiu a queda mas ficou quase 15 minutos dentro da guarda sem saber como terminar a luta. Atrapalhado dentro da guarda, mal conseguia fazer postura pra agredir o Royce, quanto mais passar a guarda. Acabou batendo com tapinha no chão, sendo finalizado com um triangulo. A partir dali os lutadores das outras modalidades viram que teriam que treinar Jiu-Jitsu, principalmente os wrestlers pois do que adiantaria levar seu adversario para onde ele queria ir… derrubar pra não saber o que fazer não adiantaria nada. A regra esportiva da luta olimpica (wrestling) não é fundamentada para uma luta real, defesa pessoal na rua e consequentemente uma luta de MMA, ao contrario da regra do Jiu-Jitsu que privilegia posições de grande vantagem em combate real (passagem de guarda, montada, pegada pelas costas…) No wrestling não se aprende a definir as lutas por finalização, só se aprende a derrubar e controlar. Ja é uma grande do Jiu-Jitsu sobre o wrestling, Jiu-Jitsu define lutas e o wrestling não! O wrestler derruba como ninguém (quedas mais eficientes até que as do Judo) e controla bem por cima mas não sabe passar a guarda pois sua regra termina onde a do Jiu-Jitsu começa: Botar o adversario de costas no chão pra eles é o término do combate. Dificilmente vemos um wrestler sendo colocado de costas no chão mas se acontece o mesmo não sabese defender, ficando como uma tartaruga quando colocada de casco no chão. Além disso os wrestlers preferem ficar de bruços do que de 4 apoios quando estão em desvantagem, ficando em uma posição estatica e dando as costas para o adversario o que no MMA ou em luta real é mortal, principalmente se for contra um lutador de Jiu-Jitsu, é mata-leão na certa! Tendo em vista essas limitações, fica claro que o wrestling depende mais do Jiu-Jitsu para o MMA que ao contrario. O motivo para o crescimento dos americanos no MMA não é superioridade do wrestling nem nada parecido. O problema é cultural, social, econômico… Nossos melhores faixas pretas campeões mundiais estão lá fora, grande parte nos EUA ensinando nossa arte e nossos segredos para americanos e gringos em geral enquanto não temos All Americans (grande titulo da modalidade nos EUA) nem wrestlers olimpicos dando aula por aqui. Com todo respeito aos professores da modalidade que dão aula aqui no Brasil, mas é a realidade, não tem como comparar. Então os americanos fazem 2 contra 1: Vem com wrestling de alto nivel (e praticado muitas vezes desde 5 ou 6 anos de idade) aliado a um Jiu-Jitsu tambem de alto nivel ensinado por um faixa preta brasileiro. Ja os brasileiros vem com um Jiu-Jitsu direto da fonte mas um wrestling bem precário, muitas vezes treinado apenas depois de se tornar adulto e apenas para lutar MMA. O fator idade tambem pesa muito nessa comparação pois enquanto lá o menino começa a praticar wrestling no colégio desde 6 anos de idade e quase que obrigatoriamente, por aqui muitas vezes só se conhece o Jiu-Jitsu na adolescencia ou quase na vida adulta. Caso por exemplo do Demiam Maia e Fabricio Werdum que mesmo começando mais tarde ainda assim são os maiores representantes da Arte Suave no MMA, aliás os 2 com um bom jogo anti-wrestling. Imagina o mesmos começando Jiu-Jitsu com 6 anos?! Idade essa que a maioria das crianças americanas começam no wrestling colegial. Então entramos na falta de apoio, estrutura, patrocinio… o problema é mais cultural e social do que se pensa. A criança americana cresce quase que obrigatoriamente no wrestling acostumado a competições desde cedo enquanto no Brasil se conhece esse ambiente com 15 anos ou mais pois se começa a praticar Jiu-Jitsu como ultima alternativa até para problemas sociais. Então não existe superioridade do wrestling, Jiu-Jitsu é a arte marcial mais eficiente e isso foi provado quando cada lutador defendia seu estilo e o Jiu-Jitsu venceu 99% dos desafios, entre portas fechadas, brigas de rua, primeiros UFCs e tudo mais… O problema é que hoje é uma mistura e os americanos por razões de estrutura estão absorvendo o que a de melhor, inclusive nosso Jiu-Jitsu que misturam com wrestling se tornando completos. Daniel Cormier por exemplo é um wrestler nivel olimpico e levava um combate duro pelo cinturão com o também wrestler Antony Jhonson e foi obrigado decidir com um mata-leão. Diferencial para definir a luta foi o Jiu-Jitsu. Exército americano, SWAT, FBI e outras forças americanas tem aula de Jiu-Jitsu, por que será?! Americano sabe o que é bom. Aqui as nossas forças não dão esse valor a arte, enquanto até em Abu Dhabi vemos o Sheik colocar Ju-Jitsu como matéria colegial e instrução pra exército, forças policiais… E pode apostar que daqui a uns 30 ou 50 anos Abu Dhabi sera a primeira potencia do Jiu-Jitsu mundial com os EUA em segundo e o Brasil passando da 1º para 3° colocação. Tudo devido ao investimento desses paises no Jiu-Jitsu, o que falta por aqui. Enfim os gringos valorizam mais nossa arte que os próprios brasileiros. Arte essa qe possibilitou o Brasil ser potencia no MMA por que os EUA são melhores no wrestling, boxe, kickboxing… europeus geralmente são melhores no muay thai e wrestling entre outras artes… devemos tudo ao Jiu-Jitsu. As competições como ADCC tambem servem pra mostrar a superioridade do Jiu-Jitsu sobre as outras lutas agarradas, inclusive o wrestling. A maioria dos campeões são do Jiu-Jitsu. Engraçado que hoje vemos campeões de MMA que vieram do Jiu-Jitsu como Fabricio Werdum, José Aldo, Rafael dos Anjos mas ninguem se refere aos mesmos como o lutadores de Jiu-Jitsu campeões do UFC… agora Daniel Cormier, Chris Werdman e outros que vieram da luta olimpica são chamados de “wrestlers campeões” parecendo que todo sucesso deles no MMA vem apenas do wrestling… Como já citei, como fica quando vemos o wrestler olimpico Daniel Cormier vencendo lutas com mata-leão?! Golpe de… Jiu-Jitsu!!!

    • Fabiano Carvalho

      Jon Jones que é branca de Jiu Jitsu, ou Daniel Cormier matariam Royce Gracie se ele estivesse no auge físico hj em dia. Viu o que aconteceu com Belfort ,faixa preta de Carlson Gracie, contra Jones? Ficou por baixo a luta inteira tomando cotovelada na cara, foi humilhado. Hj em dia os americanos estão aprendendo a travar o quadril do Jiu Jiteiro e ficar por cima golpeando e tbm têm a humildade de treinar BJJ, a mesma coisa nem sempre acontece com os brasileiros em relação a Wrestling.

      • gustavo jose

        Verdade que eles tiveram humildade mas principalmente a sabedoria de aprender nosso JIU-JITSU com nossos faixas pretas. Jon Jones é faixa branca por que começou a dar enfase aos treinos de kimono a pouco tempo mas treina JIU-JITSU a muito tempo tendo vencido vários adversários com guilhotinas e tem um nivel de azul duro pra roxa… na própria luta com o Vitor ele usou wrestling pra derrubar, controlar mas o que definiu a luta?! JIU-JITSU! Esse exemplo que o Fabiano deu por exemplo, Jones e Cormier só matariam Royce se a luta fosse agora pois aprenderão JIU-JITSU. Mas se essas lutas hipotéticas acontecessem no inicio do UFC os 2 seriam finalizados assim como Royce finalizou o wrestler Dan Severn mesmo com desvantagem gigante de peso, provando a superioridade do JIU-JITSU com as duas modalidades se enfrentando sem misturas. Ees só aprendem a travar e principalmente ACOMPANHAR o quadril dos Jiu-jiteiros por que aprenderam com os mesmos que pelo wrestling costas no chão é o fim da luta e pra nós não…

        • Pedro Lins

          o esporte evoluiu e hoje um jogo de wrestling faz mais diferença que um de bjj, sad but true

          • Gustavo

            Respeito sua opinião mas vejo a questão como social, cultural e não qual arte ou jogo é melhor… pra mim wrestling sem Jiu-Jitsu é nulo.

          • Dirceu Lorenzi de Matos

            Mau caratismo essa sua resposta. Poderia não ter escrito texto nenhum, só colocado estatísticas e dizer que é assim porque sim.

            • Pedro Carneiro

              Mau caratismo porquê? As estatísticas reforçam meu ponto e justamente pra não dizer que “é assim porque sim” estão todos os argumentos apresentados no texto. Você leu?

    • Samuel

      Entendo seu lado. Mas vejamos, os maiores campeões do MMA atualmente, em sua maioria tem um wrestling mais elevado que o bjj nas suas modalidades. Ex: Jon jones, Daniel cormier, Gustafssom, Rampage Jackson, McGregor. E um dos maiores exemplos é a luta do jones X belfort, um cara que nem aquele, faixa branca em jiu jitsu, conseguiu aplicar um kimura no preta do Belfort. Jiu jitsu nao tem vantagem sobre o wrestling no MMA em nenhuma circunstância

    • Mumm Rá

      Discordo : Um judoca sabendo tecnicas de finalização e de solo já existentes no Judô ( do qual o Jiu Jitsu derivou ) derrota ou no mínimo equipara a de um Jiu Jitsu

      • Elco

        O jiu jitsu e uma mistura do que se pode fazer que de certo e seja eficiente em uma luta o que acontecia e não mais que outras lutas não utilizavam golpes oriundos de outras artes marciais para manter sua tradição e hoje em dia todos mesclam tudo o que importa e a vitória, digo isso pois jiu jitsu treina westling, sambo, luta livre e vice versa todos treinam contanto que seja eficiente na luta e depois e dito minha raiz é ….bla, bla ….

        • Munn Rá : O de Vida Eterna

          ?????????????????? : Gracie Jiu Jitsu foi na verdade uma compilação de golpes mais traumáticos dos quais Jigoro Kano deixou de ” lado ” para a criação do Judô ( embora ainda assim contenha vários golpes perigosos )

          O que chamamos de Gracie Jiu Jitsu foi adaptação ( e alguns golpes novos ) que Hélio Gracie fez do Jiu Jitsu já que ao se considerar ” pequeno e franzino ” decidiu adaptar o jiu jitsu á ele para que pudesse enfrentar outros jiujteiros

          Fora que o vemos atualmente no BJJ ( Brasil Jiu Jitsu ) é diferente do Gracie Jiu Jitsu ( embora muito semelhantes a enfâse esportiva é muito maior no BJJ enquanto que o GJJ é mais uma forma de defesa pessoal )

          Se fosse realmente uma mistura do que funcionasse teria uma um acervo maior de golpes de trocação ( todos sabem que a enfâse do Jiu Jitsu é solo ) além de um ensino mais aprimorado acerca de quedas ( isso inclusive dito por vários Gracies ) como ocorre no Judô e Wrestling

          Essa de que Jiu Jitsu treina sambô, wrestling entre outros na verdade está mais para MMA do que jiu jitsu

          Sugiro pesquisar no site portal do vale tudo forum porque isso é explicado lá

  • Dom L

    jiu jitsu No Gi, tirando as finalizaçoes, eh puro wrestling, um bom lutador de jiu jitsu eh um bom lutador de wrestling.

  • Henrique

    O Wrestling poderia ser melhor que o jiu jitsu, se a guilhotina não existisse!

    A resposta favorita dos lutadores de jiu-jítsu às entradas em queda dos wrestlers? É a guilhotina.Fabricio Werdum a treinou extensivamente antes de sua luta no UFC 188, em 13 de junho, contra Cain Velásquez, certo de que, em algum momento, o então campeão dos pesados apelaria para o “double leg” e deixaria o pescoço exposto. O momento veio no terceiro round, após Werdum “virar” a luta em pé e deixar o rosto do americano marcado por seus golpes. Velásquez apelou para o wrestling e foi nas pernas de Werdum, que encaixou sua guilhotina. No chão, antes mesmo dos tapinhas em desistência do adversário, o gaúcho abriu um largo sorriso…

    O que falamos de guilhotinas de lutadores de jiu-jítsu em wrestlers? Thiago Tavares também se aproveitou da tática para finalizar Clay Guida no “UFC: Belfort x Henderson 3”, em São Paulo, no dia 7 de novembro. O sempre elétrico Guida não desperdiçou muito tempo e, logo no minuto inicial, partiu para o double leg. Tavares fez o mesmo que Werdum: encaixou a guilhotina, fechou a guarda e finalizou a luta, tudo em apenas 39s, finalização mais rápida da história da categoria peso-pena no UFC

    • Pedro Carneiro

      Werdum deu uma gilhotina em um Cain já totalmente danificado pela luta em pé. E quanto aos outros casos, tenho certeza que o número de double legs aplicados sem que uma tentativa de guilhotina desse certo é bem maior que os casos onde deu certo.

      • Digodasilva

        Perfeito raciocínio. Pra quem discordar procure alguns vídeos do mestre Leitão sobre guilhotina rsrsrs

  • Turtle

    O único campeão atual do UFC hoje (01/03/2017) que não pratica jiu-jitsu é o Miocic. Embora outros atletas tenha base no wrestling, por ser um esporte bastante difundido nos EUA, todos os outros atletas também praticam jiu-jitsu. Dizer que um superou o outro é um idiotice porque a partir do momento que um wrestler agarrar um lutador de jiu-jitsu sem ter conhecimento algum de finalização, essa luta estará acabada.

    • Pedro Carneiro

      Acho que vc não entendeu o texto. Além disso no momento que o wrestler agarrar o lutador de jiu-jitsu ele não vai ter nenhuma capacidade de impedir o wrestler de dar uma queda de grande amplitude tão agressiva que realmente, a luta estaria acabada. Ele poderia também apenas ficar quedando esse mesmo lutador o dia inteiro, basicamente porque sabe que só haveria luta de chão SE e QUANDO ele quisesse.

  • Paulo Guarnieri

    Muita gente falando de Wrestling sem saber direito o que é, sem saber do que tão falando. Wrestling não tem finalizações? E o Cach Wrestling, a Luta Livre? E o Sambô? O MMA deve ser encarado como UMA modalidade, não com 3 ou 4. E nessa, só os golpes possiveis de aplicar na situação de luta criada pelas regras devem ser treinados, do contrário vai ser treinamento inútil.

  • Droll_Ind

    Olha a cara do animal que escreveu isso..kkkk se acha historiador.
    Tópico velho mas não posso deixar de comentar.

    A questão se resume ao cage. Em cage fighting wrestling naturalmente é favorecido pelo jogo de clinch junto ao cage, o que não acontece numa luta em ringue por exemplo. O jogo sempre é adaptado às regras, assim como no pride guarda norte-sul era constante pois valia joelhada na cabeça de oponente no chão, algo que não se vê no UFC.

    Jornalista devia pagar imposto dobrado. Animal de rabo.