Podcast It’s Time! Episódio 164: Análise do UFC Brasília 2

Podcast It’s Time! Episódio 164: Análise do UFC Brasília 2
MMA

A segunda edição do UFC em Brasília e a segunda, só que quarta, do Rizin FF, foram os principais assuntos debatidos no episódio 164 do nosso podcast.

O UFC Fight Night 95, segunda incursão do octógono mais famoso do mundo pela capital federal foi o tema central do episódio 164 do nosso podcast It’s Time!

O foco principal ficou sobre todas as lutas do card principal, com as vitórias de Cristiane Cyborg, Roy Nelson, Renan Barão, Eric Spicely, Godofredo Pepey e do grande Francisco Massaranduba, que voltou a emocionar o público. Nossa equipe debateu ainda as preliminares que envolveram os triunfos de Erick Silva, Vicente Luque e Michel Trator.

O Rizin FF, que fez mais um evento no fim de semana (o segundo, que na verdade é o quarto), também recebeu atenção dos nossos analistas, com as vitórias de Mirko Cro Cop e Gabi Garcia, além de mais polêmica envolvendo Charles “Krazy Horse” Bennett.

Agora é a sua vez: largue o dedo nos players abaixo, ou nos links para download, escute o que nossa equipe tem a dizer e participe prolongando o debate na caixa de comentários.

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Versão do episódio 164 em arquivo compactado (.zip) (clique com o botão direito do mouse e em seguida selecione “Salvar link como”)

  • Bruno Moraes da Costa

    Excelente ouvir a introdução maravilhosa do Diego Tintin nesse podcast!

    Excelente observação sobre o asterisco de 2005. Mil vezes excelente!

    Só um detalhe, galera: A Lina falou pra imprensa que não aceitaria lutar com a Cyborg no sábado se ela não batesse o peso combinado. Mas também disse pra Fernanda Prates que se tivessem oferecido inicialmente a luta no peso pena pra ela, aceitaria sem problemas também.

    • Bruno Fares

      Muito asterístico!

  • Mike

    Falaram que o Pezão tinha que esconder o queixo nas lutas, ele entendeu errado e deixou a barba crescer…

  • Mike

    Entendo a opinião do Tintim sobre a criação da categoria da Cyborg, e pensei numa possibilidade maluca:

    Visto que:
    – NÃO TEM material humano para a criação de uma categoria
    – O UFC tem a Cyborg contratada, com um alto potencial comercial
    – Um cinturão chamaria muito a atenção e poderia provocar aumento de bolsas das desafiantes e até de interesse

    Então, pq não fazem algo tipo um grande Desafio da Cyborg? A Cris fica a disposição, esperando um desafio. Quem conseguir ganhar dela, ganha um “Jackpot”, um cheque bem generoso do UFC e um troféu simbólico, por exemplo.

    Deixa bem claro “quem for corajosa o suficiente para enfrentá-la no peso-pena e conseguir vencer, ganhará 500 mil dólares”, algo do tipo. Não tem o estresse de criar uma nova categoria, com material fraco, e motivaria lutadoras como Miesha e Holm a treinar duro e tentar subir pra ganhar essa loteria.

    • Marcos E

      Mas na real, já estão fazendo isso, só que em 140 libras. Por que não fazer em 145 libras?

    • Então, como disse o Marcos, isso meio que já está acontecendo. E não precisa de um cinturão pra isso.

  • James sousa

    tendo a concordar com a opinião do Sader acho inviável a divisão dos penas no UFC , primeiro tem que criar a divisão dos moscas femininos tem muito mais sentido do que a divisão dos penas onde não tem muito material pra fazer a divisão

    • Bruno Moraes da Costa

      Eu acho que deveriam criar com prioridade a dos moscas mesmo, com a ressalva de que várias lutadoras do palha e dos galos abandonariam as categorias.

      Só tenho curiosidade pra saber – e com certeza o @apmatos:disqus pode ajudar nisso – se existem atletas de elite noutras modalidades de luta que batem um peso em torno do peso pena do MMA. Não sei se as meninas do wrestling, judô ou boxe fazem mais dinheiro nas suas modalidades do que poderiam fazer no MMA e se isso motivaria elas a migrar de esporte.

      Nesse caso, se existem essas meninas, até consigo imaginar o UFC criando a categoria dos penas feminino, mas resultados viriam em muito tempo; não sei se a Cris conseguiria se aproveitar dessa “nova safra”.

    • Bruno Fares

      Corretíssimo!

  • Luiz Gustavo

    Eu ouvi o podcast ontem e não tem como na minha opinião criar um cinturão para que a Cyborg defenda-o contra quem queira bater 66 kg.Entendi o ponto do Tintin em não querer necessariamente que se crie uma categoria devassada mas q a brasileira com seus nocautes avassaladores fique famosa defendendo uma cinta com importância suspeita.
    Pra mim só o fato de alguém vencer a brasileira se torna maior que qualquer um cinturão.O problema é alguém ter coragem para enfrenta-la.
    Mesmo com seu doping,a Cris é sim uma expoente no mma mas infelizmente não há vida na maior organização numa categoria inexistente e creio que ficar batendo 63,5 kgs por lutas sem sentido também nao valha a pena.

    • Bruno Fares

      Homem são!

  • leo nunes

    Excelente debate sobre a Cris e o peso pena!!!!!

  • Hyury De Carvalho Rabêlo

    concordo com o Tintim, basta garimpar. Tem galo aí que tem tamanho pra subir. O cinturão e maior do que o que vc pensam para um lutador. As diferenças de nível entre o campeão e os outros não seriam novidade no ufc. Na fly , LHW e HW nos temos contados nos dedos os tops. Caso não fosse viável ou vendável não teria o ufc procurado o invicta e a cyborg. Tamo junto Tintim.