Podcast It’s Time! Ep.218: Análise do UFC 216, parte 1

Com o excelente card do UFC 216 no final de semana, não faltou assunto a ser discutido. Assim, nossa equipe reservou um programa inteiro somente para discutir a fundo as três lutas principais do evento, com a análise do restante do card e do Bellator 184, que também aconteceu neste final de semana, ficando para a próxima edição.

Começamos o programa tratando da rápida vitória de Fabricio Werdum, que teve seu oponente trocando em cima da hora, com Walt Harris entrando no lugar do lesionado Derrick Lewis. Em seguida, discutimos o principal assunto da noite: a décima primeira defesa de cinturão de Demetrious Johnson, que finalizou Ray Borg no quinto round da luta co-principal da noite, quebrando o recorde de Anderson Silva e entrando definitivamente na discussão de melhor lutador de todos os tempos.

Fechando o programa, o assunto foi a conquista do cinturão interino do peso leve por Tony Ferguson, que finalizou Kevin Lee na luta principal do UFC 216. Os próximos passos do peso leve com Ferguson, Khabib Nurmagomedov, Conor McGregor e Nate Diaz foram discutidos em seguida.

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Versão do episódio 218 para download (clique com o botão direito do mouse e em seguida selecione “Salvar link como”)

  • Marllon

    Se a vitória foi excelente agora só há dois caminhas para Ferguson: Khabib e Conor.
    Se apresentar a mesma vunerabilidade em sua defesa de quedas,terá problemas contra khabib,que fixa muito facil a posição e nao para de agredir o adversraio,alem de dar menos mole por cima.

    Se apresentar a mesma distancia e inoperancia em pé será jantado pleo Conor,que alem de precisão possui velocidade e força.

    Além disso tudo precisa urgentemente melhorar seu primeiro round,quase foi nocauteado pelo Trujillo,Vannata e Barboza, além de perder para Lee e dos anjos.

    • Bruno Fares

      Concordo, acho que ele perde de Khabib e Conor inclusive.

  • William Oliveira

    Ainda não coloco DJ no meu top 3, não enquanto o nível de competição não subir, vejo ele como aquele mexicano que lutava no peso minimo do boxe, Ricardo Lopez. Um cara que teve um recorde quase perfeito de 51-0-1 mas o nível de competição nunca foi suficiente pra coloca-lo ao lado de grandes nomes do boxe, teve dezenas de defesas mas mesmo assim poucos ligavam.

    São 11 defesas mas contra caras verdes (Borg, Horiguchi, Cejudo) ou simplesmente ruins (Cariaso, Bagautinov), boa parte delas. Como o Ryron Gracie disse no seu breakdown:
    – “É simples assim? bastam 11 defesas de cinturão e ele vira o GOAT?”

    Analisando a trajetória dele e do Anderson acho inviável qualquer tentativa de colocar o cartel dele como superior, o Griffin tem vitórias muito mais importantes e gabaritadas que o Miguel Torres, na época dele a maioria dos caras do tamanho dele lutavam de pena ou leve pra não ficarem nas sombras. Torres foi um Jeremy Horn do cartel do Anderson na melhor das hipóteses.

    Bom podcast, ainda sim.

    PS: Fosse 3 ou 5 rounds, Lutter foi finalizado, teria diferença alguma.
    PS²: O TUF 25 foi o Redemption, o TUF de agora é o 26.

    • Bruno Fares

      Ninguem tem 11 defesas de cinturão. Desde quando isso é algo simples?

      • William Oliveira

        Anderson Silva deveria. Fedor teria até mais se todas grandes lutas dele fossem defesas de cinturão.. De qualquer jeito, isso é só um número bobo que muitos não ligam. Quem compõe o cartel dele que realmente importa, e tendo Cariaso e Bagautinov, fica difícil.

        • Bruno Fares

          Entendo seu ponto, mas continuo achando que está bem longe de ser um “número bobo”.

          • William Oliveira

            É, “número bobo” foi demasiado de minha parte, mas é algo que nem todos ligam tanto. Abraço.