Podcast It’s Time! Ep. 204: Análise do UFC Oklahoma, Bellator 180, 20 Anos de Holyfield vs. Tyson 2

Podcast It’s Time! Ep. 204: Análise do UFC Oklahoma, Bellator 180, 20 Anos de Holyfield vs. Tyson 2
MMA

Voltamos 20 anos no tempo para relembrar a Luta da Mordida antes de debater o UFC Oklahoma, liderado pelo candidato a estrela Kevin Lee, além de terminar a análise do Bellator 180.

Tinha tanto assunto para abordar no episódio 204 do It’s Time! que ocupamos uma parte considerável com um fato histórico. Na semana passada, a famigerada “Luta da Mordida”, entre Mike Tyson e Evander Holyfield, completou 20 anos e foi relembrada no nosso podcast.

No MMA, o programa trouxe debates do UFC Oklahoma, o UFC Fight Night 112, que mostrou mais um passo de Kevin Lee rumo à elite da divisão dos leves. Sobre este combate, nossa equipe analisou também a polêmica interrupção de Mario Yamasaki. Aliás, lembramos que este erro sequer foi o mais grave cometido pelo árbitro na luta. Falamos também da vitória de Felice Herrig, de mais um papelão de Johny Hendricks e de mais um revés de BJ Penn.

Além do UFC, retomamos um assunto do episódio anterior para acabar a análise do Bellator NYC, ou melhor, de sua porção inicial, o Bellator 180, que fechou com a conquista do cinturão dos meios-pesados por Ryan Bader, desbancando o então campeão Phil Davis – passamos também pela vitória do prospecto James Gallagher sobre Chinzo Machida.

Por fim, uma rápida prévia do lotado mês de julho no UFC e o convite para acompanhar mais uma jornada ao vivo com os comentários da equipe no UFC 213 do próximo sábado.

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Versão do episódio 203 para download (clique com o botão direito do mouse e em seguida selecione “Salvar link como”)

  • Leo Corrêa

    Obrigado por serem o único grande site de lutas a comentar sobre a luta do Many Pacquiao.
    – abraços o

  • Franklin Stein

    Acho q o Chiesa ia apagar, então realmente o luta terminaria ali, mas não da pra ter certeza se ele, de fato, apagou.
    Quando ele tem aquela aparente falta de força nas mãos ele tb dá uma fraquejada nas pernas mas foi muuuito rápido e Yamasaki pode ter tido um zelo excessivo. Não seria o caso dele ter dado aquela segurada no braço do Chiesa pra saber se ele ainda estava ali?

    Agora, comparando com outra situação. Quando um lutador, em pé, começa a levar golpes do adversário, mas não cai e nem se vira de lado (dando aquele claro sinal corporal de que desistiu) o árbitro pode interromper e declarar um TKO, não é?

    Talvez o Yamasaki tenha achado que naquele momento, quando o Chiesa afrouxou os braços, foi um sinal de que o atleta não tinha mais condições de se defender. Pronto. Yamasaki criou a Finalização Técnica! :)

    Alexandre, sobre a cotovelada 12/6 não se aplica somente quando é de cima pra baixo? Tipo, Jones vs Hamill, ele aplicou no ground and pound, já no caso das desferidas pelo Anderson, como era ele, Anderson, quem estava de costas no chão, eu achava q era considerado um golpe legal… são aqueles detalhes tipo, a diferença entre encostar os dedos no chão ou estar com as mãos apoiadas, no caso das joelhadas na cabeça. Não sabia dessa zona central da cabeça tb! Vlw!

    • Diego Tintin

      As cotoveladas do Anderson seriam ilegais, não por serem do tipo 12/6, mas sim por atingirem uma zona proibida de ser golpeada. Você tem razão quando diz que a 12/6 se caracteriza por ser de cima para baixo, por isso até o nome, como os ponteiros de um relógio.
      Sobre o Yamazaki, também acho que foi esse o caso. Considero um erro, mas um erro justificável.

      • Franklin Stein

        Blz, Tintin! realmente não sabia da proibição na zona da “moleira” mas faz todo o sentido! Aquelas cotoveladas estilo Travis Browne deveriam ser proibidas tb!

  • Lero

    Frio nada. Esse estudo da central 3 tem a temperatura bem agradavel.

    Acho que a trilha do Pride poderia comecar 10-12 segundos depois do inicio. Assim pega a parte mais legal do violino quando ainda nao comecaram a falar.