It’s Time! Episódio 106: Análise de Floyd Mayweather-Manny Pacquiao; Problemas do UFC 187

Nossa equipe repercutiu a luta do século entre Floyd Mayweather e Manny Pacquiao, com participação especial da correspondente do SporTV Ana Hissa, que cobriu o evento in loco e trouxe muitas informações e curiosidades. Os problemas nas lutas principais do UFC 187 também foram abordados.

O boxe volta a ter espaço nobre no nosso podcast com a repercussão da luta mais rentável de todos os tempos. O episódio 106 do It’s Time! falou sobre a vitória de Floyd Mayweather sobre Manny Pacquiao e toda a controvérsia que até hoje é debatida.

Nossa equipe contou com uma participação muito especial. A correspondente do SporTV/Combate Ana Hissa cobriu o evento in loco e contou várias curiosidades, além de informações preciosas, da cobertura que ela considerou uma das mais desgastantes que esteve envolvida, tamanha a dimensão do evento.

Sobre as polêmicas debatidas, alguns links foram citados e estão detalhados abaixo:

– A planilha com a marcação equivocada dos córneres de Mayweather e Pacquiao que gerou uma das teorias da conspiração mais bizarras dos últimos tempos;

– O vídeo com Mike Tyson dando sua opinião sobre quem venceu o combate.

Com tudo a respeito de #MayPac sobre a mesa, nossa equipe mudou o foco para o UFC 187, especificamente falando da troca do contundido Khabib Nurmagomedov por John Makdessi contra Donald Cerrone e o impacto da mudança no cenário para a primeira defesa de Rafael dos Anjos. De modo semelhante, a divisão dos meios-pesados também recebeu espaço: qual será o futuro de Ryan Bader, de Glover Teixeira e do contundido Alexander Gustafsson no cenário de uma chance contra o vencedor de Daniel Cormier vs Anthony Johnson? Será que a saída de Jon Jones ressucitou mesmo a divisão?

Agora é com vocês. Tacale play e depois deixem suas impressões, comentários, reclamações ou qualquer mensagem na caixinha de comentários.

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  • Samuel Cury

    Vocês são fera, acrescentando no assunto dos grandes técnicos: na NBA nem Michael Jordan nem O’neal nem nem um top 5 se tornou um grande treinador, mas sim os grandes treinadores eram coadjuvantes como Phil Jackson, ou agora o Steve Kerr, isso se deve pois esses coadjuvantes eram obrigados a estudar táticas e seguir ordens já as lendas jogavam por música, sabiam que resolviam quando queriam. Isso se aplica ao futebol, vôlei e ao mundo das lutas (Popó, Tyson…). Abraço. Samuel Cury. Belo Horizonte

    • É isso, Samuel. Ter jogado muito não significa que o cara tem leitura externa de jogo. E casos assim se multiplicam em todos os esportes, tanto em relação a técnicos quanto comentaristas/analistas.

  • Junior

    Parabéns, pessoal tá se puxando mesmo, tomara que mantenham o ritmo.

  • Airton S

    Sobre a constatação de que bons técnicos raramente foram bons atletas, vou dar aqui meus dois centavos esotéricos costumeiros, agora abordando Qabalah e Tarot.
http://www.servantsofthelight.org/QBL/Index.html

    A Árvore da Vida está na parte superior esquerda da página que vai abrir.

    O ATLETA

    Clique na bolinha vermelha. Ela é a sefira Geburah, representa o planeta Marte. Como sabemos, Marte é o deus da guerra (‘artes marciais”). Na astrologia, pois, marte é a disciplina, a vontade, nossos ímpetos aguerridos, vetor de conflito. Se aplica analogamente de maneira mais explícita a lutadores, mas ilustra bem o papel dos esportistas em geral.

    O TÉCNICO

    Clique na linhazinha verde clara que sai da bolinha vermelha e a conecta até a azul. É o caminho 19, a letra hebraica Teth, representa o arcano “A Força” no tarot. Lê-se na última linha das tabelas: “The Work: “Power of Training Wild Beasts”. Já diz tudo, né. Além disso, o caminho 19 conecta Marte a Júpiter, o qual astrologicamente é regente de Sagitário. Na mitologia, os centauros são professores, mestres, conhecedores dos atalhos.

    Conforme exposto, atleta e técnico são veículos para energias diferentes do macrocosmo. Elas até podem “encostar” uma na outra, daí as exceções apontadas no podcast (Guardiola etc). Mas em geral uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.

    • Caralho, que foda. E eu na minha ignorância de entender só de trocar soco, chute e queda.

    • Leonardo Neves

      Ainda vivemos na era das superstições? Eu não!

  • Malk Suruhito

    Já surgiu a versão de :
    “DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA ! Talvez, isso explique a razão do ex-lutador Mike Tyson ter declarado a seguinte frase: “Se as pessoas soubessem o que aconteceu em Las Vegas no último dia 02 de Maio, ficariam enojadas”.??
    Hahaha

  • Tendou Souji

    mano vi alguns lutadores do meu estado metendo o pau dizendo que o $$$ manda no mundo por Floyd ter vencido agora va argumentar com um nego que lutou com o IVC é como falar com uma porta ele sempre acha que sabe mais por ter lutado

    • Pois é, isso é foda. Pergunta pra eles quantas vezes já leram as regras do boxe. Pergunta se, nos muitos anos de treino, eles treinavam pra julgar lutas.

  • Gus Hansen

    Ótima edição do podcast!
    Já estava esperando pela argumentação sobre a diferença entre assistir a luta sob um ponto de vista técnico e uma simples briga ou troca de socos. Vocês estão certíssimos em desqualificar todas as bobagens envolvendo teorias da conspiração, Pacquiao com mais golpes, etc… Entendo o quanto é irritante lidar com a ilógica da torcida.
    Porém, tenho minhas reclamações quanto a luta, que achei abaixo da expectativa. Explico o porquê: Sei que May lutaria como lutou e não iria mudar a estratégia a não ser que fosse obrigado. Sendo esta uma expectativa quase que unânime, caberia a Pac mudar o cenário. Nas semanas de preparação muito se falou sobre como Fred Roach estaria preparando Pac para conseguir, de alguma forma, furar a defesa de Floyd. Falaram sobre o anti shoulder roll, o treino de velocidade,etc.. Disseram que Pac teria que aceitar ser acertado para abrir espaço.
    Dito isto, conclui que Pac deveria ser o motor da luta, atacar sempre para colocar Floyd em desconforto e obriga-lo a contra atacar mais, se abrir de alguma forma. Pac atacou, mas foi muito abaixo do que eu esperava e de uma forma muito menos dinâmica do que se viu em outtras lutas, inclusive em uma recente contra Bradley, a vingança. Ombro bichado, não podia dar gancho? Pode ser a explicação, mas de qualquer forma senti falta dele pulando de um lado pra outro e batendo.
    Portanto, minha decepção não vem da luta do Mayweather, mas da atuação do Pacman. Queria ele com fome de bola, com gana de última luta da vida pra depois ser eleito senador. Queria ele com o espírito livre, sem se importar em ser nocauteado. Pode ser que o ombro acabou com tudo, pode ser que diante de uma defesa como a de Floyd toda esta vontade não valha nada e a técnica seja inquebrantável. Creio que a equipe do MMA Brasil entenda que a técnica de Floyd é que anulou Pac, mas para mim, faltou um pouco de agressividade.
    Abraços.

    • Análise belíssima, Gus.

      Realmente tem faltado fome ao Pacquiao há um tempo (que coincide com sua eleição nas Filipinas). Muita gente diz que ele não treina mais na quantidade que fazia antes por causa das atribuições como parlamentar.

      Além disso tudo que você falou, eu acho que a memória do que aconteceu contra o Márquez possa ter desempenhado algum papel pra travar o Pacquiao, sabendo que o Mayweather é ainda melhor na arte do contragolpe.

      Tem muita coisa envolvida, mas definitivamente roubo, luta armada e bobagens desse tipo não estão no meio.

      • Gus Hansen

        Obrigado pela resposta, Alexandre!

        Verdade, o nocaute q

        Vou aproveitar o espaço para deixar um pitaco, com todo o respeito. MMa Brasil e Sexto Round considero como os melhores sites de opinião sobre MMA e algumas outras modalidades. Voces tem os melhores podcasts sobre o assunto também e o fazem semanalmente. Como os dois sites se dão bem, com participações suas lá e do Renato cá, sugiro o seguinte para o podcast: Edições temáticas, focadas em questões que podem render boas discussões. Assunto é o que não falta e com o time que voces conseguem reunir, com convidados especializados nos temas, os ouvintes ganharão aula grátis sobre o que for falado. Assim, teremos edições bem diferenciadas entre MMA Brasil e Sexto Round. Pode ser uma boa para semanas em que não há muitas notícias e os dois sites poderiam revezar quem faz o hard news e quem faz o debate.

  • FrankCastiglione

    Fala galera! Estou acompanhando bem pouco o mundo das lutas, mas sempre que posso ouço o podcast, que continua ótimo! Um dos motivos, além do número enorme de eventos do UFC, é que estou trabalhando e cursando o primeiro semestre de Direito, daí já viu, leitura, leitura, leitura, poucas hora de sono…

    Mas enquanto eu escaneava as páginas de um trabalho aqui, me chamou a atenção a discussão sobre jogadores / lutadores X árbitros e técnicos. Estava estudando dentro da disciplina de Filosofia do Direito algo que tem tudo a ver com o que vocês falaram, seguem algumas anotações:

    O Homem tem a capacidade de agir e de pensar.
    O agir está relacionado à prática, o pensar está relacionado à teoria.

    Dicotomia dos gregos: Praxis e Theoria.
    Dicotomia dos Latinos: Actio e Contemplado.

    Ação (Prática) compromete o raciocínio, pois exige a canalização de esforços que drenam a
    capacidade reflexiva. A Reflexão (Teoria) exige distanciamento da atividade Física->Theoria-Observação

    Ainda sobre a dicotomia ação e reflexão…
    Aquele que está atuando em uma peça teatral, em um jogo não tem a mesma visão do expectador (Pitágoras).

    Atividade resultante do comportamento corporal, com certo resultado imediato das técnicas e
    habilidades manuais do Homem.

    Pode ser também a “manifestação”de práticas repetitivas, que por isso mesmo se
    tornam atitudes impensadas e automatizadas (PERIGO!)

    Se manifesta então como comportamento mecânico resultante de estímulos ou como reações ocorridas face a certas necessidades de decisões

    Decidir é típica posição, dar termo a uma necessidade mediante a ação; exige conhecimento prévio ou coragem acentuada quanto menor a reflexão -> A revisão, daí a
    necessidade na observação externa, descompromissada com a ação.

    Enfim, acho que daí dá para tirar a importância da teoria. Se não me engano, a história do Hélio Gracie tem muito disso, dessa observação, não?

    Grande abraço!

    • Pena que você não escreveu isso tudo no calor do momento, teria sido bastante útil.

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  • Não, cara. Vitória do filipino seria o julgamento correto na sua visão. Isso não significa que sua visão é a correta.

  • William Terres

    Fala Alexandre… Não tem como baixar o podcast? To tentando com as alternativas que tem ali em cima mas nao estou conseguindo…