Gina Carano marca reunião com Dana White para discutir sua ida ao UFC

Por Alexandre Matos | 04/04/2014 11:23

Parece que a carreira como lutadora de Gina Carano ainda não chegou ao fim, como a própria disse inúmeras vezes desde sua última apresentação no cage do Strikeforce. Nesta quinta-feira, durante o programa de televisão The Arsenio Hall Show, a estrela falou sobre um possível retorno ao MMA.

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Carano contou que sente-se pronta para sentar-se e planejar sua próxima luta. Quando perguntada sobre um eventual retorno ao MMA, Gina disse que “estava considerando isto”.

“Eu amo (lutar). É algo que eu posso fazer com que todo o resto desapareça. Eu sonho com isso. Só não sabia se teria um dia a possibilidade de retornar. Então agora é o momento. (…) Sim, eu vou sentar com ele na próxima semana (sobre a possibilidade de se reunir com Dana White para discutir o futuro no MMA).”

Aos 31 anos, Carano não luta desde que foi derrotada por Cristiane Cyborg na disputa do cinturão até 66 quilos no Strikeforce, em 2009. Apesar de nunca mais ter se apresentado profissionalmente no MMA, a estrela tinha contrato em vigor com a hoje extinta organização, o que significa que seus direitos foram incorporados pelo UFC quando este comprou o Strikeforce, em 2011.

Desde sua última luta, Gina tem se dedicado à carreira de atriz em filmes de ação. Ela participou de produções como À Toda Prova (Haywire), Velozes & Furiosos 6 e Lutador de Rua (Blood and Bone), dentre outros. Seu último filme, In The Blood, estreia nesta sexta-feira nos cinemas americanos.

Comercialmente, uma luta de Gina Carano contra Ronda Rousey teria retorno muito maior do que escalar a atual rainha do MMA feminino contra Cyborg. Enquanto Carano foi uma espécie de precursora, a primeira a atrair atenção ao MMA feminino, Rousey completou o trabalho, espalhando a modalidade no mainstream. Além disso, pesa o fato de ambas, Carano e Rousey, desempenharem papeis no cinema em produções de apelo popular. De acordo com a atual campeã do UFC, Carano seria a única pessoa pela qual ela faria uma concessão de lutar em peso combinado, como se fosse uma homenagem à atleta que abriu as portas para as lutadoras nos Estados Unidos.